Hoje aconteceu uma coisa bem gozada.
Eu não sabia se eu dava risada ou se eu prendia o marginal.
Daí eu acabei fazendo as duas coisas.
Foi bem assim:
Aqui em Curitiba, nas ruas, tem uns caras que tentam vender coisas pra você no trânsito. Daí tem alguns deles que não sabem ler. Outros não sabem escrever. O que eu vi hoje não sabia nem ler nem escrever.
Daí ele chegou pra mim e falou bem assim: "O senhor é da polícia?"
Eu fiquei com medo, porque talvez ele fosse um meliante.
Daí eu disse: "Sim, e a minha arma é de verdade."
Daí ele disse que era pra eu prender um cara que tava dando risada do outro lado da rua.
Olha só o que o gozador tinha feito:
Ele perguntou pro cara que não sabia ler e escrever se ele precisava de ajuda pra vender chiclete na rua.
Daí o cara falou que sim.
Daí o gozador falou que era pra ele dizer o preço do chiclete que ele ia escrever no papel pra facilitar o diálogo com o consumidor.
Só que daí eu fui olhar o papel e tava escrito bem assim: "Eu sou boiola e preciso de dinheiro pra ir pro hospital me curar"
Eu nunca tinha visto tamanha gozação.
Daí eu prendi os dois por desacato à autoridade.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2005
sexta-feira, 14 de janeiro de 2005
segunda-feira, 10 de janeiro de 2005
Ontem de noite eu não tinha nada pra fazer, daí eu resolvi eu mesmo passar um trote pra polícia.
Por sorte, foi o chefe que atendeu o telefone.
Daí ele disse: "Delegacia central, como posso ajudar?"
Daí eu cheguei à conclusão de que ele era a única pessoa trabalhando na delegacia no domingo.
Daí eu deixei a minha voz mais aguda pra ele não perceber que eu era eu e disse bem assim: "Socorro, tem um bandido aqui!!!"
Daí ele respondeu: "Calma, minha senhora! Primeiro me diga de onde você está falando."
Na hora que ele disse "minha senhora" eu comecei a rir bastante. E comecei a tossir bem forte e perder o ar. Eu achei que eu ia ter um ataque cardíaco.
Daí ele disse: "A senhora está bem, ele fez alguma coisa com você?"
Foi aí que eu comecei a babar. De verdade.
Mas eu tinha que responder alguma coisa. Daí eu mudei a minha voz de novo e falei: "Eu matei ela."
Daí eu disse que eu tava indo na delegacia matar ele.
Daí eu desliguei o telefone e fui comer um fandangos.
Só que eu não me lembrava que na delegacia tinha um aparelhinho chamado indentificador de telefones.
Daí o meu telefone tocou.
Eu disse "alô".
Era o chefe.
Daí ele disse: "O senhor passou um trote pra cá?"
Éu respondi: "É o senhor que tá passando um trote pra cá!"
Daí o telefone meio que ficou uns 30 segundos em silêncio.
Daí ele disse: "Eu conheço a tua voz."
Eu respondi: "Não."
Daí eu comecei a comer o fandangos no telefone pra ele ouvir o barulho do outro lado.
Daí ele falou: "O senhor não trabalha aqui na delegacia?"
Eu respondi: "O senhor tá ficando louco."
Daí eu comecei a mastigar o fandangos mais perto do telefone, pro barulho ficar mais alto.
Eu comecei a gemer também.
Daí ele desligou.
Eu ganhei.
Por sorte, foi o chefe que atendeu o telefone.
Daí ele disse: "Delegacia central, como posso ajudar?"
Daí eu cheguei à conclusão de que ele era a única pessoa trabalhando na delegacia no domingo.
Daí eu deixei a minha voz mais aguda pra ele não perceber que eu era eu e disse bem assim: "Socorro, tem um bandido aqui!!!"
Daí ele respondeu: "Calma, minha senhora! Primeiro me diga de onde você está falando."
Na hora que ele disse "minha senhora" eu comecei a rir bastante. E comecei a tossir bem forte e perder o ar. Eu achei que eu ia ter um ataque cardíaco.
Daí ele disse: "A senhora está bem, ele fez alguma coisa com você?"
Foi aí que eu comecei a babar. De verdade.
Mas eu tinha que responder alguma coisa. Daí eu mudei a minha voz de novo e falei: "Eu matei ela."
Daí eu disse que eu tava indo na delegacia matar ele.
Daí eu desliguei o telefone e fui comer um fandangos.
Só que eu não me lembrava que na delegacia tinha um aparelhinho chamado indentificador de telefones.
Daí o meu telefone tocou.
Eu disse "alô".
Era o chefe.
Daí ele disse: "O senhor passou um trote pra cá?"
Éu respondi: "É o senhor que tá passando um trote pra cá!"
Daí o telefone meio que ficou uns 30 segundos em silêncio.
Daí ele disse: "Eu conheço a tua voz."
Eu respondi: "Não."
Daí eu comecei a comer o fandangos no telefone pra ele ouvir o barulho do outro lado.
Daí ele falou: "O senhor não trabalha aqui na delegacia?"
Eu respondi: "O senhor tá ficando louco."
Daí eu comecei a mastigar o fandangos mais perto do telefone, pro barulho ficar mais alto.
Eu comecei a gemer também.
Daí ele desligou.
Eu ganhei.
sábado, 8 de janeiro de 2005
Hoje de manhã eu instalei mais um volante na minha viatura, no lado do passageiro.
Que é porque eu quero democratizar.
Só que eu não coloquei pedal, porque eu sou um gozador.
Isso vai ajudar também na hora que eu prender o bandido pra não prejudicar o psicológico dele. Ele pode achar que vai estar dirigindo, só que é de mentirinha.
Daí ele pode fingir que não está indo pra cadeia.
Mas vai.
Isso evita resistência à prisão.
A primeira vez que eu tive prisão de ventre foi em 1985.
Quando o médico me falou que era "prisão" eu dei risada.
Talvez os coliformes estivessem na cadeia.
Daí eu melhorei.
Que é porque eu quero democratizar.
Só que eu não coloquei pedal, porque eu sou um gozador.
Isso vai ajudar também na hora que eu prender o bandido pra não prejudicar o psicológico dele. Ele pode achar que vai estar dirigindo, só que é de mentirinha.
Daí ele pode fingir que não está indo pra cadeia.
Mas vai.
Isso evita resistência à prisão.
A primeira vez que eu tive prisão de ventre foi em 1985.
Quando o médico me falou que era "prisão" eu dei risada.
Talvez os coliformes estivessem na cadeia.
Daí eu melhorei.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2005
Eu tive mais uma idéia revolucionária.
Foi bem assim:
Eu estava enchendo o pneu da minha viatura. Daí o dono do posto de gasolina chegou e disse pra mim que eu tinha duas opções, encher com ar normal ou com nitrogênio.
Na hora eu não sabia o que fazer, daí eu enchi 2 pneus com nitrogênio e 2 com ar normal.
Depois, quando eu estava em uma perseguição policial, eu percebi que o carro do bandido andava muito mais rápido que o meu. Isso sempre acontece.
Só que dessa vez eu percebi o porquê disso. É que o carro do bandido é mais leve.
Daí eu me lembrei do posto de gasolina e tive a minha idéia.
Eu vou encher o meu pneu com hélio. Daí a viatura vai ficar mais leve, porque é o hélio que faz os balões voarem.
Se eu colocar hélio demais pode ser que a própria viatura saia voando. Isso até que vai ser legal.
Eu vou fazer isso hoje mesmo.
Foi bem assim:
Eu estava enchendo o pneu da minha viatura. Daí o dono do posto de gasolina chegou e disse pra mim que eu tinha duas opções, encher com ar normal ou com nitrogênio.
Na hora eu não sabia o que fazer, daí eu enchi 2 pneus com nitrogênio e 2 com ar normal.
Depois, quando eu estava em uma perseguição policial, eu percebi que o carro do bandido andava muito mais rápido que o meu. Isso sempre acontece.
Só que dessa vez eu percebi o porquê disso. É que o carro do bandido é mais leve.
Daí eu me lembrei do posto de gasolina e tive a minha idéia.
Eu vou encher o meu pneu com hélio. Daí a viatura vai ficar mais leve, porque é o hélio que faz os balões voarem.
Se eu colocar hélio demais pode ser que a própria viatura saia voando. Isso até que vai ser legal.
Eu vou fazer isso hoje mesmo.
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