sábado, 29 de dezembro de 2012

Duro de Matar

Rá!
Vocês acharam que eu tinha morrido.
Só que não.
E dessa vez eu tô falando com os bandidos, que tentaram me matar de verdade.
Deixa eu esclarecer aqui para os meus telespectadores:
Eu tava de férias.
De verdade.
Pode telefonar pra delegacia e perguntar pro chefe se achar que eu tô mentindo.
Bom, daí, pra quem não sabe, mesmo quando um policial está de férias, ele continua sendo um policial.
Ou seja, eu posso usar a minha arma na hora que eu quiser.
Daí, bem no começo das minhas férias, eu tive que ir até o Shopping Itália comprar os presentes de natal pro Gonzalez, pro detetive Morley e pro detetive Kelso.
Pro chefe não.
Por sorte, antes de eu conseguir comprar qualquer coisa, o prédio foi invadido por bandidos.
Daí eu fiz igual naquele filme do Chuck Norris,"Duro de Morrer", e me escondi dentro do cano de ar condicionado.
Só que, como eu tava de férias, ao invés de prender os bandidos, eu resolvi dar vários sustos neles.
Teve uma hora que um dos bandidos entrou no banheiro. Daí eu tava escondido no teto.
Nessa hora eu comecei a fazer barulho de fantasma, tipo assim: "uuuuuuuuuu....".
Daí o bandido foi embora.
Teve outra hora que eu consegui subir no teto do elevador. Daí, quando o bandido entrou, eu fingi que eu era a voz electrônica do elevador.
Daí eu falei: "Especifique o andar, por favor."
O bandido respondeu: "15"
Daí eu respondi: "Entendido, 40"
Daí o bandido respondeu: "Não, eu disse 15!"
Daí eu respondi: "Falha de algoritmo, cair, cair, cair..."
É obvio que o bandido ficou com medo e resolveu ir pela escada.
Teve um outro bandido que entrou numa loja que tinha um cofre.
Na hora que ele tentou abrir o cofre, eu falei: "A senha, por favor!"
O dono da loja tava junto e se assustou também.
Daí o bandido falou: "Abra esse cofre já, senão eu vou atirar!"
Daí eu respondi: "Código errado! Código errado! Seqüência de auto-destruíção ativada!"
Daí eu comecei uma contagem regressiva e todo mundo saiu correndo da loja.
Ainda bem que, pra contribuir para a piada, eu tinha uma bomba de pequenas proporções que eu sempre carrego comigo.
Daí eu joguei essa bomba por um buraco do ar condicionado e saí correndo.
A explosão só destruiu metade da loja e não teve nenhum ferido.
A partir desses dados é possível concluir que a minha piada foi politicamente correta.
Daí eu consegui chegar no computador central do prédio, que é onde começou a gozação de verdade.
Só que essa parte da história eu só vou continuar no ano que vem.
Obrigado.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Cadeia alimentar X Prisão de ventre

Com a aproximação da prova pra entrar na delegacia de Curitiba, os vestibulandos começam a apresentar várias dúvidas, que são naturais do processo seletivo.
A minha função social aqui na delegacia é justamente esclarecer essas dúvidas.
Uma grande questão que surgiu nessa semana foi a diferença entre cadeia alimentar e prisão de ventre.
Vejam só que dúvida inteligente: ela envolve biologia, policiologia e lingua portuguesa em uma só questão, e que vale 5 pontos.
Bom, a primeira coisa importantíssima de lembrar ao vestibulando é que o principal foco desses temas é a policiologia.
Identificamos isso em uma análise sintátctica da língua portuguesa, na qual separamos os radicais das palavras:
- CADEIA alimentar
- PRISÃO de ventre
Os complementos desses radicais  apenas indicam a relação das mesmas com a biologia.
Não devemos confundir com a Reação em Cadeia, que, apesar do radical "cadeia", está directamente relacionada à física e à química.
Na semana que vem eu vou falar sobre Sequestro de Carbono.
Obrigado.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Rato Eletrônico

Teve um dia que chegou na delegacia umas mercadorias apreendidas.
Dentre elas tinha um rato de brinquedo. Que andava sozinho.
Dai eu usei ele pra assustar todo mundo.
Eu peguei a minha filmadora Filips pra registrar a cara de todo mundo.
Quem pulasse e gritasse igual a uma menininha ia pro youtube.
Só que ninguém fez isso.
Nem o Gonzalez.
Mas eu meio que consegui criar uma paranóia dentro da delegacia, com pessoas querendo pegar o rato de qualquer jeito.
Dai o pessoal botou ratoeiras em todos os cantos.
O chefe falou que era pra chamar o desdetizador. Só que isso ia acabar com a minha brincadeira. Daí eu falei:
"Vocês se acham policiais? Não conseguem nem capturar um rato? Tem que chamar o desdetizadorzinho, né?"
Foi um discurso e tanto.
Isso fez com que todo mundo se mobilizasse pra capturar o pequeno réptil.
Menos eu, que tive que me mobilizar pra fazer ele aparecer em todos os cantos da delegacia sem ser capturado.
E claro que eu fazia o rato ir na direção das ratoeiras, pro pessoal achar que ia conseguir pegar ele. Só que eu fazia o rato desviar na ultima hora, só pra filmar a cara de decepção das pessoas.
Só que eu não conseguia filmar e controlar o rato ao mesmo tempo.
Teve uma hora que eu resolvi fazer uma piada cult.
Eu fiz uma casinha de rato, tipo aquela do Jon & Terry, no meu gabinete:

Dai eu convoquei uma reunião com todo mundo, sobre o rato.
Eu vi que o pessoal ficou olhando pra pontinha. Só que ninguém se manifestou.
E claro que cada vez que isso acontecia eu meio que passava mal.
Daí o pessoal meio que se ligou que era tudo gozação.
A brincadeira acabou quando eu fiz o rato entrar no gabinete do chefe.
Ao invés do chefe deixar o rato ir até a ratoeira, ele pisou no reptil na metade do trajeto.
Quando ele viu os mecanismos do rato espalhados pelo chão, ele gritou: "Ramireeeeezzz!"
Só que, nessa hora, eu já tava passando mal.
Fin.

domingo, 25 de novembro de 2012

Anomalias genécticas


A primeira vez que eu vi o cabelo de uma pessoa mudar de cor foi em 1975.
Desde então, essa anomalia genéctica tornou-se freqüente, principalmente entre os jovens.
Em 1985 eu constatei, observando os pãnks, que essas anomalias poderiam estar relacionadas ao uso do cigarro, do álcool, do sexo, das drogas e do Rockenrou.
Como eu sempre consumi apenas cigarro e álcool, eu achei que eu tava imune.
Dai, ontem eu percebi que o pouco cabelo que eu tinha na cabeça tava branco.
Eu fui imediatamente no geneticologista pra descobrir o que tinha acontecido.
Dai o geneticologista falou que só tratava mulheres.
Dai eu fiquei mais preocupado ainda.
Será que eu tava virando uma mulher?
Igual ao que aconteceu com as seguintes personalidades daquela época, que consumiram muito cigarro e álcool:
- Caubi Peixoto
- Serguei
- Estiven Tailer

Apesar de que, se eu exagerar no cigarro, eu vou voltar a ser homem, igual ao que aconteceu com a princesa Léia:

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Primeira guerra mundial - o capitulo final


Bom, pra explicar como terminou a guerra, eu preciso frisar algo importante:
O chefe deixou eu usar a bomba atômica.
Tudo bem, a bomba atômica construída por profissionais era muito mais eficaz do que a bomba construída por mim.
Só que a minha bomba era muito mais gozada.
Enfim, se não fosse a minha teimosia, o Brasil não ia ganhar a guerra, porque ninguém tinha coragem de usar a bomba.
Teve até vezes que tentaram me enganar, dizendo que o Brasil não tinha bomba atômica.
Vocês realmente acreditam que um país que construiu uma usina nuclear do tamanho de Itaipu nao ia construir uma bomba atômica?
Bom, depois de eu encher bastante o saco do chefe, ele respondeu bem assim:
"Ta bom, Ramirez, pode detonar a bomba! Vai lá naquela salinha e aperta o botão vermelho."
Foi exatamente isso que eu fiz.
O gozado e que eu apertei o botão vermelho do chefe e nao aconteceu nada.
Mas ele me garantiu que eu tinha eliminado toda a Prussia do mapa.
E, de fato, eu fui olhar no mapa e a Prussia não estava mais lá.
Dai eu me aposentei do exercito e fui pra casa.
Fin. 

sábado, 10 de novembro de 2012

Incontinência

Outro dia eu tive que ir no julgamento de um bandido.
Daí eu me lembro que eu meio que tinha que prestar atenção em tudo que o juiz falava no tribunal, porque eu meio que era a testemunha.
Só que eu não conseguia me concentrar, porque o assunto era sem graça. Assassinato.
Ainda bem que tinha uma maquininha de café no corredor.
No intervalo do julgamento eu fui até a máquina e apertei o botão do Capputtinni.
Só que a máquina não quis me dar.
Daí tinha outro bandido de outro julgamento lá no corredor. Ele olhou pra mim e deu risada, falando que eu tinha que botar uma moeda na máquina.
Daí eu apontei a minha arma pra ele e falei: "Então o senhor vai roubar o café da máquina pra mim, porque é o senhor que é o bandido."
Daí ele ficou com medo e bateu na máquina. Isso fez com que ela soltasse café pra todo lado, fazendo barulhos acima de 80 decibéls.
Nessa hora todo mundo foi no corredor olhar o que tava acontecendo.
Daí eu falei: "Foi ele. Prendam esse bandido em fragrante!"
Eu aproveitei esse momento pra encher um copo com o café da máquina.
Bom, isso não adiantou nada, porque o julgamento continuou bem chato.
Só que, em um determinado momento, o café chegou às partes inferiores do meu sistema excretor.
O fêmur, o esternocleidomastoideo, o pulmão, todos os órgãos queriam exercer o processo de urinose.
Daí eu tive que me segurar.
Só que não deu, porque, bem na hora que eu tava me concentrando na urina, o juiz falou a palavra "incontinenti".
Daí eu passei mal.
O pessoal meio que achou que foi o calor, daí ninguém gozou.
A propósito, eu troquei a minha calça.
Fin.

sábado, 3 de novembro de 2012

Chikenitos

Hoje eu vou dar pra vocês a receita de um dos alimentos mais gozados da história da humanidade: o Chikenitos.
Como todo mundo sabe, o Chikenitos é feito de frango.
Só que não é exactamente isso, porque senão ele não seria mais saboroso do que o frango de verdade.
Daí vocês me perguntam: "Tá bom, Ramirez, então qual é o segredo?"
O segredo é que existem partes do frango que geralmente não são comidas, porque as pessoas olham e ficam com nojinho.
São justamente essas partes que dão o sabor ao alimento.
Daí a empresa que fabrica o Chikenitos pega essas partes e esconde dentro de uma casca (a camada mais externa do Chikenitos) pra ninguém ver.
Daí as pessoas não ficam com nojinho, porque não sabem que estão comendo as partes mais características da estrutura de uma ave, tais como:
- Glândulas mamárias
- Pêlos
- Glândulas sudoríparas
- Placenta (bem nutritivo)

Tudo isso é batido no liquidificador e assado a uma temperatura de 500 kelvins.
Pode ser servido com fritas ou maionese.
Obrigado.

sábado, 20 de outubro de 2012

Polêmica

Recentemente andaram falando por aí que os livros do Lonteiro Mobato estavam censurados, por não atenderem às regras da moral e dos bons costumes das escolas.
Eu achei isso bom, porque eu tenho medo de alguns personagens desses livros.
Apesar de eu ter votado no Lonteiro Mobato na primeira vez que teve urna electrônica.
Bom, daí, falando em literatura, eu fui comprar um gibi do Cebolinha outro dia e tomei o maior susto:
Cabe lembrar aqui que o que me assustou não foi o tema do gibi, e sim as caras dos personagens, de cujas quais eu fiquei com medo.
Vou me limitar a falar apenas do Cebolinha:
- A cara dele está igual à cara do Lonteiro Mobato, só que sem o bigode:
- O cabelo dele cresceu e virou uma "Talântula":

Enfim, isso tudo virou uma polêmica gigantesca e, agora, eu preciso ir no banheiro da delegacia e eu sei que o gibi do Cebolinha tá lá dentro.
Eu não vou ceder às forças da natureza.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Eleições 2012



Então, eu fui reeleito vereador.
A primeira coisa que eu vou fazer é criar mais uma lei.
Como todo mundo sabe, em Curitiba deu empate, daí vai ter segundo turno.
Daí eu pensei "e se, no segundo turno, der empate novamente?"
Então eu criei uma solução:
"Emenda número 666 da constituição de Curitiba:
Em caso de se manter o empate no segundo turno das eleições, o pleito vai para prorrogação.
Em caso de empate na prorrogação, o pleito vai para pênaltis.
O candidato que se recusar a participar da disputa por pênaltis é automaticamente derrotado por WO."

sábado, 6 de outubro de 2012

Primeira guerra mundial - emboscada no Vietnã

Então, daí o chefe me mandou pro Vietnã.
Foi no Vietnã que eu fui exposto a diversos compostos químicos, os quais me causaram alterações de ordem transgenética.
Pra começar, a chegada em Pinhonginhong (capital do Vietnã) já foi turbulenta. Teve turbulência no avião.
Daí o piloto falou "Em caso de emergência, mascaras de oxigênio cairão. Em caso de pouso na água, os assentos são flutuantes."
Eu fiquei com medo, porque eu tava esperando ele dizer onde ficavam os para-quedas. Só que daí ele ficou em silêncio.
Eu acho que isso era um procedimento padrão do exército, pra me desestabilizar psicologicamente.
Daí eu resolvi desestabilizar todo mundo, dando um tiro na parede do avião, pra despressurizar.
Como o avião já tava pousando, ele não despressurizou.
Mas a máscara de oxigênio caiu.
Dai eu arranquei a máscara e guardei na minha mochila, caso eu precisasse na guerra.
É impressionante como a globalização já era bem global naquela época.
Pinhongnhong era igualzinho a Niterói, que fica na região metropolitana do Rio de Janeiro (a região do ABC).
Inclusive tinha uma ponte, que era igualzinha a ponte Rio-Niterói.
Tinha também uma montanha lá longe, com uma estátua do Buda de braços abertos.
Bom, daí meio que parecia tudo tranquilo, então eu fui dar um passeio na praia.
Daí eu sentei pra fazer um Pic Nic e foi nesse momento que o sossego terminou.
De repentemente, apareceu um monte de vietcongues correndo e eles começaram a levar as coisas do povo da praia.
Chinelo, telefone celular, radinho, comida, cerveja, cigarro, doritos, etc.
Eu tava sem a minha arma.
Mas eu tava com as minhas bombas.
Daí eu comecei a explodir tudo.
Daí as pessoas normais que tavam na praia começaram a correr também.
Novamente eu me vi sozinho bem no meio de um cenário de guerra.
Isso é ruim, porque eu sempre acordo no hospital.
Mas é bom, porque eu não preciso cumprir ordens.
Daí eu aproveitei que o campo de batalha era uma cidade e fiz uso do mobiliário urbano para dinamizar as explosões.
Eu fiz algo que eu sempre quis fazer: explodir vários bueiros em sequencia, utilizando apenas uma bomba.
Peguei também um carro abandonado na confusão e usei como carro-bomba.
Daí apareceram os helicópteros do exército jogando napalm em todo mundo.
Enfim, um monte de coisa ficou destruída, mas eu quero deixar bem claro que foi tudo culpa dos vietcongues.
A única coisa que eu fiz foi juntar mais bombas e pólvora e armas e tudo que os vietcongues deixaram para trás e botar tudo isso na minha mochila.
Votem em mim.
Obrigado.

sábado, 29 de setembro de 2012

1ª Guerra Mundial - Invasão da Antuérpia

Bom, hoje eu vou continuar a minha saga.
Teve um dia, bem no meio da guerra, que o chefe (general) me falou bem assim: "Ramirez, você vai entrar em um navio. Sem fazer perguntas. Vai viajar durante 5 horas. Quando a porta do navio abrir, você vai estar em um cenário de guerra. Eu quero que você ponha em prática o seu treinamento. Entendido?"
Bom, eu entrei nesse navio, era lá no Rio de Janeiro.
Daí eu fiquei olhando a minha bússola e o meu relógio, pra saber exatamente onde eu estava indo.
Depois de 5 horas de viagem, eu tinha absoluta certeza de que eu havia chegado na Antuérpia.
Quando a porta do navio abriu, eu fui imediatamente alvejado por fogo inimigo.
Vocês gostaram dessa minha frase anterior?
Bom, continuando, eu levei uns tiros, mas como eu tenho nervos de aço, eu continuei andando. E não senti dor.
Daí eu instruí os meus colegas de pelotão a atirar contra a minha pessoa, pra ver se mais de perto eu ia sentir dor.
Não doeu.
Um dos meus colegas, o Printscryn (a gente chamava ele de polaco), falou que eu não tava sentindo dor porque as armas eram de mentira.
Daí eu perguntei: "Como assim as armas são de mentira? Se o inimigo está com armas de mentira e nós também, então a guerra é de mentira!"
Daí ele me falou que era apenas um treinamento.
Daí eu fiquei puto: "Como assim um treinamento? Eu perco 5 horas da minha vida dentro de um navio, pra ir do Rio de Janeiro até a Antuérpia e tudo isso é um treinamento?"
Depois de 5 minutos de raciocínio, com a boca aberta, olhando para o infinito, eu cheguei a uma conclusão arrebatadora:
Os vietcongues sequestraram todo mundo do exército brasileiro (menos eu)e himpinotizaram todo mundo pra achar que aquilo era um treinamento.
Isso era grave.
O que aconteceu depois foi mais grave ainda.
Eu peguei o meu binóculo e dei um zoom em um dos helicópteros inimigos, que tava atirando no meu pelotão.
A imagem que eu vi foi apavorante:
O helicóptero era da Força Aérea Brasileira.
Ou seja, os vietcongues roubaram os nossos helicópteros e estavam usando contra a gente.
Por sorte eles não sabiam que as armas eram de mentira.
Bom, de mentira ou não, eu sabia que eu tinha que explodir aquele helicóptero.
Daí eu montei uma bomba.
Eu fiz também um envelope escrito "segredos do exército brasileiro - top secret" e coloquei a bomba dentro dele, pra explodir na mão de quem abrisse.
Daí eu fui correndo na direção dos vietcongues.
É obvio que eles começaram a atirar em mim.
Só que as balas de mentira não conseguiram me ferir, obviamente.
No meio do caminho, eu parei de correr e comecei a andar igual a um Cinborgue, pra eles acharem que eu era o exterminador do futuro.
Eu achei que isso ia assustar todo mundo, só que não.
Daí eu resolvi me jogar no chão e me fingir de morto, pra ver se eles iam pousar o helicóptero e roubar o envelope de mim.
E foi bem isso que aconteceu.
Só que eles me levaram junto no helicóptero.
Daí, em um momento kamikaze, eu resolvi explodir o envelope pra garantir o sucesso do exército brasileiro na Antuérpia.
Depois eu acordei no hospital, no Rio de Janeiro.
Eu acho que a minha missão foi um sucesso, porque eu estava intacto com apenas algumas queimaduras.
Só que eu acho que ficou tudo meio que confidencial, porque ninguém mais falou sobre a Antuérpia ou os vietcongues.
Depois disso eu fui transferido pra outro pelotão. O pelotão que foi pro Vietnã.
Só que essa história eu só vou contar na semana que vem.
Obrigado

sábado, 22 de setembro de 2012

Memórias da Primeira Guerra Mundial

Como todo mundo sabe, nos anos 70 eu fui chamado pra servir o exército brasileiro durante a primeira guerra mundial.
Nas próximas postagens, eu vou contar como foi a minha aventura durante os 5 meses de incursões pelos meandros do Vietnã, da Prússia e da Faixa de Gaze.
Nesses lugares eu conheci pessoas estranhas e vi coisas gozadas, não necessariamente nessa mesma sequência.
Eu gozei muito também, porque eu lembro que eu tinha liberdade de explodir bombas na hora que eu quizesse e era tudo de graça: a munição, as roupas, a comida, etc.
Eu me lembro de uma vez que eu fui perguntar pro coronel se a gente tinha uma bomba atômica pra detonar.
Ele disse que não.
Daí eu mesmo resolvi construir uma bomba atômica, utilizando várias granadas, dinamite, combustível dos tanques, cerveja (porque tem alcool), cigarro (porque produz fogo), etc.
Para detonação à distância, eu usei um rastro de pólvora.
Eu me lembro que a explosão foi bem legal.
Inclusive foi bem realista, porque todo mundo acordou e saiu atirando, achando que era um ataque inimigo.
Eu me lembro que eu fiz vários experimentos explosivos.
Teve uma vez que eu cavei um buraco pra fazer um teste de detonação subterrânea. O objetivo era causar um terremoto (sismo).
Daí eu achei que não ia ter uma explosão normal, com fogo e detritos.
Eu achei que só ia dar um terremoto mesmo.
Só que não.
A única coisa que aconteceu foi um aumento significativo na quantidade de detritos.
Eu meio que me especializei em bombas durante toda a guerra.
Teve uma vez que os vietcongues tentaram invadir o nosso acampamento.
Daí eu fiz um círculo (perímetro) de bombas ao redor do acampamento.
Só que eu gozei.
Eu esperei eles entrarem e acharem "Aaaaaahhhh, conseguimos entrar. Nós vencemos, vocês são bobos!"
Daí sim eu detonei as bombas que estavam no perímetro e também as bombas que estavam dentro do acampamento.
Isso doeu, mas os vietcongues se arrependeram e nunca mais entraram lá.
Na semana que vem eu vou contar como foi o desembarque na Antuérpia.
Fim.

sábado, 15 de setembro de 2012

Carro do Sonho

Eu me lembrei de uma vez que eu precisei ir em uma missão disfarçado (ândercóver).
Só que eu precisei disfarçar a viatura também, e isso foi gozado.
Era pra surpreender alguns traficantes bem no meio da favela (zona sul, para os leigos).
Daí, como eu podia me infiltrar lá do jeito que eu quisesse, eu resolvi ir fantasiado de carro do sonho.
Para isso, eu escrevi "Carro do Sonho" com canetinha, nos dois lados da viatura.
Em cima, usando a estrutura do giroflex, eu botei o alto-falante que anuncia a chegada do carro do sonho.
É claro que eu fiz uma gravação pra ficar passando, bem assim: "Olha aí, freguesia! É o carro (pausa) do sonho que está passando."
Eu fiz uns sonhos também, com ingredientes da minha própria casa, tais como:
- Ovo
- Farinha
- Super bonder
- Cerveja
- Fandangos
- Cigarro
- Cianureto
- Sulfurose

Só que teve uma coisa que deu errado.
Na hora que eu tava bem na frente da casa dos traficantes, eu liguei o alto-falante.
Só que, ao invés de ele simplesmente falar, ele começou a girar e falar, porque tava ligado no giroflex.
Isso meio que chamou a atenção dos traficantes, que começaram a sacar as armas.
Daí eu calmamente parei a viatura, desci e comecei a vender os sonhos na rua, com a minha própria voz.
Só que eu tava esperto. Eu sabia que os traficantes iam me atacar a qualquer momento.
Pensando nisso, eu já tinha preparado em casa algumas bombas de chocolate.
Só que, na verdade, essas bombas não eram de chocolate. Eram bombas explosivas.
Daí eu levei essas bombas como amostra grátis pra eles.
Um deles olhou pra mim e perguntou: "O que é isso?"
Daí eu tentei não gozar e respondi: "Isso é uma bomba."
Só que eu não consegui não gozar e comecei a rir.
Como sempre, eu comecei a passar mal.
Daí eles perguntaram pra mim se eu era usuário das drogas deles e queria trocar as bombas pelas drogas.
Daí eu gozei ainda mais.
Nessa hora, eles pegaram as bombas da minha mão e começaram a comer.
Eu sabia que eu tinha que correr, mas eu tinha acabado de gozar e, consequentemente, perdi todas as minhas energias.
A primeira mordida causou uma explosão generalizada, porque eles também tinham bombas guardadas nas proximidades.
Naquele momento eu tive que correr para salvar a viatura, não só por ser a minha viatura, mas porque tinha sonhos comestíveis lá dentro, e desperdício é crime.
Falando em crime, eu aproveitei a piada da bomba explosiva pra tentar fazer um revólver que dispara azeitonas.
Isso não deu certo.
Daí eu fui embora.

sábado, 1 de setembro de 2012

Receita de Algodão Doce

Todo mundo acha que o algodão doce é feito a partir da mistura de algodão com açúcar.
Eu mesmo já acreditei nessa teoria.
Só que não.
Algodão Doce, na realidade é uma mistura de polipeptídeos e carboidratos que se desintegram na presença de dilitium, quando estão superaquecidos no estado de plasma. Dentro do forno.
Para fabricar algodão doce, você precisa de:
- Agua (H2O)
- Açúcar (C6H12O6)
- Farinha (C3PO)
- Fibras (NCC1701)
- Melanina (C6H2CH3(NO2)3)

Ligar o forno na potência máxima e misturar os ingredientes em qualquer sequência.
Jogar um pouco de álcool (essa parte é opcional, só para evitar a gripe suíça).
Quando começar a cheirar queimado, desligar o forno.
Comer.

Tá bom, eu nunca testei essa minha receita, mas eu tenho certeza de que vai ficar gostoso.

sábado, 25 de agosto de 2012

Instruções para manutenção do giroflex

Todo policial tem um, mas muitos não sabem que ele precisa de tantos cuidados quanto o cão policial.
Ele é o giroflex.
O giroflex, para os leigos, é aquele aparato que gira em torno do próprio eixo, em cima da viatura, com luzes, quando o bandido tenta fugir.
Além de amedrontar o bandido, ele serve para:
- Ultrapassar os limites de velocidade sem levar multa.
- Furar o sinal vermelho.
- Andar na rua exclusiva do ômnibus.
- Estacionar em lugar proibido.

Não, se você não é da polícia, não pode ter um giroflex.

Bom, continuando:
O giroflex funciona com electricidade. Você pode ligar ele em 110 ou em 220 volts.
Ligando em 110 volts, ele vai fazer um barulho padrão de perseguição policial.
Ligando em 220, o barulho vai ser bem mais rápido e agudo.
Essa função deve ser utilizada apenas em casos de alta periculosidade.
Para higienizar o giroflex (isso é importantíssimo), deve se utilizar um pano úmido, fazendo movimentos circulares, sem gozar.
Nunca fazer a higienização quando o giroflex está ligado.



Perguntas freqüentes:
1) Como fazer para evitar o roubo do meu giroflex? Ele vem com algum alarme ou sistema anti-furto?
- Resposta: Não. O próprio giroflex já é tipo um alarme. Então, se alguém roubar ele, vai estar roubando o próprio alarme. Daí não tem solução.

2) Se eu colocar um giroflex no meu carro, mesmo eu não sendo policial e isso sendo ilegal, eu me torno automacticamente um policial?
- Resposta: Não. Se fosse assim, qualquer bandido ia roubar o giroflex da viatura da polícia e instalar na viatura do traficante.

3) Se eu construir um giroflex na minha própria casa, ainda assim é crime?
- Resposta: Sim. O giroflex tem que ter o selo do inmetro. Senão ele não funciona. De acordo com o inmetro.


Na semana que vem eu vou falar sobre a vez que eu transformei o meu giroflex em um alto-falante de carro do sonho.
Obrigado.

sábado, 18 de agosto de 2012

Super Bonder

Ontem foi aniversário do chefe.
Daí, na hora do parabéns, eu aprontei uma gozação. Búlin.
O Gonzalez tava batendo palmas, daí, de repentemente, eu peguei um pote de super bonder e espremi em cima das mãos dele.
Não grudou.
Mas causou irritações cutâneas.
Depois eu pesquisei no google e descobri que super bonder + algodão = combustão humana espontânea!
Vocês acham que eu estou gozando, mas não:
Só que daí eu não ia fazer a delegacia pegar fogo.
Senão todo mundo ia saber que fui eu.
Daí eu fui lá fora e passei super bonder entre o chão e as rodas do carro do chefe.
Eu passei super bonder em tudo na delegacia.
Daí o pessoal roubou o meu super bonder e passou nos meus cigarros.
Só que eu gozei, porque eu peguei um algodão e botei na ponta do cigarro. Funcionou.
Só que eu não gozei mais, porque eu botei a outra ponta do cigarro na boca.
Vocês acham que o cigarro ficou colado entre a parte de cima e a parte de baixo a minha boca?
Não.
Eu fui tentar falar e o cigarro se despedaçou, deixando rastros de papel e nicotina colados na minha boca.
Daí eu botei o meu óculos, pra disfarçar e ficar parecido com o Cristofer Lambert e, de repentemente, surpresa! Tinha super bonder no óculos.
Aquilo era guerra.
Daí eu peguei os outros tubos de super bonder do meu bolso e comecei a espremer jatos na direção das pessoas.
Eu achei que as pessoas iam começar a ficar imóveis, mas não.
O que aconteceu foi que objectos leves e inanimados, tais como papéis, pelos de cachorro, folhas, etc. começaram a voar e grudar nas pessoas.
Daí eu fugi.
Amanhã eu vou falar pro chefe que isso tudo foi um acidente causado pelos polipeptídeos do bolo do amniversário.
Mas eu acho que a minha desculpa não vai colar.

sábado, 11 de agosto de 2012

Sim, nós podemos!

Eu quero ser reeleito (agora escreve junto, né) vereador.
De verdade.
Na realidade, eu acho que o meu mandato já acabou faz uns 10 anos. Mas, como ninguém veio me perguntar nada a respeito disso, eu continuei trabalhando para o bem-estar do povo curitibano.
Só que ontem o pessoal da justiça eleitoral foi na minha casa e disse que não.
Então eu vou ter que participar das eleições novamente.
Eu vou botar aqui algumas propostas para que você, eleitor, vote em mim:
1) Criação de pista exclusiva para pouso de disco voador no aeroporto, para evitar conflitos e abduções com as aeronaves comerciais.
2) Reabertura da Pedreira Paulo Lewinski, para que grandes nomes como John Lennon, Mamonas, Fred Mercury e muitos outros possam se apresentar novamente.
3) Nos lugares onde o cigarro já é proibido, proibir também o consumo de cheetos.
4) Colocar todo o efetivo policial de Curitiba dentro dos estádios, para garantir a segurança durante a copa do mundo. De verdade. Não é pra assistir o jogo do J. Malutrelli porque eu sei que ele não se classificou para a copa, tá?
5) Colocar um espelho em órbita para refletir a luz solar em cima de Curitiba, durante a noite. Isso vai economizar 200 Quilojaules de energia eléctrica por ano.
6) Uma estátua do Pelé.
7) Uma estátua do Oil Man.

Obrigado.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Arquivo X


Depois que eu criei a minha operação UFO, surgiram ainda mais casos de pessoas desaparecidas sem explicação em Curitiba.
Daí eu resolvi criar um setor dentro da delegacia para a investigação desses casos paranormais.
Eu fiz isso inspirado no Arquivo X.
O setor abrange todo o meu gabinete e o nome dele é Arquivo X.
O chefe não concordou.
Daí eu resolvi pegar a minha filmadora Fílips e fazer uns episódios do Arquivo X, pra botar no youtuy.
O Detetive Morley vai ser o chefe Skiller, porque ele meio que tem um princípio de calvície. Mas ele falou que eu deveria ser o Skiller, porque eu era completamente calvo.
Bom, eu não concordei, porque, se eu sou o personagem principal, então eu sou o Agente Folder.
Daí ele falou que o chefe poderia ser o Skiller.
Eu tive que discordar novamente, porque eu acho que o chefe deveria ser o Tuberculoso, que é do mal e esconde os alienígenas do Agente Folder.
Daí o Morley concordou, só que ele disse que, se eu era o Agente Folder, então o Gonzalez era a agente Escâlly.
Eu disse que não, porque eventualmente ia ter que ter uma cena romântica, daí todo mundo ia acabar gozando.
A delegada ia ser a Escâlly.
O Gonzalez vai ser o Agente Kraisley, que é russo e trabalha pro lado negro.
No primeiro episódio eu ainda não sei disso.
O Kelson vai ser o Agente Spencer, que não é russo, mas também trabalha pro lado negro.
Resumindo: todo mundo no filme vai ser do mal, exceto eu.
O Tumor, o cão policial, vai ser um alienígena, porque ele não é humano.
Eu fui tentar filmar tudo isso hoje e ninguém concordou.
Daí eu resolvi fechar os Arquivos X.

sábado, 28 de julho de 2012

Ônibus gigante do Jaime Lerner

Como todo mundo sabe, aqui em Curitiba tem um omnibus gigante, o azulão ligeiro:
http://www.jornaldelondrina.com.br/midia/tn_620_600_BIARTICULADO_2603!.jpg

O que todo mundo não sabe e que ontem eu dirigi esse omnibus.
Foi bem assim:
Pra começar, cabe dizer que, nos últimos anos, os índices de criminalidade têm crescido em progressão barimétrica em Curitiba. Dentro dos omnibus também.
Daí ontem o chefe mandou eu fazer o policiamento do terminal do Pinheirinho, que, apesar desse nome carinhoso e natalino, fica na zona sul. Ou seja, ia doer.
O chefe me orientou que não era pra matar os meliantes, senão ia fazer mal pra imagem da polícia nas redes sociais. Então eu resolvi que eu só ia atirar na perna dos meliantes, pra eles não fugirem.
Depois de 30 minutos de trabalho, as minhas balas acabaram.
Antes de eu conseguir chamar reforços, apareceu mais um meliante. Daí eu tive que dar voz de prisão, mesmo sem balas.
Ele se assustou e fugiu dirigindo um omnibus que tava estacionado.
Daí eu dei inicio à perseguição. O bandido entrou em um microomnibus (agora escreve junto, né?) que era meio que parecido com esse palotinos aqui:
http://onibusbrasil.com/foto/929913/

Daí é claro que eu entrei no azulão, que e maior e mais potente. Eu tive que agir com muita formalidade com o motorista, então eu disse: "Preciso confiscar este veículo em nome da lei!"
Daí o motorista falou que, se eu ultrapassasse o limite de velocidade, a multa ia pra ele. Eu falei que eu não ia ultrapassar os limites. Era mentira.
Bom, daí eu tive que acelerar, porque o meliante já estava a 50 decâmetros de distancia.
O mais divertido de dirigir o azulão (em comparação com uma viatura normal) e que ele tem passageiros. E os passageiros gritam em cada manobra, como se fosse uma montanha russa.
Teve um passageiro que vomitou.
Teve outro que desmaiou.
Tinha uma mulher, lá no fundo do omnibus, que gritava bem alto. Daí, toda vez que ela gritava, o omnibus inteiro gritava junto. Eu achei isso legal, porque parecia com a torcida organizada do J. malutrelli.
Daí teve um passageiro que estava bem controlado emocionalmente, e que inclusive ficou me falando dicas pra perseguir o bandido.
Esse passageiro era o Paulinho, um moleque de 10 anos de idade.
Depois eu recomendei que ele fosse visitar a delegacia, para ter umas dicas sobre o futuro profissional.
Bom, voltando a perseguição, eu consegui chegar bem fácil na cola do bandido, porque o transito de Curitiba tava parado.
Daí, toda vez que o bandido conseguia desviar do transito, eu desviava junto com ele, porque, apesar do meu omnibus ser maior, ele tem a mesma largura.
Só que teve uma hora que o bandido conseguiu entrar na linha verde, que e uma rua bem grande de Curitiba.
Daí ele começou a acelerar mais rápido que eu. Nessa hora, o Paulinho falou que era pra eu parar no ponto de omnibus e falar pra todos os passageiros descerem, porque, de acordo com Isac Newman, que e um físico famoso da Galileia, o veiculo ia ficar mais leve e ia pegar velocidade mais fácil.
Daí eu parei o omnibus e gritei "recooooolhe!" que, aqui em Curitiba e o sinal internacional de que todos os passageiros devem descer.
Todos desceram, menos o Paulinho.
Daí eu acelerei e o omnibus realmente foi bem mais veloz. Em menos de 5 parsecs eu consegui alcançar o bandido.
Daí eu comecei a bater na bunda do omnibus dele com o meu omnibus. Os passageiros do omnibus dele começaram a gritar.
De repentemente, em uma manobra radical, o bandido foi pro lado e freiou, fazendo com que eu, sem vontademente, ultrapassasse ele.
Daí ele desembarcou todos os passageiros e deu meia volta.
Eu tive que dar meia volta pra continuar a perseguição, só que, como o meu omnibus era maior, eu tive que parar o transito em todas as 10 pistas da linha verde pra conseguir manobrar.
Alguns carros se chocaram contra o meu omnibus quando eu tava na metade da manobra.
Depois disso, a perseguição ficou muito mais emocionante, porque o bandido ganhou velocidade e eu tive que ganhar velocidade também.
Os dois ômnibus já estavam a cerca de 180 Km por hora, só que eu não conseguia alcançar o bandido, porque ele desviava mais fácil dos outros veículos.
Foi nesse momento que o transito parado de Curitiba me ajudou novamente.
De repentemente tinha 50 mil caminhões parados lá na frente.
Daí o bandido tentou freiar e dar meia volta ao mesmo tempo.
Só que, como eu sou mais esperto e mais sem noção, eu acelerei mais ainda.
O ômnibus do bandido deu duas cambalhotas e ficou parado com as rodinhas pra cima.
Daí, em uma manobra super radical, eu freiei o meu ômnibus subitamente e virei ele meio de lado.
Isso fez com que a parte de trás do azulão, que é interligada com a parte da frente somente por meio de sanfonas, começasse a virar sozinha como um chicote, e começasse a chegar lá na frente junto com a parte da frente do próprio ômnibus.
Entenderam?
Então, eu prendi o bandido desse jeito aqui:


Fin.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Manual de Boas Condutas no Ambiente de Trabalho

Nessa semana o chefe colou na parede um papel que diz o que pode e o que não pode fazer dentro da delegacia.
Obs: Isso só vale para os policiais. Os bandidos tem um conjunto de normas completamente diferente, que não vem ao acaso citar aqui. Obrigado.
Bom, daí o detetive Mosley e o detetive Kelson falaram pra mim que essas regras do chefe eram exclusivamente para a minha pessoa.
Eu duvidei, porque eu sou um exemplo dentro da delegacia.
Daí eu arranquei o papel da parede e vou transcrever aqui no blog, para ter a opinião dos meus próprios telespectadores:


MANUAL DE BOAS CONDUTAS NO AMBIENTE DE TRABALHO

Para garantir o bem estar dentro da delegacia, certas condutas devem ser lembradas e incentivadas:

1) Não retirar refrigerante de dentro da máquina sem colocar as moedinhas.
2) Não fazer bullying com os colegas de trabalho.
3) Não chegar na delegacia 1 hora depois do horário de início do expediente.
4) Chegar na delegacia.
5) Não usar o computador da delegacia para postar no blogger.
6) Não derrubar ovomaltine nas dependências da delegacia.
7) Não comer cheetos nas dependências da delegacia.
8) Não ensinar truques que extrapolem as funções normais do cão policial.
9) Não tirar esse papel da parede.

Observações:
- O ítem 1 serve também para a máquina que vende chocolate.
- Filmar e fotografar os colegas de trabalho pode ser enquadrado no ítem 2.
- No ítem 6, o ato de derrubar ovomaltine no próprio uniforme, mesmo que fora da delegacia, também é proibido.
- Qualquer outro produto de forte odor se enquadra no ítem 7.

sábado, 14 de julho de 2012

Batmaconha


Tem um novo traficante em Curitiba.
Toda a polícia está atrás do meliante, só que ninguém conseguiu descobrir a indentidade verdadeira dele.
Ele usa uma fantasia do Batman pra vender drogas pras pessoas.
Daí, os maconheiros da cidade estão chamando esse cara de "Batmaconha".
Como eu sou o policial que vai investigar esse caso, eu também quero um apelido.
Daí o pessoal da delegacia (exceto o chefe) se mobilizou pra criar um apelido pra mim.
Dentre os pré-selecionados:
- Moringa
- Pingulim
- Zarada
- Doutor geada
- Dupla face
- Espantarálho

O Detetive Morley e o Detetive Kelson me sugeriram que eu deveria escolher um desses vilões do Batman e me fantasiar de acordo.
Segundo eles, isso ia abalar o emocional do bandido e eu ia prender ele com mais facilidade.
Eles falaram também que era essencial que eu me auto fotografasse enquanto eu tivesse disfarçado e mandasse a foto por e-mail pra toda a delegacia. Exceto pro chefe.
Daí, seguindo essa mesma linha de raciocínio, eu tive uma idéia melhor ainda:
Eu vou pegar um holoforte (aquela lâmpada gigante que projeta luz no céu) e vou cobrir ele com a foto de um morcego, pra ele projetar a sombra do anfíbio nas nuvens. Daí, como ocorre quando o comissário Gordo faz isso no filme, o Batmaconha vai vir voando na direção do holoforte.
Daí eu vou prender ele.
Fin.

sábado, 7 de julho de 2012

Acetato Polipeptídico

A campanha de vacinação mal começou e eu já estou com medo da gripe suíça.
Por isso, eu estou fabricando medicações na minha própria casa (genéricos) e estou guardando-as para uma eventual eventualidade.
Como todo mundo sabe, os medicamentos são, nada mais, nada menos, que misturas dos mais variados elementos químicos, tais como:
- Tungstênio
- Feldspato
- Criptonita
- Acetonina
- Alinolina

Esses elementos, por sua vez, se encontram dentro dos vegetais, tais como:
- Beterraba
- Árvore
- Cogumelo
- Plânctrom
- Algas
- Os Fantasmatódeos (Bicho Pau)

Daí eu tive uma idéia revolucionária: Por que não misturar todos os elementos em uma gigantesca gosma e criar um medicamento que seja realmente genérico, ou seja, que sirva pra tratar qualquer
enfermicidade?
Então eu criei uma sopa gigante, com bastante água (da chuva, porque eu sou sustentável) e com um pedaço de cada coisa que eu encontrei dentro de casa.
Um pedaço de madeira, um pelo do cachorro, um pedaço da televisão, uma página do jornal, etc.
Da página do jornal, eu recortei algumas letras, para que elas ficassem boiando enquanto o resto do jornal afundava. Daí as crianças vão se divertir e vão esquecer que o remédio tem gosto ruim.
Vocês acham que eu esqueci da bússola (aquele papelzinho que é tipo um manual de instruções do remédio)?
Nãããããoooooo.
Como a minha medicação é composta por todos os elementos químicos da natureza e do umniverso, ela deve ser ingerida 3 vezes ao dia, junto com as refeições. Serve para o tratamento de qualquer doença, como eu já citei antes. A principal contra-indicação é a diarréia. Se os problemas persistirem, consulte o seu médico.
Fin.

sábado, 30 de junho de 2012

Pirataria

Outro dia eu tava assistindo a fita dos Goonies no meu videocassete.
Daí apareceu um negócio que já tava lá, só que eu nunca tinha visto
antes.
Era o aviso do FBI, que fica bem no final da fita, depois das
letrinhas que sobem:

Daí eu fiquei com medo.
Naquela mesma noite eu olhei pela janela da minha casa e vi um carro
preto (que eu tenho absoluta certeza de que era do FBI) passando na
minha rua.
Na manhã seguinte, eu tava dirigindo e tinha um outro carro preto
vindo atrás de mim. Até aí, tudo normal. Só que eu olhei no espelho e
tava escrito bem assim: "Objectos refletidos estão mais próximos do
que parecem."
Isso me deixou com a pulga mais atrás da orelha ainda.
Daí, ao invés de ir pro trabalho, eu fiquei dando voltas na quadra,
pra tentar despistar do carro preto.
Na primeira volta eu já consegui, mas eu resolvi dar 30 voltas, só pra garantir.
Isso tava virando um pesadelo. O FBI botou um chips na minha fita, pra
saber onde eu estou.
Eu pensei: "Será que eu jogo a fita no lixo, pra eles pararem de me
seguir? Não, Goonies é um filme muito bom."
Depois que eu cheguei na delegacia, eu comecei a pesquisar a
legislação na internete, pra descobrir o que eu tinha feito de ilegal
com a fita dos Goonies.
Pra minha surpresa, eu descobri que todas as fitas do planeta Terra
tem o aviso do FBI.
Ou seja, eu estou sendo perseguido não só porque eu assisti Goonies,
mas por todos os outros 10 bilhões de filmes que eu peguei na
loucadora.
Daí eu fui esperto. Eu roubei um magneto da porta da geladeira da
delegacia e comecei a passar ele na fita, pra tirar a eletromagnese
dela.
Daí o FBI não ia mais conseguir me rastrear.
Só que eu ia ter que fazer isso com todas as minhas fitas e isso faz
com que todo o conteúdo da fita seja perdido.
Daí eu tive uma idéia mais genial ainda. Eu peguei a minha filmadora
da marca Fílips e filmei um papel escrito "Essa fita não é protegida
pelo FBI. Você não vai ser preso."
Daí eu pluguei a filmadora no meu videocassete e copiei essa imagem
pro final de todas as fitas.
Agora, se o FBI vier me encher o saco, eu vou mostrar a fita pra eles
e vou falar que foram eles que disseram aquilo e que eu não tenho
responsabilidade nenhuma.
A propósito, só pra não parecer que fui eu que fiz, eu gravei também
umas barras coloridas que eu desenhei com canetinha, daí eu fiz um
barulho com a boca: "Piiiiiiiiiiiiiiiiiii"
Isso deve entrar sempre no final, depois do aviso do FBI.
Na semana que vem eu vou explicar como funcionam as regras da ABNT.
Obrigado.

domingo, 24 de junho de 2012

Objecto voador não indentificado (UFO)


Hoje teve uma perseguição policial paranormal no centro de Curitiba.
Pela primeira vez a policia precisou usar uma metodologia desenvolvida por mim, a "Operação UFO".
Foi bem assim:
De manhã, bem cedo, um cara ligou pra delegacia e falou que estava sendo seqüestrado.
A principio, eu achei que era um trote, afinal, pessoas seqüestradas não telefonam pra policia. Os seqüestradores que telefonam, pra pedir dinheiro.
Só que dai eu vi que era verdade, porque ele falou que estava sendo seqüestrado por extraterrestres.
Essa era a minha chance de colocar em practica o meu projeto ultra secreto contra discos voadores.
Dai eu mobilizei toda a delegacia, com armamento pesado, pra conseguir derrubar o disco voador e, finalmente, inverter os papéis, seqüestrando os aliemnigenas e enfiando uma sonda na bunda deles.
Por sorte, já na saída da delegacia, eu avistei o disco voador sobrevoando o centro de Curitiba:

Dai eu fiz o procedimento padrão da policia e criei um perímetro no centro de Curitiba. 
O objecto era exatamente como a vitima do sequestro havia descrito e estava exatamente no local indicado.
Depois, eu iniciei a operação derruba UFO.
Eu tive que agir rápido, porque os aliemnigenas já estavam controlando as mentes das pessoas.
O chefe, por exemplo, estava tentando impedir que eu atirasse pro alto.
Até o detetive Kelso e o detetive Morley, depois de me apoiarem durante a operação inteira, tentaram me impedir na hora que eu saquei a arma.
Bom, depois de vários tiros pro alto, o disco voador começou a cair. Em cima do Shopping Itália, que e o prédio mais alto de Curitiba.
Isso foi mais fácil pra mim, porque eu pude subir até o decagésimo andar do prédio, pra dar voz de prisão pessoalmente para os aliemnigenas. Se eu fiquei com medo? Confesso que sim, porque era a primeira vez que eu ia ver os aliens cara a cara, apesar de eu não acreditar neles.
Só que, quando eu cheguei lá, uma surpresa:
Os aliens haviam se teletransportado para outro lugar e só sobraram as vitimas dentro do disco voador.
Dai eu fiz todo o procedimento padrão da policia, levei os abduzidos para interrogatório e evacuei o prédio, pra evitar testemunhas oculares.
O disco voador tinha um sistema de auto-destruição e murchou diante dos meus olhos.
As vitimas de abdução sofreram algum tipo de lavagem cerebral dos aliemnigenas e não tinham nenhuma memória de terem sido abduzidas.
Mas o caso não está encerrado.
Eu fui muito esperto e mandei rastrear o telefone que ligou pra delegacia e, adivinha só:
Não era de nenhum dos abduzidos.
Isso comprova que a verdade continua lá fora.
Apesar de eu não acreditar em aliemnigenas.

sábado, 16 de junho de 2012

O Jantar da Delegacia

Ontem teve um negócio bem legal que eu nunca mais vou me esquecer.
Eu não me lembro exatamente como aconteceu, nem de todas as pessoas que compareceram, mas eu sei que tinham alguns personagens chave:
- A delegada
- O chefe
- Tumor, o cão policial
- Jaime Lerner (o prefeito de Curitiba)
- Detetive Kelson
- Detetive Morley
- Gonzalez

Era um jantar da delegacia, e aconteceu no restaurante Família Fodanelli.
Durante o jantar, sem o chefe perceber, um grupo de bandidos invadiu a cozinha do restaurante, à procura de dinheiro, obviamente.
Daí, como não tinha dinheiro na cozinha e tava cheio de policiais no próprio restaurante, toda a equipe técnica (os chefs, as chefas, as garçonetes e os garçonettos) foi sequestrada.
Os bandidos fugiram.
Na metade do jantar, o chefe percebeu que a comida não estava chegando nas mesas, daí ele pediu pra eu averiguar qual era o problema.
Daí eu descobri que o problema era esse que eu descrevi ha cerca de 2 linhas.
Só que, como a delegada estava no evento e ela é gostosa, eu resolvi mentir pro chefe e falar que estava tudo sob controle.
Daí eu chamei o Gonzalez, o Kelson, o Morley e o Tumor pra me ajudarem a preparar alimentos.
Primeiro eu peguei o pacote de Bonzo do Tumor (proteínas) e misturei com papel higiênico molhado (celulose).
Depois eu bati tudo no linquedificador, pra fazer uma massa uniforme.
Daí eu recortei essa massa uniforme em cubos e botei no forno, pra torrar.
Pronto, a polenta estava feita, com muito mais nutrientes e vitaminas do que a polenta original de verdade.
Não tinha carne, porque os bandidos levaram embora. Mas eu sou bem inteligente e sei que existe carne de soja.
Daí eu peguei toda a farinha de soja da cozinha e misturei com água, o que gerou uma gosma. Novamente, eu tive que usar papel higiênico, pra dar liga.
Tudo no forno, com um pouquinho de pimenta, pra dar cor e gosto.
Depois eu tive que criar várias variantes dessa carne, afinal, é um restaurante.
Primeiro eu mergulhei alguns pedaços de carne na cerveja.
Depois eu mergulhei outros pedaços no suco de laranja.
Daí eu fritei alguns pedaços dessa carne, pra fazer uns MecNuggets.
Eu fiz tudo até no formato da cabeça do frango, pra ficar igual ao original.
Alguns desses frangos eu mergulhei na água fervendo, pra fazer uma sopa.
Vocês acham que o banquete tava pronto?
Na-na-ni-na-não!
Depois eu ainda falei pra todo mundo tirar os cardassos do sapato, pra eu fazer o macaroni.
Esse foi fácil, porque foi só misturar com queijo e botar no forno, pro queijo derreter em cima.
Não tinha molho de tomate Sica, que é a marca que eu gosto.
Daí eu peguei morango mesmo, que é da mesma cor.
Depois eu peguei vários pedaços dos alimentos que eu fiz, botei numa marmita e fui embora.
Fin.

sábado, 2 de junho de 2012

Tabela periódica dos maus elementos

Hoje eu imprimi e coloquei na parede da delegacia a tabela actualizada dos maus elementos.
Dessa vez tem as fotos de cada um, pra ficar mais fácil de indentificar.
Como todos sabem, na aula de ciências, a tabela periódica é uctilizada para comparar o genoma das pessoas, dividindo elas em grupos.
Por exemplo, o grupo 8A começa com o Helio (de la Penha).
Isso significa que todos os outros integrantes desse grupo são negões com o olho claro.
Chico Mendes explica como isso acontece naquele livro sobre as ervilhas.
Outro exemplo é o grupo 7A, que começa com a letra F, de Fausto Silva.
Todos os elementos desse grupo são obrigatoriamente gordos, exceto o próprio Fausto Silva, que é um elemento de transição.
Na semana que vem eu vou falar sobre mecânica atlântica.

sábado, 26 de maio de 2012

Gordinho do Carrossel

Eu tenho quase certeza de que hoje eu vi o Gordinho do Carrossel andando na rua.
Outro dia eu já tinha visto o Gordinho dos Goonies.
Isso meio que me deixa com medo, porque outro dia eu vi esse vídeo no youtuy:
http://www.youtube.com/watch?v=FLpjS-E-jos
Agora eu tenho absoluta certeza de que os gordinhos estão me perseguindo na rua.
Outro dia eu vi esse aqui:
Daí eu pensei "Ô loco, meu!"
Agora eu vou comer.
Obrigado.

sábado, 19 de maio de 2012

Game Over

O fim do mundo está chegando.
De novo.
Daí eu fiz aqui uma lista de possibilidades para o fim:
1) Impacto de meteoróide.
2) Tempestade solar.
3) Tempestade lunar.
4) Tempestade.
5) Inverno nuclear.
6) Verão nuclear.
7) Matsunami (onda gigante japonesa)
8) Guerra fria.
9) Guerra quente.
10) Langoliers.
11) Era glacial.
12) Era uma vez.
13) Enriquecimento de urânio.
14) Empobrecimento de urânio.
15) Explosão de supernova.
16) Explosão de supervelha.

A propósito, nos ítens B,C, D e G, haveria a possibilidade de se
salvar com a construção da arca de Noel.

sábado, 12 de maio de 2012

Gigabaites

Eu estou sem memória.

sábado, 5 de maio de 2012

Ornitorrincologia

Ontem apareceu o pessoal da segurança do trabalho na delegacia.
Eu achei isso gozado, porque eu achava que eram os próprios policiais que cuidavam da segurança em uma delegacia.
Bom, daí eles inspecionaram o meu gabinete e falaram que ele estava 100% insalúbrel.
Isso deve ser bom, porque é a primeira vez que alguém fala que alguma coisa minha está 100%.
E ficou melhor ainda: eles me mandaram faltar o trabalho pra ir num consultório de ornitorrincolaringologia.
Eu não sei o que é isso, mas eu gozei.
Quando eu cheguei no ornitorrincolaringologista, ele me falou pra eu dizer "aaaaaaaahhhhhh", igual ao Arnold Schwarzenegger.
Quando eu disse "aaaaaahhhhh", voou um pouco de baba.
Daí o ornitorrincolaringologista falou: "Tudo bem, foi só um perdigoto."
Na hora que eu ouvi a palavra "perdigoto", eu comecei a passar mal.
Ainda bem que um ornitorrincolaringologista é um médico, daí ele pegou o estetoscóptero e verificou se eu tava vivo ainda.
Eu tava.
Mas a palavra "perdigoto" ficou gravada profundamente na minha memória.
Hoje de manhã eu entrei no gabinete do chefe e tive que fazer um relatório de ontem, porque ele queria uma justificativa pra eu ter faltado.
Eu consegui falar o meu relatório quase impecável, só que, quando eu tava chegando na palavra "perdigoto", eu comecei a passar mal.
É uma sensação estranha você sabe que está prestes a gozar.
Começa com um calor, depois vai pra um suor. Daí tem uma sensação de impossibilidade de manter os dentes do lado de dentro da boca.
E o pior de tudo é que, dessa vez que eu gozei, eu estava 100% consciente de que eu estava arremessando os meus perdigotos na direção do chefe.
Depois eu acordei no hospital.
Mas não era o ornitorrincolaringologista.

sábado, 28 de abril de 2012

Eu formatei o computador do chefe

Ontem o chefe mandou eu passar o antivirus no computador dele.
Só que, ao contrário do meu computador, o computador do chefe não tem vírus.
Daí, pro antivirus funcionar adequadamente, eu botei um vírus dentro do computador.
Aqui cabe uma observação: O antivírus do chefe é ruim. Não foi minha culpa que ele não conseguiu bloquear o vírus.
Daí o vírus apagou todos os arquivos do chefe (os quais, na minha opinião, ele deveria ter cópia no blogger, igual eu faço com os meus arquivos).
Ele apagou também o próprio antivirus e o próprio Uíndous.
Só que o vírus foi burro, porque, no final, ele apagou ele mesmo. Pra quem quiser, o link do vírus é esse aqui: www.virus.com.br
Bom, daí eu tinha que consertar o problema do chefe, porque, afinal, ele não pode ficar sem computador.
Eu não posso dar o meu computador pro chefe, senão eu não consigo escrever no blogger.
Daí o detetive Kelson me ajudou. Ele emprestou o computador da filha dele pro chefe usar:

sábado, 14 de abril de 2012

O Mesmo

Agora tem um elevador na delegacia.
O chefe falou que isso é por causa do projeto de accessibilidade da polícia.
Eu acho que é tudo uma questão de gozabilidade.
A delegacia só tem 2 andares, então o elevador só tem 2 botões. Daí eu treinei o Tumor, o cão policial pra usar esses botões.
Depois eu prossegui com uma série de experimentos científicos para determinar a segurança do aparato deslocacional.
Primeiro eu botei um kibe, com metade pra fora e metade pra dentro da porta do elevador.
Daí eu apertei o botão de subir e fui correndo pelas escadas pra ver se o kibe chegava lá em cima.
Como eu imaginei, só metade do kibe chegou. Isso é perigoso.
Daí eu botei um copo de ovomaltine bem no meio do elevador e fiz o mesmo procedimento.
O copo de ovomaltine chegou no destino sem derramar nenhuma gota. Passou nesse teste.
Daí eu resolvi fazer um negócio que desafia o espaço-tempo-continuum.
Eu peguei uma corda bem grande e botei metade no eleador e metade fora.
Daí eu refiz o procedimento anterior e, adivinha só:
Metade da corda ficou no andar de baixo e a outra metade ficou no andar de cima.
Daí eu pensei: "Será que eu abri uma passagem para outra dimensão?"
Daí eu fiquei com medo e fui embora.

sábado, 7 de abril de 2012

Curitybina

Então, eu fui no médico pedir um atestado pra não precisar trabalhar no festival de teatro de Curityba.
Só que ele falou que isso não era ético e não me deu.
Daí ele fez um monte de exame em mim.
No final, ele me receitou um negócio que fez eu gozar:


Daí eu fui na farmácia pra comprar o negócio.
Na hora que eu tava chegando na esquina da farmácia, eu comecei a rir e passei mal.
Só que eu me recompus e consegui entrar na farmácia.
A minha recomposição só durou tempo suficiente pra eu entregar a receita médica.
Na hora que o cara da farmácia começou a ler a receita, eu comecei a rir por dentro, porque eu sabia que, a qualquer momento, ele ia gozar.
Daí eu comecei a passar mal e ele chamou uma ambulância.
Ou seja, no final das contas, eu consegui o meu atestado.
Tudo por causa desse medicamento que, se eu escrever o nome aqui, eu vou passar mal.
Fin.

sábado, 31 de março de 2012

Festival de Teatro de Curitiba

Ontem o chefe falou que era pra eu fazer o policiamento do Festival de Teatro de Curitiba.
Daí eu escrevi um atestado, entreguei pra ele e fui embora.
Eu tenho medo. Pronto, falei.