domingo, 26 de dezembro de 2010

Medo

Ontem entrou um gato preto pela chaminé da delegacia.
Na hora eu fiquei com medo, porque eu achei que era o bom velhinho.
Depois eu fiquei com mais medo ainda, porque eu vi que era um gato preto. Talvez fosse o mesmo gato preto que fica falando nomes de pessoas no telhado.
Bom, daí eu fiquei com mais medo ainda, porque eu me lembrei de uma outra coisa que geralmente aparece nessa época do ano: o Espírito de Natal.
Eu tava sozinho na delegacia e eu meio que comecei a sentir a presença de coisas que não existem.
O Espírito de Natal é o que ajuda o bom velhinho a punir quem se comporta mal durante o ano, ou seja, eu.
Ele é tipo um homem do saco, só que virtual.
Todo espírito é meio que virtual.
Tomara que não apareça por aqui nenhum espírito de porco.
Falando nisso, aqui na região metropolitana de Curitiba existe uma criatura que é meio que uma mistura de javali com porco. Os cientistas chamam esse hibrido de Javaporco. Sem gozação. Se vocês acham que eu to gozando, entrem no Doogle e digitem “Javaporco”.
Bom, daí eu fiquei com mais medo ainda, porque, imaginem se aparece o espírito do javaporco.
Ia doer.
Daí eu tive uma presença de espírito e fui embora.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Eletricidade máxima

Hoje eu não tinha nada pra fazer e resolvi dar um choque no chefe.
Mas era só de brincadeirinha.
Eu não estou com a consciência pesada porque eu também tomei vários choques na hora que eu tava preparando a gozação.
Daí foi bem assim:
Primeiro eu tirei o fio do meu tênis e enfiei uma ponta na tomada.
Daí eu amarrei a outra ponta numa cadeira.
Daí eu sentei na cadeira pra testar.
Só que isso não deu certo.
Isso aconteceu por causa do coinfinciente de atrito da substancia que compõe o tênis.
Eu já meio que sabia que isso ia acontecer, porque quando eu tô de tênis e encosto na viatura eu não tomo choque.
Daí eu subi no telhado da delegacia e peguei o fio do para-raio.
Esse sim transmite electricidade.
Consequentemente, na hora que eu botei o fio na tomada, eu tomei um choque.
Daí eu resolvi fazer isso usando luvas. De borracha.
Isso deu certo.
Daí eu fiz todo o procedimento de botar o fio na cadeira e fiquei esperando o chefe sentar.
Eu tava no meu gabinete e a cadeira dele estava no gabinete dele.
Na hora que o chefe entrou na delegacia, eu comecei a rir. Muito.
Daí, e obvio que ele foi direto no meu gabinete perguntar o que tava acontecendo.
Eu respondi pra ele que eu tinha acabado de ler uma piada eletrizante na internet.
Quando eu percebi que eu tinha feito, involuntariamente, uma piada, eu comecei a rir. Por dentro.
Eu comecei a gozar por dentro também.
Daí o chefe foi pra dentro do gabinete dele.
A partir desse momento, começou a acontecer uma gozação atrás da outra, antes de chegar no grande ápice da sentada na cadeira.
Primeiro, o chefe fez um telefonema no celular.
Daí ele disse: “Alô, aí é do batalhão de choque?”
Na hora que ele falou a palavra “choque”, eu tava tomando ovomaltine e o achocolatado saiu pelo meu nariz.
Depois, o chefe falou que o clima de guerra com os traficantes em Curitiba tava tão forte que parecia a Tomada da Bastilha.
Na hora que ele falou “tomada”, eu tava com dor de barriga e sujei as calças.
Daí eu tive que ir no banheiro me limpar.
Quando eu voltei, o chefe não estava no gabinete.
Daí eu resolvi testar a cadeira electrica.
Tomei um choque.
Daí eu tive que ir no banheiro novamente.
Só que, dessa vez, eu precisei fazer o numero 1 tambem.
Bem nesse exato momento, o chefe entrou no banheiro.
Enquanto eu mijava, ele perguntou pra mim se eu não tava chocado com os níveis de violência em Curitiba.
Quando eu ouvi a palavra “chocado”, eu mijei pra todo lado.
Finalmente, o chefe resolveu ir pro gabinete.
Como o chefe é velho, na hora que ele sentou, ele foi se abaixando bem devagar. Daí, em um determinado momento, saiu um raiozinho da cadeira e entrou na bunda dele.
Nessa hora eu comecei a rir e a passar mal.
Quando eu vi que o chefe nem sentiu o choque, porque ele é gordo, eu comecei a rir mais ainda. E a passar mal mais ainda.
Quando eu achei que não tinha mais como passar mal, o Detetive Kelso veio correndo e falou: “ O Ramirez tá passando mal. Tragam o desfibrilador!!!”
Quando eu ouvi a palavra “desfibrilador”, eu tive um troço e fiquei desacordado.
Depois eu acordei no hospital com vários médicos chocados com o meu estado físico.
Fim.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Hidreto de Sulfônio

Hoje eu inventei uma substância química nova.
Eu tive que inventar essa substância porque eu estava sem munição pra prender o bandido.
Foi bem assim:
Eu tava dentro da lanchonete Aderbal`s, que é uma famosa rede de Fest Fúd da região metropolitana de Curitiba.
Daí, bem na hora que eu ia ingerir o meu Aderlanche Feliz, entrou um monte de gente atirando na lanchonete.
Eu, mais do que rapidamente, escondi o Adershake e as Aderfritas pra elas não levarem um tiro.
O Aderburguer eu escondi no meu estômago.
Só que eu precisava contra-atacar os bandidos, porque eu precisava continuar comendo.
Foi nessa hora que eu tive uma idéia genial.
Eu fui até o balcão e pedi várias garrafas de Pop-cola e vários pacotes de Mentos.
Todo mundo sabe que, quando se mistura Pop-cola com Mentos, acontece uma reação química exoesquelética (que produz gozação).
Daí eu fiz isso.
Em cerca de 5 segundos, as garrafas de Pop-cola começaram a lançar o líquido explosivo na direção dos bandidos, os quais foram derrubados e sofreram queimaduras de 15° grau.
Depois eu fui ver o estrago e percebi que havia um resíduo da reação química. Daí eu decidi arbitrariamente dar um nome pra esse resíduo. O nome é Hidreto de Sulfônio.
Fim.

sábado, 4 de dezembro de 2010

sábado, 27 de novembro de 2010

Safari

Ontem tinha um evento lá no zoológico de Curitiba. Daí eu fui chamado pra fazer a segurança.
Só que o meu trabalho era apenas ficar na porta do Zoo, cuidando pra não entrar nenhum meliante.
Daí, como o chefe não tava lá pra me repreender, eu aproveitei pra visitar o zoológico de graça.
Eu falei pro pessoal que trabalha lá que, como eu era da polícia, eu tinha que entrar e andar por todo o terreno com a minha viatura, pra fazer o reconhecimento do local. Sozinho.
Daí eu entrei na viatura e fui.
Isso me lembrou daquele filme que tinha uns dinossauros que pulavam a cerca eléctrica e iam atacar os turistas dentro de um carro. Joracy Park.
Eu fiquei com medo disso especialmente na hora que eu passei perto das girafas, que, na escala evolucionária, são descendentes diretos dos dinossauros.
Depois eu passei do lado de uma jaula com hienas, que se parecem com cachorros e, conseqüentemente, são descendentes diretos do tiranossauro rex.
Daí eu me perdi.
Eu continuei dirigindo e achei que tava chegando no prédio da administração do zoológico novamente. Mas, ao invés de aparecer o prédio, começou a aparecer mais mato ao redor da viatura. Daí eu liguei o giroflex, por precaução.
Nessa hora, saiu um monte de bicho correndo de perto da viatura.
Eu não tinha visto que essas criaturas estavam ali, por causa do mato.
Eram pterodontes.
Daí eu continuei dirigindo pela savana.
De repentemente, eu vi uma placa que dizia: "Macaco-aranha".
Agora, raciocinem comigo: Um macaco, em algumas situações, pode ser algo perigoso. Uma aranha, em todas as situações, é perigosa.
Daí eu fechei o vidro da viatura.
É impressionante como as coisas que a gente tem medo sempre atacam primeiro.
Eu poderia ter sido atacado por todos os bichos nativos da fauna e da flora brasileira, tais como: o leão, o urso, a girafa, o elefante, o panda, etc.
Mas não.
Os primeiros bichos que me atacaram foram os macacos-aranhas.
Na hora que eu fechei o vidro, as criaturas começaram a aparecer por todos os lados e pularam em cima da viatura.
Daí eu acelerei.
Só que, ao invés de caírem da viatura, os primata-artrópodas continuaram grudados.
Daí, em uma manobra ousada, eu virei a viatura 360 graus e fui até o lugar que tinha os pterodontes. Eu acho.
A minha idéia era fazer com que os dinossauros comessem os macacos grudados no carro, só que sem comer o carro, porque tem gosto ruim.
Isso deu errado, porque eu tinha me esquecido que não tinham dinossauros de verdade.
Daí eu resolvi acelerar, porque era possível que eles ficassem com medo da velocidade.
Agora eu estou no hospital. E os macacos também.

sábado, 20 de novembro de 2010

Policiologia rai-téc

Eu inventei um serviço novo de internet, que eu vou sugerir pro Estive Djóbs, da Gúgou.
O nome do serviço é Gúgou Polícia.
O objetivo é mostrar, em um mapa com fotos de satélite, onde ficam os bandidos de cada cidade.
Daí, o policial vai entrar no site e vai digitar, por exemplo,"Bandidos em Curitiba".
O gúgou vai dizer pro policial não só os nomes dos bandidos, mas também o local onde os bandidos se encontram naquele exacto momento.
Daí vai ter um link do youtuy mostrando as câmeras de segurança das lojas da região do bandido.
Quando o bandido tentar roubar uma loja, a imagem dele já vai estar no youtuy.
Com apenas um clique na cara do meliante, o policial vai conseguir acesar o perfil do bandido pelo yorkut, pelo iarrú, pelo fêisbuk, pelo twister ou pelo faierfócs.
Daí vai ter um botão nesses sites que o policial vai apertar e vai aparecer escrito "bandido" na cara do bandido.
Vai ter também um joguinho, no qual as pessoas podem prender os bandidos, apostar corrida com eles ou fazer uma fazenda.
Quem fizer uma fazenda vai ficar com o yorkut cor de rosa.
Vai ter um link pra câmera de segurança da minha viatura também.
Eu vou patentear isso.
Nesse exato momento.

sábado, 13 de novembro de 2010

Biscoitos Sortidos

Eu sempre como um pacote de biscoitos sortidos antes de entrar na internet da delegacia.
Eu gosto de comer biscoitos sortidos porque sempre tem uma surpresa no biscoito seguinte que eu vou comer.
Hoje veio uma surpresa bem desagradável no meu pacote.
Era uma barata.
Mas não uma barata no sentido de que eu compro o pacote em uma barraca na esquina da delegacia por apenas 25 centavos.
Barata no sentido de que era um animal da espécie artrófoda.
Daí eu fiquei com nojinho.
Daí eu telefonei pro telefone celular do cara que vende os biscoitos lá na esquina. Eu falei pra ele que o produto tava com defeito e que, de acordo com o estatuto do torcedor, eu ia ter que prender ele.
Só que, daí, ele me respondeu que o estatuto do torcedor sempre tenta fazer um acordo entre as partes envolvidas, sem necessariamente precisar de uma prisão.
Daí ele me falou que era só eu levar o pacote de biscoitos sortidos de volta pra ele, que ele ia me devolver os 25 centavos e ainda ia me dar um pacote novo.
Eu gostei muito desse negócio de estatuto do torcedor.
Tomara que eu encontre mais uma barata no pacote novo, pra eu ganhar mais um de graça.

sábado, 6 de novembro de 2010

Top 10

10 - Fausto Silva
9 - Gilberto Barros
8 - João Gordo
7 - Igor Dão
6 - Comissário Gordon
5 - Jaime Lerner
4 - Seu Barriga
3 - Nhonho
2 - Jaime Palito
1 - Gordinho dos Goonies

sábado, 30 de outubro de 2010

Lactopulga

Ontem o Tumor, o cão policial da delegacia, foi fazer uma apreensão de drogas em uma favela de Curitiba que eu não posso divulgar o nome por questões de segurança.
É aquela favela perto do Jardim Botânico. A única que fica perto do centro.
Eu não sabia que ele tinha ido fazer essa apreensão de drogas.
Na realidade, ninguém da delegacia sabia que ele tinha ido lá.
Bom, daí ele cumpriu a missão dele e trouxe várias sacolas de entorpecentes pra delegacia.
Só que, como ele meio que trabalhou de agente secreto, ele acabou se envolvendo com uma cadelinha da raça Brazilian Streetdog.
É óbvio que eu não sabia de nada disso também.
Na realidade, eu só fiquei sabendo de toda a história porque o traficante (dono da cadelinha) foi seguindo o Tumor pela rua e acabou
acidentalmente chegando na delegacia.
Eu só descobri que o cara era bandido porque ele estava disparando tiros contra o Tumor.
O Tumor é muito veloz e desvia dos tiros, igual naquele filme do Keanuss Rível.
Na hora que eu vi o que estava acontecendo na rua, eu logo fui proteger a minha viatura.
O bandido foi preso em fragrante e eu consegui salvar os meus bens materiais.
Só que, após o envolvimento com a cadelinha, o Tumor ficou com uma DST.
Daí eu me lembrei de um medicamento chamado Lactopulga e fui comprar esse negócio na farmácia da esquina.
O Lactopulga ajuda o cão a fazer as suas atividades normais , como latir (lacto) e também evita a entrada de bactérias como pulgas
(pulga) dentro dos cromossomos do animal.
O Tumor não vai mais ter câncer.

sábado, 16 de outubro de 2010

Química

Hoje eu entrei no Google e pesquisei a palavra “Sulfeto”
Daí eu encontrei a seguinte frase: “Em química, um sulfeto (em português de Portugal, sulfureto) é a combinação do enxofre (estado de oxidação -2) com um elemento químico ou um radical.”
Duas coisas me chamaram atenção nessa frase.
Primeiro: “Sulfureto”
É impressionante como, em Portugal, até uma coisa que já é gozada pode ficar ainda mais gozada.
Quando eu li a palavra “sulfureto”, eu comecei a rir e passei mal. Eu acho que esse talvez seja o efeito da ingestão do sulfureto também.
A segunda coisa que me chamou a atenção foi: “a combinação do enxofre (estado de oxidação -2) com um elemento químico ou um radical.”
A palavra “radical” indica que, além de ser gozado, o sulfeto (ou sulfureto) também é emocionante.
No mesmo artigo do Vickpedia, eu encontrei a substancia chamada "Argentita".
Daí eu gozei.

sábado, 2 de outubro de 2010

Ectoplasma

Ontem eu entrei na internet pra procurar um serviço especializado que pudesse resolver o principal (na minha opinião) problema da delegacia.
Eu encontrei eles, os gôstbãsters!














Daí eu chamei eles pra ir na delegacia, só que, na hora que eles chegaram, eu percebi que era só um bando de malucos que fingiam que eram os gôstbãsters.
Ou seja, eu continuei com aquele problema da bolha que sai do negocio de água, do gato que fala nomes de pessoas no telhado e da foto do chefe morto na parede.
Em uma outra pesquisa relacionada na internet, eu encontrei isso aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=JBIl5PbKpIw

sábado, 25 de setembro de 2010

Higiene bucal

Ontem eu fui no dentista depois de mais de 5 anos sem ir (porque eu tava com medo que ele me botasse um aparelho).
Daí eu tive uma notícia muito boa: ele me falou que o estado de conservação dos meus dentes está tão ruim que não dava pra colocar aparelho, senão os dentes iam cair.
E a notícia ficou mais boa ainda: ele falou que o que contribuía pra manter os meus dentes desse jeito era o excesso de cigarro.
Ou seja, quanto mais eu fumar, menos eu vou precisar usar aparelho.
Amanhã eu vou no dentista novamente, pra ver se ele me fala algo sobre cerveja.

sábado, 18 de setembro de 2010

Ovomaltine

Ontem eu tava numa reunião com o chefe.
Tava só eu e ele, no gabinete dele.
Eu tava tomando ovomaltine.
Eu me lembro que ele tava falando coisas importantes, só que, por alguma razão, eu não tava conseguindo me concentrar.
Daí eu me lembro que eu via a boca dele se mexendo, só que as palavras não faziam nenhum sentido.
Em um determinado momento, ele falou a expressão "gozar dos direitos".
Daí eu comecei a prestar atenção novamente, por cerca de 15 segundos.
Teve uma hora que ele começou a me mostrar uns documentos, que também não faziam nenhum sentido.
Eu mencionei que eu tava usando um canudo pra tomar o ovomaltine?
Então, daí eu peguei o ovomaltine e comecei a assoprar dentro do canudo, pra fazer bolhas.
Nessa hora o chefe parou e perguntou se eu tava prestando atenção de verdade.
Daí eu parei de assoprar e comecei a sugar o ovomaltine, pra fingir que não tinha acontecido nada.
Só que teve uma hora que eu prestei atenção de verdade na cara do chefe.
Eu não deveria ter feito isso, porque, nessa hora, eu cheguei à conclusão de que o chefe era igualzinho ao cara da bom-bril.
Daí eu comecei a rir e soltei ovomaltine pelo nariz.
Só que eu me dei mal, e não foi do jeito que vocês estão imaginando.
Sem eu saber (porque eu não tava prestando atenção), o chefe tinha feito eu assinar documentos que diziam que eu ia fazer hora extra pra supervisionar a segurança da parada gay.
O chefe me gozou na cara

sábado, 11 de setembro de 2010

Spock

Hoje eu tomei um tiro de raio leizer.
Eu já meio que imaginava que isso poderia acontecer algum dia, afinal, nos já estamos no futuro.
So que eu tava sem o colete a prova de balas.
Daí doeu.
Na realidade, isso foi um acidente causado por mim mesmo, enquanto eu seguia instruções desse site aqui:
http://www.gizmodo.com.br/conteudo/faca-uma-arma-laser-partir-do-cadaver-de-um-drive-de-hd-dvd

domingo, 5 de setembro de 2010

Efeitos Especiais

Ontem apareceu uma tecnologia nova e revolucionária no cinema.
O 3G.
Com o 3G é possível olhar para o filme e ver as imagens e as cores saindo da tela.
A primeira vez que eu vi essa tecnologia foi num festival de musicas, nos anos 60, em Piraquara.
Só que era bem diferente.
Pra ver as imagens e as cores saíndo do filme, tinha que ingerir uma substância.
Quanto mais você ingeria da substância, mais cores e imagens você ia enxergar.
Essa tecnologia tinha um detalhe a mais que não existe hoje em dia: era possível ver as imagens paradas, tipo fotos, ficarem em movimento.
Eu não tenho memória do que aconteceu entre os anos 60 (quando eu era jovem) e os anos 80 (quando eu era policial).

sábado, 28 de agosto de 2010

Almofada Peidofônica

Algum engraçadinho levou pra delegacia uma almofada que faz barulho de pum quando as pessoas sentam em cima.
Eu fui o primeiro a cair na gozação.
Só que eu achei que tinha sido eu mesmo de verdade que tinha feito o pum.
Daí eu não me levantei.
Na realidade eu fiquei por horas sentado na frente do computador sem perceber que a almofada peidofônica estava embaixo da minha bunda.
Deu tempo de acessar o Doggler, o Yarru, o Netsqueipe e o Rótmeil.
Eu me mexi várias vezes e ouvi o barulho do pum.
Continuei achando que era de verdade.
Daí eu comecei a ouvir umas risadinhas no corredor da delegacia.
Na hora que eu me levantei pra ver o que era, eu vi a almofada peidofônica na minha cadeira.
Daí eu pensei: "Filha da puta!"
Daí eu falei: "Filha da puta!"
Quando eu falei, foi bem mais devagar e mais alto do que quando eu pensei.
Eu sabia exatamente quem era o responsável pela gozação.
Ou era o detetive Morley, ou o detetive Kelso, ou o Gonzalez.
Daí, pra contra-gozar com categoria, eu peguei a almofada peidofônica e dei um pum de verdade dentro dela.
Daí, a próxima pessoa que sentasse nela ia sentir o cheiro do pum.
É óbvio que eu botei na cadeira do chefe.
Fim.

P.S. : Na próxima semana eu vou botar hélio dentro da almofada peidofônica. Daí, ao invés do barulho do pum fazer prrrrôôôômmm, ele vai fazer fuuuuiiiiiiiimmmmm.

domingo, 22 de agosto de 2010

Eleições

Vocês acharam que eu ia fazer propaganda de mim mesmo como vereador, né?
Só que eu não vou.
Hoje eu vou contar a história das eleições no planeta Terra.
No longínquo ano de 1500, quando o império inca dominava o planalto central, os europeus chegaram ao Brasil.
De repentemente, o Napoleão virou presidente da Europa e o pessoal da América teve que fazer um acordo com os incas pra criar um governo próprio.
Nessa época, os incas já eram muito mais tecnologicamente avançados do que os europeus. Daí, eles criaram um sistema no qual as pessoas entravam em pirâmides e apertavam um botão que fazia com que caísse uma bola (igual aquela do Indiana Jonas).
Daí, os candidatos ficavam esperando em uma parede até que a bola batesse em um deles.
O candidato atingido pela bola morria esmagado automaticamente.
No final, o candidato que ficasse vivo era eleito.
Esse foi o primeiro sistema de urna electrônica registrado nos anais da política mundial.
Nos anos seguintes, vários sistemas de governo foram se sucedendo:
- Absolutismo
- Feudalismo
- Egocentrismo
- Sensacionalismo
- Aneurismo
- Polidactilismo

Hoje, no Brasil, estamos na fase do Sensacionalismo.

sábado, 14 de agosto de 2010

Pré-história

Hoje eu vou falar um pouco sobre como aconteceu a extinção dos dinossauros.
Primeiro temos que contextualizacionar onde os dinossauros se encaixam na história do planeta.
Cerca de 180 trilhões de anos atrás, as coisas que existiam no planeta Terra (principalmente sulfetos) começaram a entrar em decomposição.
Como todo mundo sabe, a decomposição só acontece quando tem bactérias.
Então, nesse processo de seleção natural, surgiu a vida na Terra, na forma de bactérias.
Daí, as bactérias terminaram de comer os sulfetos e ficaram sem alimentos.
Foi nesse momento que elas se separaram em dois grandes grupos biológicos: as bactérias que comem e as que são comidas pelas que comem.
As que são comidas tentaram ficar mais fortes pra ganharem das que comem. Pra isso, elas se juntaram em grupos que viraram bichos. Tipo assim: algumas bactérias formavam a cabeça do bicho, outras o tronco, e outras os membros.
Daí, nesse exato momento, as outras bactérias resolveram se juntar em bichos maiores, pra continuar se alimentando. Foi aí que surgiu o antecessor do dinossauro, o unissauro.
A evolução aconteceria da seguinte forma: unissauro, dinossauro, trinossauro, quadrinossauro, etc.
Só que, daí, aconteceu uma desástrofe e parou tudo no dinossauro.
Alguns cientistas dizem que foi por causa de um meteórico. Outros dizem que foi por causa de uma epidemia de gripe suíça.
Eu acho que foi a opção A, porque se foi pela B, os dinossauros vão acabar se extinguindo-se novamente.
Na semana que vem eu vou falar como surgiram as eleições.
Obrigado.

domingo, 8 de agosto de 2010

Fantasmas na delegacia

Em nome de mim mesmo e do resto do pessoal que faz o turno da noite na delegacia, eu gostaria de manifestar a minha indignação com relação a atividades paranormais ocorridas no período em questão.
Eu acredito que aparições ectoplasmáticas não são condizentes com o ambiente saudável e productivo de uma delegacia.
Gostaria de frisar que, principalmente, os seguintes itens são bem perturbadores e impedem um trabalho adequado:
- Bolha que sai do bebedouro.
- Gato preto que fica falando nomes de pessoas no telhado da delegacia (algum dia ele pode falar o meu nome e eu vou ficar com medo).
- Foto do antigo chefe (que morreu em 2003) pendurada na parede, olhando para as pessoas.
- Computador da maçã, que ao invés de ligar com uma musiquinha feliz igual ao windows, abre com um barulho do além.
- Heliporto (serve como pista de pouso e extraterrestres).

Obrigado.

domingo, 1 de agosto de 2010

Detetive Télson

Ontem eu descobri um negócio das ciências biológicas que rendeu milhões de piadas na delegacia.
Deixa eu contextualizacionar:
Tem um cara aqui em Curitiba (só que ele é australiano, ele só trabalha aqui.) o nome dele é Jack Trouble.
Ele faz um programa de TV no qual ele pega animais de todo tipo e mostra pra câmera.
Às vezes ele leva uma picadura, e é muito gozado quando isso acontece.
Eu assisto o programa dele na TV todo dia. O Tumor também assiste.
Hoje, como não tinha acontecido nenhum crime, tava todo mundo simultaneamente ao mesmo tempo na delegacia.
Daí a gente ligou a televisão e ficou assistindo o programa do Jack Trouble. Na metade do programa, ele pegou um escorpião e foi mostrando
as partes da anatomia da criatura.
É lógico que todo mundo começou a falar de partes da anatomia sexual humana, por comparação. Daí todo mundo ficou dando risada
practicamente durante o programa inteiro.
Daí, na hora que o Jack Trouble falou que o lugar por onde saía o veneno se chamava Télson, todo mundo parou de rir e ficou em silêncio
por uns 15 segundos.
Daí todo mundo olhou pro detetive Kelson.
Daí ficou mais uns 15 segundos de silêncio.
Daí todo mundo começou a rir apontando para o Detetive Felson.
Agora eu tenho que verificar quais outros nomes de outras partes de outros animais também tem outros nomes parceidos com os outros nomes
de outras pessoas.

sábado, 24 de julho de 2010

Aldo Novak

Ontem aconteceu um negócio que eu fiquei com muito medo.
Eu tava fazendo a minha patrulha noturna pela região metropolitana de Curitiba. Fazer isso é algo de extrema periculosidade. A região metropolitana de Curitiba não é tão moderna e civilizada quanto a região central, onde fica o Shopping Italia.
Em outros dias, só fazendo a patrulha (nisso desconsideramos perseguições policiais, sequestros, etc.) eu já levei cerca de 50 tiros.
Sempre tem alguém que enxerga a viatura e dá uns tiros. Tem uma piazada que fica cheirando maconha nas calçadas. Eu já me acostumei com isso.
Só que ontem foi diferente.
Já começou estranho, porque não tinha ninguém na rua.
Primeiro eu pensei que talvez fosse por causa do inverno, mas não.
Curitiba está passando por uma onda de calor extremo: 20°C
Daí eu pensei imediatamente: "Tem algum tipo de gozação acontecendo!"
Daí eu fui dirigindo até Colombo, que é um bairro barra pesada da região metropolitana. Lá eu tinha quase certeza de que havia a possibilidade de que poderia ter um tiroteio.
Só que não.
As ruas estavam inteiras vazias.
Daí eu estacionei a viatura e comecei a andar a pé.
Eu andei por cerca de mais ou menos 30 minutos e não apareceu nenhum meliante.
Daí eu comecei a gritar: "Ei, eu sou da polícia! Atirem contra mim!"
Só que não aconteceu nada.
Eu pensei 3 possibilidades:
1) Era realmente uma gozação com a minha cara.
2) Todo mundo havia sido sequestrado por extraterrestres, menos eu.
3) Eu estava dormindo e sonhando.
Eu escolhi a opção C e comecei a gritar: "Ei, eu estou sonhando! Essa é a última chance de atirar em mim antes de eu acordar!"
Isso também não teve resultado.
Infelizmente, nessa hora eu descobri que a alternativa correta era a B!
Depois de alguns segundos de silêncio, começou a sair um barulho do nada. Um barulho de coisa girando.
Daí eu já fiquei meio esperto e peguei o meu revólver.
Eu sempre pego o revólver porque é procedimento padrão da polícia.
Quando tem tiroteio de verdade, o que faz a diferença mesmo é o colete à prova de balas.
Além disso, eu já levei vários tiros. Eu sempre acordo relativamente bem no hospital, então eu nem tenho medo mais.
Só que, na hora que eu descobri que não ia ser um tiroteio, eu fiquei com medo.
O barulho de coisa girando ficou mais forte e eu comecei a olhar ao redor pra procurar a origem.
Foi nessa hora que eu vi um negócio com várias luzes se aproximando no céu.
Isso me deu medo, porque, apesar de ser um objeto voador não indentificado, eu sabia exatamente o que era. Eram os extraterrestres vindo me pegar.
Daí eu comecei a atirar contra as luzes. Só que as luzes não caíram como eu esperava.
Eu cheguei à conclusão de que era o esudo deflector do OVNI que estava repelindo as balas.
Como eu sou muito inteligente, eu me lembrei das aulas de química do Beakman e cheguei à conclusão de que o escudo só conseguia repelir as balas porque elas são metálicas e, consequentemente, susceptíveis ao electromagnectismo.
Daí eu peguei o meu armamento de balas de borracha e comecei a atirar no OVNI.
Nessa hora, os traficantes da região ouviram o barulho e começaram a sair dos barracos. Atirando.
Daí eu parei de atirar e me joguei no chão, porque virou um tiroteio generalizado.
Eu tive que rolar no chão igual ao Cristofer Lambert e me escondi atrás da viatura.
A viatura levou alguns tiros pra me proteger.
Como os bandidos foram pegos de surpresa, eles estavam atirando aleatoriamente pra todos os lados. Eu também.
Foi nessa hora que aconteceu algo inesperado. O OVNI chegou mais perto e começou a atirar em todo mundo.
A região metropolitana de Curitiba virou uma zona de guerra. Entre eu (da polícia), os traficantes colombianos (de Colombo) e os marcianos (do espaço sideral).
Daí eu peguei o meu radinho e chamei reforços.
Em cerca de 5 minutos, tinha 3 helicópteros e umas 50 viaturas. Igual ao que aconteceu na final do campeonato, quando o J. Malutrelli perdeu e a torcida invadiu o gramado.
O OVNI continuou atirando. E chegou mais perto.
Só que a polícia tava atirando só contra os traficantes.
Daí eu puxei a responsabilidade pra mim e voltei a atirar contra o OVNI.
Dentro da minha viatura, eu tenho bombas caseiras que eu mesmo construí.
O OVNI começou a descer na minha direção. Pra pousar.
Quando ele chegou bem perto, eu larguei as minhas bombas no lugar que ele ia pousar e deixei um rastro de pólvora.
Daí eu acendi a pólvora e saí correndo.
Quando o OVNI tocou o chão, aconteceu a explosão.
A potência explosiva fez com que todos os vidros de todos os barracos quebrassem simultaneamente.
A minha viatura, que estava a poucos metros da explosão, deu duas cambalhotas no ar e caiu intacta (felizmente) e com as rodas no chão.
Os policiais e os traficantes também voaram com a força da explosão.
Teria sido um espetáculo maior se os helicópteros tivessem caído.
Só que eles não caíram.
Mas isso foi bom, porque depois eles foram dar os primeiros socorros pra todo mundo.
Pra mim, especialmente, porque eu tava mais perto da explosão.
Hoje de manhã eu recebi uma medalha da polícia. Só que eles me falaram que era por eu ter ajudado a prender os traficantes.
Daí eu perguntei sobre o OVNI. O chefe me falou que, na verdade, o OVNI era um balão, que os traficantes usaram pra anunciar a chegada das drogas.
Ele disse que as explosões e o barulho vindos do OVNI eram fogos de artifício, também usados pra anunciar as drogas.
No final das contas, eu cheguei à conclusão de que o governo aproveitou que eu explodi o OVNI pra encobrir as provas da existência de seres extraterrestres.

sábado, 17 de julho de 2010

Biodiversidade biológica

Biodiversidade biológica

Tá chegando o fim do mundo. Eu queria aproveitar esse momento para fazer uma reflexão sobre as coisas naturais da natureza.
Como vereador da cidade de Curitiba, eu pensei em criar uma série de metas para 2012 (fim do mundo).
Até lá, o objetivo da minha campanha é parar com a extinção de espécies e inverter o processo, fazendo com que apareçam cada vez mais espécies novas, como o ornitorrinco.
Desta forma, iremos transformar a biodiversidade em triodiversidade, quadridiversidade e assim por diante.
Daí vocês me perguntam: "Como criar espécies novas?"
Daí eu respondo: "Com o simples processo de cruzamento, ensinado pelo pai da genética, Gregory Peck, e suas ervilhas, no século XIXI AC/DC."
Pegamos, por exemplo, o tubarão e cruzamos com o papagaio. Daí, o resultado vai ser o papagão, um tubarão que fala. Em baixo da água.
Vocês acham que isso é de mentira, mas existe de verdade.
Outro dia o detetive Kelson veio me perguntar se eu conhecia o filhote de Quero-quero com Pica-pau. Eu não conhecia.
Outros exemplos que já existem:
- Cavalo marinho.
- Peixe-boi.
- Macaco-aranha.
- Homem-aranha.
- Monga, a mulher gorila.
- Mulher-gato.
- Leão-lobo.

domingo, 11 de julho de 2010

Minha viatura querida do coração

Ontem teve um sequestro relâmpago do lado da minha casa. O bandido não se ligou que eu era da polícia.
Foi bem assim:
Eu tinha esquecido de ir trabalhar, então eu tava em casa.
Daí tinha um grupo de moleques brincando na rua e eles começaram a tocar a campainha da minha casa.
Na hora que eu ia olhar na janela, eles saíam correndo e eu não os via.
Daí eu peguei a minha vuvuzela e fiquei esperando com a ponta dela na janela pra dar um susto neles.
Só que a campainha não tocou novamente.
Daí eu pensei em 3 possibilidades:
1) Eles desistiram.
2) Eles foram sequestrados.
3) Eles foram sequestrados por extraterrestres.
4) Eles cresceram.
5) As mães deles brigaram com eles.

Apesar de eu acreditar mais na opção D, eu fiquei com medo da opção C.
Daí eu fui olhar na rua o que, de facto, havia ocorrido.
Foi nessa hora que vieram as mães correndo pedir ajuda porque as crianças estavam de posse de bandidos.
Daí, ao invés de ajudar imediatamente, eu fiquei esperando um pouquinho, porque, se eles estavam me gozando pelas costas, eu ia gozar eles um pouquinho.
Daí eu cansei de esperar e peguei a minha viatura.
Eu perguntei pras mães pra que lado os sequestradores tinham ido.
Daí eu arranquei pro lado contrário, só de zoação.
Só que isso foi meio que ruim, porque, quando eu dei a volta na quadra, os sequestradores estavam atrás de mim.
Como eu estava com o giroflex da minha viatura ligado, eles me indentificaram e começaram a me perseguir com a viatura deles.
Daí eu me dei mal.
Eles começaram a atirar em mim.
Como eu sou esperto, eu comecei a fugir na direção da delegacia.
Eu peguei o meu radinho da polícia e avisei o chefe que era pra me receber com balas. De revólver.
Só que ele achou que eu tava gozando.
Daí eu tive a idéia de fazer uma manobra radical:
Primeiro eu passava com a minha viatura por dentro do Shopping Italia. Simultaneamente, ao mesmo tempo, eu dava uns tiros nos pilares, pra desestruturar a estrutura do prédio. Daí, quando os bandidos passassem atrás de mim, o prédio ia cair em cima deles.
Só que não deu certo pelos seguintes motivos:
1) O prédio não caiu.
2) Os bandidos não quiseram entrar no prédio atrás de mim.
3) Eu me machuquei e doeu.
Só que isso foi meio que bom, porque, além da polícia ter prendido os bandidos na rua sem eu precisar fazer nada, fui eu que ganhei uma medalha, por coragem e bravura.
Agora eu quero ver quem vai pagar o estrago da minha viatura. É um modelo de 1975, que não fabricam mais.
Tem todo um valor sentimental.
Eu queria mobilizar a comunidade pra aproveitar esse momento e consertar a minha viatura, igual naquela vez que deram uma bicicleta nova pro Oil Man.
Obrigado.

sábado, 3 de julho de 2010

Ligeirinho

Hoje eu vou contar um pouco da história do sistema de transporte colectivo de Curitiba.
Como todos sabem, o sistema de transporte colectivo de Curitiba é o mais antigo do planeta Terra.
Os primeiros registros são de 4500 AC/DC.
Na época, os indios Tupinambis (que ocupavam praticamente toda a região do Mercosul) construiram uma complexa rede de deslocamento entre as aldeias (atuais bairros) de Curitiba.
Os primeiros meios de transporte eram privilégio dos imperadores astecas.
Eles se deslocavam por Curitiba em cima de banquinhos que eram carregados pelos escravos.
Por volta de 1500 AC/DC os escravos começaram a carregar 2 banquinhos por vez.
E assim foi até a metade da idade média, quando já eram cerca de 15 bancos. O número de escravos aumentou também.
Nessa época, inventaram uma casca que cobria as pessoas dos banquinhos. Foi nesse momento que o conceito de ômnibus começou a tomar forma.
Como as ruas de Curitiba ainda eram bem apertadas, os ômnibus não conseguiam fazer a curva. Daí inventaram aquelas sanfonas que tem entre um pedaço e outro do ômnibus.
Existem vários registros históricos de tudo isso.
Em 1970, com a abolidura da escravidão, os escravos foram substituídos por motores eléctricos.
Fin.

sábado, 26 de junho de 2010

Bigode

Nessa época de olimpíadas eu sempre me lembro daquela vez que o Pelé veio pra Curitiba e eu dei um tiro nele, acidentalmente.
Na realidade, era um evento que tava acontecendo pra divulgar o Pinheirão, que era onde ia acontecer as olimpíadas.
Daí, veio o Pelé, o Faustão, o Serginho Malandro, o Nigel Mansell e o Maradona.
De todos esses, quem vocês acham que era o meu alvo de verdade?
Enfim, eu errei e dei um tiro no Pelé.
Eu me lembro que eu botei a culpa no Gonzalez.
Depois teve uma reunião na delegacia e teve toda uma investigação.
No final da reunião, a gente chegou à conclusão de que o Nigel Mansell era parecido com o Sicupira, só por causa do bigode.
Eu vou pedir pro detetive Mosley e pro detetive Kelson pegar uma foto do Sicupira e tirar o bigode dele no Fotoxóp.

sábado, 19 de junho de 2010

Master Sistem

Hoje teve campeonato de Master Sistem na delegacia.
O Detetive Morley levou o vídeo gayme e o detetive Kelso levou os cartuchos.
Eu escolhi o cartucho do Sonic pra jogar.
O Gonzalez escolheu o cartucho do Alex Kid.
Só que daí a gente não jogou, porque o Morley e o Kelso ficaram monopolizando.
E impressionante o que a tecnologia atual de hoje em dia não faz, né?
Você aperta um botão no joistic e o bonequinho do Alex Kid da um soco no bonequinho do Jabba the Hut.
Eles estão inventando esses jogos modernos agora, na era digital.
Isso tem a ver com a globulizalizacão também.
Enfim, daí eu descobri um truque pra fazer as coisas digitais funcionarem quando elas travam: basta tirar o cartucho, assoprar e colocar ele de volta.
Obrigado.

sábado, 12 de junho de 2010

Objetos de uso pessoal e particular na delegacia

Eu andei percebendo nas ultimas semanas que tem alguém que ta usando a minha escova de dente que eu sempre deixo no banheiro da delegacia.
Eu gostaria de lembrar a essa pessoa de que ela está se expondo a diversas doenças e microses que podem causar sérios problemas ao sistema digestivo.
Essa escova de dente é de meu uso próprio particular desde 1995, quando eu comprei ela numa promoção das lojas Mesbla.
E tem mais. Eu acho que tem alguém usando essa escova pra limpar algumas coisas da delegacia. Isso também não pode. Esse é um instrumento exclusivo para a higiene bucal.
Da ultima vez foi o Tumor que encontrou a escova caída em um canto da delegacia e trouxe de volta pra mim. Espero que isso não se repita, porque, antes de trazer pra mim, ele tinha enterrado o objeto em questão.
Obrigado.

sábado, 5 de junho de 2010

Elevador do Shopping Italia

Ontem eu tive meio que um momento de tensão e de medo.
Deixem-me contextualizacionar:
No Shopping Italia tem um lugar com vários elevadores, que dá pra subir no prédio.
Uma dessas sequências de elevadores fica exatamente numa parede branca e tem exatamente 3 portas de elevador.
Quando eu me apercebi dessa imagem de 3 opções de portas em uma só parede, eu logo me lembrei da porta dos desesperados.
Ou seja, se eu escolhesse o elevador errado poderia sair um macaco pra me pegar.
Daí eu subi até o 40º andar pelas escadas.

sábado, 29 de maio de 2010

Super perseguição policial alucinante no centro de Curitiba

Ontem eu participei de uma super perseguição policial alucinante no centro de Curitiba.
Aconteceu o seguinte:
Com esse negócio de televisão de plasman e óculos 3D, os aparelhos de TV acabaram ficando mais leves. E mais caros.
Daí, eu tava pesquisando na loja Murici (que é uma loja de departamentos muito tradicional no centro de Curitiba) uma televisão nova pra mim mesmo.
Só que, como eu sou esperto, eu tinha levado a minha televisão velha de casa, pra ver se dava pra trocar sem pagar nada.
Foi nessa hora que eu vi o meliante.
Ele pegou a TV de plasman e saiu correndo. (eu falei que TV de plasman era mais leve, né?)
Daí eu meio que tive que correr e esconder a minha TV velha, pra não correr o risco de furto. Eu botei ela no meio das outras da loja, pra ninguém indentificar.
Após esse procedimento, eu saí correndo atrás do bandido.
O bandido saiu da loja.
Eu dei um tiro de advertência pra ver se ele parava.
O tiro de advertência fez um buraco no teto da loja.
Só que ele não parou.
Daí eu corri atrás dele.
Na rua, eu fui surpreeendido pelos comparsas do bandido, que me abordaram com uma paulada.
Por sorte, segundos antes eu tava provando roupas de proteção usadas em róckey, que é aquele esporte do gelo.
Daí eu não sofri danos.
Eu inclusive consegui derrubar os bandidos como se eles fossem os meus adversários em um jogo de róquei.
Eu também tinha uma vara de pesca, que eu arremessei pra fisgar o bandido.
Eu consegui.
Ele disse "ai".
Só que ele continuou correndo.
Eu tentei puxar o fio da vara, só que o bandido conseguia ir cada vez mais longe.
Nessa hora, eu me lembrei de outro apetrecho de pesca que eu tinha. A rede.
Simultaneamente, ao mesmo tempo, eu me lembrei daqueles filmes japoneses em que os ninjas jogavam uma rede que prendia as pessoas.
Daí eu fiz isso com o bandido.
Só que também não funcionou, porque ele tinha uma faca.
Daí eu tive que correr mais um pouco atrás dele.
Por sorte, nessa hora passou o Oil Man.
Daí eu falei: "Preciso confiscar a sua bicicleta em nome da lei!"
Daí eu comecei a perseguir o bandido com a bicicleta do Oil Man.
Nessa hora começou a chover e a TV de plasman ficou molhada. A bicicleta do Oil Man ficou sem freio.
Daí o bandido escorregou e caiu. E eu atropelei ele. A TV de plasman se colidiu contra o solo e ficou em pedacinhos.
Eu não me feri.
Daí eu peguei o bandido pela orelha e falei que ele ia ter que colar os pedacinhos da TV com super bonder, porque a responsabilidade era toda dele.
Nesse momento, o resto da polícia chegou e fez um perímetro no local.
Eu voltei pra loja Murici pra pegar a minha TV. Só que eu não consegui encontrar ela no meio das outras.
Daí o dono da loja falou que eu podia escolher a TV que eu quisesse, de graça.
Quando eu cheguei em casa e liguei a TV, eu concluí que havia cerca de 90% de chance de eu ter escolhido a minha própria TV antiga.
Daí eu voltei pro centro e peguei os pedacinhos da TV de plasman pra eu mesmo colar.

sábado, 22 de maio de 2010

As 10 melhores musicas do mundo, os nomes das bandas e os trechos que eu mais gosto

1) Onderful uord – Frank Sinatra – “Uot a onderful uoooorrrrd…”
2) Ai, ai, ai – Beagles – “Xilausu, ai, ai, ai! Xilausu, ai, ai, ai...”
3) I Wonder Braking the Wall – Pinky and the Brain – “Hey, pinscher, in a week ago!”
4) Tiquitita – Aha – “Vimeo fill a gemios star!”
5) Omni you – Elvis – “Omni yoooouuuu...”
6) Ou Yes – Gozzy Osbourne – “Tchica tchicaaaaaa... oooou yeeess!”
7) Te comi – Dominó – “Teee... coooo... miiii... te-co-mi... teeeei... miiii... ooooouuuu...”
8) I Love you – Dick Turtle – “I Love you...”
9) The Fire Countdown – Spiders – “Is the fire countdown!”
10) Fat cemetery – Mamones – “Alvin Tom & Jerry, Fat cemetery”

sábado, 15 de maio de 2010

Língua Portuguesa - Futuro indefinido do declinativo

Hoje eu vou falar sobre outro tema muito interessante da nova gramáctica da língua portuguesa: o futuro indefinido do declinativo.
Daí vocês perguntam: "Mas que diabos é isso?"
Daí eu respondo: "Isso é um tempo verbal."
Tempo verbal é um negócio que foi inventado pelos suméricos no ano de 220 AC/DC.
Num dia qualquer, lá estava Galileu andando pela Suméria, daí, de repentemente, ele viu um ornitorrinco botando um ovo.
Como Maltus havia dito que a comida ia acabar, Galileu correu pegar o ovo para comer.
Só que, daí, o ornitorrinco meteu uma picadura no Galileu.
Galileu não conseguiu comer o ovo e o osnitorrinco saiu correndo.
Nesse instante, Galileu pensou: "Se eu não tivesse tentado ter comido o ovo botado, eu não teria tomado uma picadura do osnitorrinco de cujo ovo de ter devorado o prazer eu teria tido."
É claro que o Galileu falou essa frase no seu indioma nativo, o Galeno.
Mas a tradução para o Portugues resulta na utilização do verbo no futuro indefinido do declinativo.
Fin

sábado, 1 de maio de 2010

Conjunção abdominal

Hoje eu aprendi um negócio novo da língua portuguesa:
Quando uma pessoa está em dúvida entre 2 coisas, ela está tendo um dilema.
Quando ela está em dúvida entre 3 coisas, ela está tendo um trilema.
Na semana que vem eu vou falar sobre a nova gramáctica.

sábado, 24 de abril de 2010

Saponáceo

Outro dia eu me deparei com algumas embalagens que remetiam a outras coisas que, aparentemente, não estavam relacionadas. São elas:
- Saponáceo (anfíbio)
- Magnésia Binsurada (imã)
- Refrigerante Bidu (animal do reino canino)
- Curitibina (rá)
- Oil Man
- Matsubara
- Óxido Nitroso

sábado, 17 de abril de 2010

Monga, a mulher gorila

Hoje aconteceu um negócio que eu fiquei com muito medo. Teve um pessoal que foi preso, e eles eram do circo. Aquele circo que fica na frente do Pinheirão, o estádio do J. Malutrelli.
Só que eu só percebi isso na hora que eu passei pela carceragem. É óbvio que o detetive Morley e o detetive Kelson (ambos conhecendo o meu medo de coisas estranhas) aprontaram uma gozação das grandes.
Primeiro, permitam-me explicar como a delegacia é organizada geologicamente:
Tem uma parte que fica em cima, com portas e janelas, que é onde eu trabalho.
Tem uma outra parte, que fica no subsolo, que não tem nem portas, nem janelas. Tem grades. É onde os bandidos ficam.
Daí tem tipo uma porta, que vai pra uma escada, que sai de onde eu fico e chega nessa parte dos bandidos.
Geralmente eu vou até essa parte dos bandidos e fico gozando da cara deles. Só que, quando eu encontro algo que eu tenho medo, por exemplo, palhaços, eu finjo que eu fui fazer uma inspeção e volto pra cima.
Daí, dessa vez, o detetive Kelson trancou a porta que volta pra cima bem na hora que eu percebi que eu não ia gozar.
Daí eu não gozei.
Só que eu fingi que eu não tava com medo. Eu fui passando pelas celas dos bandidos como se eu tivesse fazendo uma inspeção normal.
Foi nessa hora que o palhaço começou a dar gargalhadas.
Daí eu meio que tive um troço ruim. Só que, ao contrário de quando eu dou risada, eu não fiquei inconsciente.
Eu percebi que até os outros bandidos que tavam junto começaram a ficar com medo, afinal, era um palhaço que tava lá junto.
Daí eu tive uma idéia genial, que ia me tirar dessa situação e deixar o problema na mão dos bandidos.
Eu me lembrei que tem uma outra porta que leva pra parte feminina da carceragem. Eu sou proíbido de entrar na parte feminina da carceragem, porque a delegada falou que eu gozo demais lá dentro. Só que, como era uma situação de emergência, eu acho que ela não ia se importar.
Daí eu entrei na parte feminina.
Só que tinha uma sacanagem muito maior esperando por mim lá dentro. Era ela: Monga, a mulher gorila.














Novamente eu não gozei.
Na verdade, eu fiquei com aquela cara que o Mussum fica quando ele tem medo de alguma coisa. Só que eu não sou parecido com ele.
Por sorte, a delegada tava lá dentro e me tirou à força.
Ela me tirou à força porque ela viu que eu tava com a cara do Mussum e achou que eu tava gozando.

sábado, 10 de abril de 2010

Dilatação dos sólidos

Eu tenho quase certeza de que o Gonzalez está diminuindo de tamanho cada vez mais a cada dia que passa.

sábado, 3 de abril de 2010

Aquecimento global

Ontem teve um evento sobre urbanismo aqui em Curitiba.
Daí eu tive que fazer a segurança do local.
Eu achei que ia ser chato, afinal eu treinei pra fazer segurança de jogo de futebol. Que dá pra assistir de graça.
Só que, na hora que começou a aparecer os convidados internacionais, eu gozei.
Apareceu ele!
O presidente do Mexico: Evo Gonzalez.












Daí eu comecei a rir descontroladamente e comecei a passar mal.
Daí ficou mais gozado, porque os outros seguranças acharam que era um atentado terrorista com armas químicas.
Primeiro o segurança particular do Lula falou pra ele se abaixar.
Isso me lembrou aquela vez que o presidente Buch se abaixou pra escapar do sapato voador.
Daí eu comecei a passar mal mais ainda.
Os outros seguranças começaram a evacuar o prédio.
Só que o Evo Gonzalez ficou lá parado.
Eu especulei que era pelos seguintes motivos:
1) Ele não tem medo de nada.
2) Ele é treindao pela CIA.
3) O Mexico não tem dinheiro pra comprar seguranças pra ele.

Eu acredito mais na opção C.

Ele ficou meio que parado esboçando um sorriso. Eu acho que é por causa das drogas que tem no Mexico.
Essa aqui era a cara dele na hora da confusão:



















Isso fez com que eu tivesse um pouco de falta de ar.
Quando eu acordei no hospital, eu pedi pro detetive Morley me trazer uma cópia do discurso dos presidentes pra eu ver tudo novamente, afinal eu tinha a obrigação de descobrir onde ocorreu a falha de segurança.
Daí eu passei mal novamente.

sábado, 27 de março de 2010

Manobra de gozação total


Hoje quando eu tava na fila do caixa no Coletão o cara que tava na minha frente teve um treco e se atirou no chão.

Daí, como viram o meu distintivo da polícia na jaqueta, todos me perguntaram, desesperados: "Você não vai ajudar ele? Passa um rádio, pede uma amnambulância!". Só que, como bom gozador, nessa hora eu fingi que era uma daquelas estátuas de policiais pra assustar os bandidos que pensam em assaltar um lugar.

Eu ignorei as pessoas, mas quando elas começaram a me cutucar e empurrar eu disse: "Tá bom, tá bom, eu não sou uma estátua. Eu vou ajudar o cara, mas antes eu tenho que devolver as minhas compras nas respectivas prateleiras, se não vai estragar tudo". E saí pra devolver as coisas no lugar pra ajudar o cara.

Eu não uso carrinho nem cestinha no supermercado: as duas coisas podem ser ciadouro para o vírus da dengue. Ou seja, eu carrego tudo debaixo dos braços. E lá fui eu pra seção de frios devolver as 16 latas de cerveja que eu tava carregando.

No meio do caminho, ao passar do lado das rações de râmister, eu me lembrei daquele episódio do Mister Dean que ele tenta reanimar um doente na rua. Eu dei bastante risada sozinho e voltei correndo pra ajudar o cara e, quem sabe, gozar um pouco. Daí adivinhem só. No caminho, repentinamente, eu cruzei com o Sicupira. E joguei as cervejas no carrinho dele.

Daí eu fui embora.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Gozação cinematográfica

Ontem eu fui fazer algo que não fazia desde 1971: ir ao cinema.

Tava passando Guerra nas Estrelas. E eu tava mesmo com vontade de ver aquelas piadas do doutor Espóque. Só que aí apareceu na tela o Darque Vêider e eu fiquei com medo. Mas o medo durou só uns 15 minutos. Quando ele passou, eu reparei que o Darque Vêider tava com uma respiração ofegante. Eu pensei que debaixo daquela máscara ele devia estar de bolinação. Daí o meu medo voltou, porque se eu estivesse correto, isso seria ilegal.

Pra quem ainda não viu o Guerra nas Estrelas, eu já vou avisando: tem uma hora no filme que tem uma navezinha intergaláctica que solta raio lêiser. Faz assim: “Zim zim zim”. Quando ela acertou outra nave e ela explodiu, eu não me contive e gritei “Ai!” no meio do cinema. E ainda emendei, olhando pro cara da poltrona de trás: “Isso é muito perigoso”.

Depois que acabou o pacote de Doritos que eu tinha levado pro cinema o filme começou a ficar um pouco chato. Daí eu tive uma idéia (eu não gosto do acordo geográfico) phenomenal: como o Darque Vêider passa o filme todo se estressando pra pegar os bandidos intergalácticos, seria muuuuito gozado se eu chegasse na delegacia e escrevesse um boletim de ocorrência como se fosse uma queixa do Darque Vêider. Depois de ter essa idéia eu dei risada de mim mesmo e comecei a anotar todas as atividades do Darque Vêider na minha mão.

Eu só percebi o problema depois: na sala de cinema tava tudo escuro e não deu pra ver que eu não consegui escrever nada na mão. A caneta tava sem tinta e os farelos de Doritos atrapalharam.

De qualquer modo, chegando na delegacia, hoje, eu fiz o boletim de ocorrência assim, que é mais ou menos o meu entendimento do filme:

Homem de meia idade, afro-descendente, com 3m de altura, presta queixa contra bandidos intergalácticos que supostamente realizaram gozações e traquinagens diversas contra a sua nave estrelar, que, segundo consta, tem o formato de uma bola (sendo esse o motivo da graça e da desavença).

Após pedir dinheiro para os bandidos intergalácticos, para fins de indenização, e de ter o pedido negado, o queixoso, de nome Darque da Silva Vêider, RG 123456-7, se viu forçoso a apelar ao uso da Força, mandando aqueles soldadinhos de branco que eu tenho medo atrás dos bandidos. Obteve nenhum resultado.

Daí tinha aquele robozinho, o Erre-dois-Dê-um-Dois. Mas contra o robozinho o sr. Darque Vêider não tem nada contra.

Segundo consta, o queixoso, morador do bairro Rebouças, chegou a ameaçar os bandidos com aquele bastonete de luz fluorescente que faz uuuoooommm, balançando o mesmo na frente da cara das pessoas, mas obtendo nenhum resultado. O sr. Darque Vêider afirmou ainda que a situação se trata de arruaças de vizinhança, citando como caso parecido o do filme “Pennis, o dimentinha”, onde um piá possuído por espírito do Mal (não era o Deimião?) atinge a casa do vizinho com bombas explosivas para divertimento próprio e desespero do sr. Winston.

Daí apareceu o Jappa Dê Rãt e ele foi embora
”.

Pra não levantar suspeita de que esse boletim de ocorrência gozado foi escrito por mim, eu assinei como Detetive Jacinto Leite Aquino Célebro.

Isso tudo me lembrou que eu nunca transcrevi os meus boletins de ocorrência aqui no blógue. Isso é pra preservar a intregridrade das víctimas. Mas se vocês quiserem eu transcrevo.

domingo, 21 de março de 2010

Novidades que eu tenho medo

Como se não bastasse as coisas que eu já tenho medo, inventaram nessa semana uma outra categoria mais moderna e mais próxima de mim dos OVNIs.
O nome da desgraça é "Objeto Submarino não Identificado".
A sigla, por mais gozado que pareça, é OSNI.
Pra quem acha que eu tô mentindo, observem isso aqui:
http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/4083/objetos_submarinos_nao_identificados___osnis/

sábado, 13 de março de 2010

Polícia Virtual

Como nós estamos no futuro, eu vou apresentar uma proposta de metodologia nova para a polícia, na qual se reduz o gasto de energia (por parte dos policiais) e, consequentemente, aumenta a produtividade, ou seja, as prisões.
A polícia virtual consiste em 3 (três) procedimentos bem simples:
1) A patrulha virtual.
2) A apreensão virtual do bandido.
3) O encarceramento virtual.
Para a patrulha virtual, vamos utilizar a internet. Mais especificamente o orkut.
No orkut, a comunidade da polícia vai criar uma lista de perfis de bandidos encontrados em outras comunidades, tais como:
- Drogas
- Pendofilia
- Assaltos
- Política

Depois, enviamos metodicamente para cada perfil suspeito a seguinte mensagem: "Você foi detectado pela polícia virtual, por favor, se indentifique!"
Daí, após indentificação positiva do bandido, o perfil dele é colocado dentro da comunidade "cadeia".
Taí. Todo trabalho da polícia, que antigamente levaria horas de investigação e perseguição nas ruas, agora com apenas alguns minutos e alguns cliques no mause.
Fin.

domingo, 7 de março de 2010

Jacutinga

Depois de muito tempo falando com os meus colegas da delegacia sobre times de futebol, chegamos à conclusão que vários deles possuem nomes de coisas de verdade.
Por exemplo, o Desportivo Jacutinga tem o nome de uma criatura muito gozada, o Jacutinga:


















Eu vou mandar o Gonzalez pesquisar nomes que eu vou ter medo da imagem, tipo o "Pelotas".

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Relatório de erros

Já faz um tempo que eu tô tentando fazer o meu computador funcionar direito.
Só que não.
Todos os programas que eu tento usar dizem "erro" e me perguntam se eu quero mandar um relatório de erros para a Maicrosóft, do Bill Gayts.
Isso acontece com o Uôrd, com o Peintbrâsh, o Faierfócs, o Nemo (que eu uso pra gravar cd pirata), o Uíndous Mídea Pleyer, o Emuler, o Torment, o Internet Exploder e o Gúgou-Crom.
Só que, toda vez que eu lia "enviar relatório de erros - sim ou não?", eu escolhia "não", porque eu tinha preguiça de escrever o relatório.
Só que aconteceu um negócio que eu fiquei puto.
Eu peguei a caixinha do meu Uíndous e tava escrito bem assim: "Uíndous 95 - o sistema omperacional mais moderno já inventado."
Daí eu pergunto: "Se o Uíndous 95 é o sóftuer mais moderno que existe, por que é que eu preciso ficar relatando erros?"
Resumindo, por último, sem mais enrolação, eu vou escrever esse tal de relatório e vou mandar ainda hoje pelo correio.
Eu vou falar pro Bill Gayts que eu vou trocar o meu Uíndous 95 original por um Uíndous 95 pirata.

Muito obrigado.

Juan Ramirez
Policial

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Utilidade pública

Durante o carnaval e a folia, há um aumento no consumo de substâncias químicas.
Só que não pode.
Como a fiscalização que a polícia de Curitiba faz é insuficiente, eu resolvi botar em ação o meu plano B.
Eu vou fazer pacotes de drogas famosas (Cocaína, LSD, Lidocaína, Tilenol, etc.), só que o conteúdo vai ser de farinha.
Maaaassss, daí que vem a grande sacada: o conteúdo não vai ser só de farinha. Vai ser de laxante também.
Daí, as pessoas que fizerem consumo dessas "substâncias ilícitas", serão facilmente indentificadas no meio do carnaval.
Outro detalhe: só pra sacanear, eu vou botar plaquinhas de "com defeito" em todos os banheiros portáteis que estiverem espalhados pela rua XIII durante o carnaval.
Só que, daí, vocês perguntam: "Quem vai conseguir se passar por traficante e vender essas "drogas" de forma convincente?"
Daí eu respondo: "O detetive Kelso (óbvio), o detetive Morley (óbvio) e o Gonzalez (como assim, o Gonzalez?)."
Bom, respondendo ao questionamento de vocês, o detetive Morley e o detetive Kelso já têm cara de traficantes.
O Gonzalez é latino. Em todos os filmes que eu vi, sempre tem um latino envolvido com drogas.
Falando nisso, eu encontrei um cara igualzinho ao Gonzalez num filme do Tarantino:

sábado, 30 de janeiro de 2010

Pegadinha

Seria legal se, ao invés de um julgamento com juiz e outras coisas de filme, os bandidos tivessem julgamentos com coisas da TV. Por exemplo, poderia ter um tribunal no qual o juiz fosse o Serginho Mallandro.
Daí, em determinado momento do julgamento, o bandido ia ter que escolher entre 3 portas. Na minha versão, ele ia ter as opções "cadeia", "Macaco" ou "Pena de morte".
Daí vocês pensam: "Mas é lógico que ele vai escolher o macaco."
Só que a opção do macaco e da pena de morte são de mentirinha. Todas as portas vão dar a opção cadeia.
Isso me lembra aquele filme do Schwarzenegger no qual ele participa de um programa de TV que, ao invés de mandar ele pra cadeia, manda ele pro subsolo, onde tem um gordão eléctrico que tenta matar ele.
Pensando bem, esse filme é bem gozado, porque o apresentador do programa é tipo um Silviom Santos e o Schwarzenegger tem que ir pro subsolo dirigindo um carrinho de Mario Kart.





domingo, 24 de janeiro de 2010

Coelhinho serelepe

Botaram um vírus chamado "Coelhinho serelepe" dentro do meu computador.
Daí o coelhinho fica pulando na frente da tela e eu não consigo escrever direito no blogger, que é a minha principal atribuíção aqui na delegacia.



















Eu tenho medo!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Lei municipal nº 49672394736294726848266482674685936

Na minha função de vereador da cidade de Curitiba, eu acabei de instictuir uma lei municipal que diz o seguinte:
"Declaro que, a partir desse exato momento, é expressamente proíbido o consumo de chitos (da Elma Chips) em locais fechados de grande aglomeração de pessoas. A medida tem como objectivo evitar transtornos mentais e socioculturais provenientes da inalação de gases tóxicos advindos do chitos. Especialmente aquele chitos em formato de bolinha."
Eu tenho certeza de que todo mundo vai gostar dessa lei, especialmente quem usa o transporte colectivo.
Fin.

domingo, 10 de janeiro de 2010

domingo, 3 de janeiro de 2010

Sulfetos

Hoje teve um vazamento de uma substância química aqui na delegacia.
Por incrível que pareça, não foi minha culpa. Só que eu ajudei a piorar a situação, gozando, como sempre.
Foi bem assim:
Primeiro o chefe trouxe uma caixa com 3 triângulos desenhados, bem assim:
















Ele disse que não era pra mexer.
Eu interpretei que não era pra mexer dentro da caixa.
Daí eu levei a caixa pra área de carceragem pra assustar os bandidos.
A caixa ficou lá a manhã inteira e ninguém se assustou.
Até que um imbecil foi lá e abriu a caixa pra ver o que tinha dentro.
Isso não era pra acontecer, mas foi gozado.
Só o conteúdo da caixa já era um negócio extremamente gozado: uma máquina de raio-x roubada.
Só que ficou mais gozado ainda.
Eu deixei a caixa um tempão lá com os presos e tinha até me esquecido que ela estava lá.
Daí, os detentos abriram a caixa, pegaram o manual de instruções e ligaram a máquina.
Quando eu voltei pra carceragem, eles estavam tirando fotos em raio-x deles mesmos.
Daí eu vi que eu tinha uma oportunidade de assustar eles.
Eu gritei: "Ei, tá vazando plutônio!"
Nessa hora, veio um carcereiro com um extintor de incêndio e disparou contra a máquina.
Isso foi bem indiota, porque daí a máquina rachou e começou a vazar plutônio de verdade.
É óbvio que eu saí correndo, porque eu não queria ficar careca por causa da radiação ultra-vermelha.
Apesar de eu já ser careca.
No final das contas, o pessoal só vomitou um pouquinho e sofreu umas queimaduras leves.
Eu acho que eles entenderam a piada.