Hoje eu consegui fazer o Tumor dizer miau.
domingo, 8 de agosto de 2004
terça-feira, 3 de agosto de 2004
Eu já entrevistei o detetive Morley. Ele falou sobre drogas e gravidez na adolescência. Eu resolvi seguir o mesmo esquema de tópicos que eu usei com o detetive Kelso.
O Morley respondeu assim:
1. Eu não sei se eu vou poder ajudar com as minhas respostas, Ramirez. Não sou eu que prendo os drogados, muito menos adolescentes grávidas.
2. Sim, aqui em Curitiba existem traficantes, igual no Rio de Janeiro. Não, não, o Escobar não trabalha aqui em Curitiba, e eu acho que o primeiro nome dele não é Vladmir.
3. Não, peraí, só porque não é ilegal não quer dizer que não faz mal pra saúde.
4. Nós estamos falando sobre a mesma pessoa?
5. Eu acho que eles fritam a cabeça da galinha mesmo. Mas tem gosto bom.
6. Não, você não é parecido com o Cristopher Lambert.
7. Sim, sim, é sempre mais legal quando é contra a Argentina.
8. É, mas você é mais careca ainda.
9. O nome dele não é Ratinho de verdade.
10. Eu acho o Spock mais legal que o capitão Kirk.
11. Fala de novo.
12. Fala de novo.
13. Você quer dizer Schwarzenegger. Ele trabalha no governo agora.
14. Obrigado.
Eu acho que agora está tudo resolvido. Ou não.
O Morley respondeu assim:
1. Eu não sei se eu vou poder ajudar com as minhas respostas, Ramirez. Não sou eu que prendo os drogados, muito menos adolescentes grávidas.
2. Sim, aqui em Curitiba existem traficantes, igual no Rio de Janeiro. Não, não, o Escobar não trabalha aqui em Curitiba, e eu acho que o primeiro nome dele não é Vladmir.
3. Não, peraí, só porque não é ilegal não quer dizer que não faz mal pra saúde.
4. Nós estamos falando sobre a mesma pessoa?
5. Eu acho que eles fritam a cabeça da galinha mesmo. Mas tem gosto bom.
6. Não, você não é parecido com o Cristopher Lambert.
7. Sim, sim, é sempre mais legal quando é contra a Argentina.
8. É, mas você é mais careca ainda.
9. O nome dele não é Ratinho de verdade.
10. Eu acho o Spock mais legal que o capitão Kirk.
11. Fala de novo.
12. Fala de novo.
13. Você quer dizer Schwarzenegger. Ele trabalha no governo agora.
14. Obrigado.
Eu acho que agora está tudo resolvido. Ou não.
domingo, 1 de agosto de 2004
Existem 7 tipos de prostitutas que a polícia prende em aqui em Curitiba.
Eu não sabia.
Ontem eu entrevistei o Detetive Kelso sobre isso e ele respondeu em tópicos desse jeito:
1. Os tópicos seguintes serão enigmáticos, Ramirez.
2. Não se fala de mulher dentro da delegacia, por que isso atiça os presos que estão passando pela triagem. Isso é meio foda porque eles sabem que 17% deles viram mulherzinha.
3. Mais foda que isso é falar sobre prostitutas, ainda por cima com você. O preconceito impera, e coisa e tal.
4. Você está me escutando?
5. Eu sempre quis usar a expressão "tocar piano no xilindró" no seu blog. Talvez um dia eu comente algo com esse termo.
6. Eu também estou sem dinheiro.
7. A vida sexual do curitibano é um pouco afetada pelo frio, e a prostituição está fazendo de tudo para acabar com isso, Ramirez. Em Curitiba é mais frio do que uma teta de bruxa. Mais do que o frio, a cabeça do próprio curitibano faz ele (quando digo ele, é homem e mulé) fazer muito cu-doce pra tudo.
8. Não, melhor que a ariranha só o ornitorrinco.
9. Veja bem, o que deve ser feita é uma liberalização do uso daquele aparelho ginecológico que tem tipo um parafuso na lateral, que você rosqueia até atingir uma certa dilatação, depois cutuca e sai de perto.
10. É, dessa vez você me convenceu de que é grave mesmo.
11. Me conte mais sobre a curva do tomate.
12. Então eu disse pra ela: "Ou você para de apontar essa coisa pro meu olho ou eu vou ter que atirar de olho fechado. E se eu fizer isso eu vou dar risada e vou acertar o que não devo".
13. Não, não. Mas volte sempre que quiser.
Eu não entendi.
Eu acho que depois dessa eu meio que sou um jornalista da Globo.
Que nem o Zid Madureira.
Semana que vem eu vou publicar uma com o Detetive Morley, e ele vai falar sobre drogas. Ou gravidez na adolescência.
Eu não sabia.
Ontem eu entrevistei o Detetive Kelso sobre isso e ele respondeu em tópicos desse jeito:
1. Os tópicos seguintes serão enigmáticos, Ramirez.
2. Não se fala de mulher dentro da delegacia, por que isso atiça os presos que estão passando pela triagem. Isso é meio foda porque eles sabem que 17% deles viram mulherzinha.
3. Mais foda que isso é falar sobre prostitutas, ainda por cima com você. O preconceito impera, e coisa e tal.
4. Você está me escutando?
5. Eu sempre quis usar a expressão "tocar piano no xilindró" no seu blog. Talvez um dia eu comente algo com esse termo.
6. Eu também estou sem dinheiro.
7. A vida sexual do curitibano é um pouco afetada pelo frio, e a prostituição está fazendo de tudo para acabar com isso, Ramirez. Em Curitiba é mais frio do que uma teta de bruxa. Mais do que o frio, a cabeça do próprio curitibano faz ele (quando digo ele, é homem e mulé) fazer muito cu-doce pra tudo.
8. Não, melhor que a ariranha só o ornitorrinco.
9. Veja bem, o que deve ser feita é uma liberalização do uso daquele aparelho ginecológico que tem tipo um parafuso na lateral, que você rosqueia até atingir uma certa dilatação, depois cutuca e sai de perto.
10. É, dessa vez você me convenceu de que é grave mesmo.
11. Me conte mais sobre a curva do tomate.
12. Então eu disse pra ela: "Ou você para de apontar essa coisa pro meu olho ou eu vou ter que atirar de olho fechado. E se eu fizer isso eu vou dar risada e vou acertar o que não devo".
13. Não, não. Mas volte sempre que quiser.
Eu não entendi.
Eu acho que depois dessa eu meio que sou um jornalista da Globo.
Que nem o Zid Madureira.
Semana que vem eu vou publicar uma com o Detetive Morley, e ele vai falar sobre drogas. Ou gravidez na adolescência.
domingo, 25 de julho de 2004
Hoje de tarde a globo reprisou a final da copa de 70. Eu não assisti inteira, mas eu ouvi um pouco do Galeão Falconi narrando o jogo.
Eu me lembro que quando o Brasil ganhou a copa de 70, as pessoas soltavam um monte de foguete aqui em Curitiba.
Quando eu era criança eu sempre queria uma coleção dos minicraques.
Uma vez eu ganhei um do Pelé.
Daí eu fingia que eu estava jogando bola com ele.
Daí quando eu fiquei mais adulto, eu consegui um minicraque do Maradona também.
Daí eu fazia ele brigar com o Pelé. Mas o pelé sempre ganhava.
Depois eu consegui um do Zico. Ele batia no Maradona também.
Nos anos 90, eu prendi alguns pivetes que estavam pichando um muro aqui em Curitiba. Daí eles tinham um minicraque do Romario. Daí eu peguei o minicraque pra mim e aumentei a minha coleção.
Só que eu não gostei do minicraque do Romario, porque ele tinha o mesmo tamanho dos outros minicraques.
Daí eu deixei o Maradona bater nele. Mas só um pouquinho.
Alguém aí na internet tem o minicraque do Fredson?
Eu me lembro que quando o Brasil ganhou a copa de 70, as pessoas soltavam um monte de foguete aqui em Curitiba.
Quando eu era criança eu sempre queria uma coleção dos minicraques.
Uma vez eu ganhei um do Pelé.
Daí eu fingia que eu estava jogando bola com ele.
Daí quando eu fiquei mais adulto, eu consegui um minicraque do Maradona também.
Daí eu fazia ele brigar com o Pelé. Mas o pelé sempre ganhava.
Depois eu consegui um do Zico. Ele batia no Maradona também.
Nos anos 90, eu prendi alguns pivetes que estavam pichando um muro aqui em Curitiba. Daí eles tinham um minicraque do Romario. Daí eu peguei o minicraque pra mim e aumentei a minha coleção.
Só que eu não gostei do minicraque do Romario, porque ele tinha o mesmo tamanho dos outros minicraques.
Daí eu deixei o Maradona bater nele. Mas só um pouquinho.
Alguém aí na internet tem o minicraque do Fredson?
quarta-feira, 21 de julho de 2004
Esse meu último post me deixou com medo de novo.
É porque comentou um cara que era o Maníaco da Cerveja, e gozou de mim.
Talvez seja outra situação que é tipo um teste para ver se eu tenho nervos de aço. Ou não.
Quem sabe esse cara é o cara mais rico de Curitiba. Daí ele não gosta da polícia, afinal ele é rico. Consequentemente, por ele ser rico e não gostar da polícia, ele gosta de cerveja e não gosta do meu blog.
Daí ele me gozou.
Ou talvez ele seja um vilão mesmo, que nem o Moringa.
É a primeira vez que eu estou usando o meu senso investigativo.
E está dando certo.
Ou não.
O que mais importante é isso: O meu blog serve para ajudar a comunidade a identificar bandidos, fugir deles e/ou encaminhar eles para a polícia. Também serve em prol da gozação. A central vai fazer um pente fino (eu sempre achava que isso era uma piada, mas as vezes não é) no meu blog pra tentar rastrear o Maníaco da Cerveja.
Eu queria que vocês desejassem sorte pra mim e pro pessoal da central.
É porque comentou um cara que era o Maníaco da Cerveja, e gozou de mim.
Talvez seja outra situação que é tipo um teste para ver se eu tenho nervos de aço. Ou não.
Quem sabe esse cara é o cara mais rico de Curitiba. Daí ele não gosta da polícia, afinal ele é rico. Consequentemente, por ele ser rico e não gostar da polícia, ele gosta de cerveja e não gosta do meu blog.
Daí ele me gozou.
Ou talvez ele seja um vilão mesmo, que nem o Moringa.
É a primeira vez que eu estou usando o meu senso investigativo.
E está dando certo.
Ou não.
O que mais importante é isso: O meu blog serve para ajudar a comunidade a identificar bandidos, fugir deles e/ou encaminhar eles para a polícia. Também serve em prol da gozação. A central vai fazer um pente fino (eu sempre achava que isso era uma piada, mas as vezes não é) no meu blog pra tentar rastrear o Maníaco da Cerveja.
Eu queria que vocês desejassem sorte pra mim e pro pessoal da central.
quinta-feira, 15 de julho de 2004
Outro dia eu tive um momento de desespero.
Primeiro, a cerveja acabou na minha casa. Seria uma situação normal se eu não tivesse dinheiro pra comprar mais. Só que eu tinha.
Daí eu peguei o meu dinheiro e saí pra comprar.
Aqui em Curitiba tem um mercado chamado Super Dick. Daí eu entrei no mercado e não tinha cerveja. Eu fiquei preocupado.
Daí eu saí e fui procurar outro mercado.
Tem um que é de outro país, o nome dele é Wal Market. O país de onde ele veio é o Alasca.
Daí nesse mercado também não tinha. Eu fiquei mais preocupado.
Daí eu liguei pro Gonzalez e perguntei se ele tinha cerveja na casa dele. Não tinha.
Eu comecei a perceber que tinha uma conspiração acontecendo.
Era impossível que não tivesse mais cerveja na cidade inteira.
Daí eu fui ver se tinha alguma festa acontecendo em algum lugar, pra eu chegar dizendo que eu era da polícia e que eu ia apreender a cerveja. A festa tinha. Era num lugar chamado floresta, só que com menos árvores do que o nome sugere.
Mas não tinha cerveja. Era só vinho.
Daí eu fiquei perplexo.
Eu pensei em várias possibilidades:
1) Toda a cerveja de Curitiba foi levada para outra dimensão.
2) Eu fui levado para outra dimensão, mas a cerveja não.
3) Alguém tinha tomado toda a cerveja.
4) A cerveja tinha ficado proíbida.
5) Estavam de sacanagem comigo.
Daí eu fui no Shopping Itália, que é um lugar que sempre tem um monte de coisa. Tinha tudo, menos cerveja.
Eu estava prestes a chorar por causa disso. Mas eu resolvi não chorar.
Eu decidi que era um momento de teste com a minha pessoa. Era pra saber como eu iria me virar em uma situação quase sem solução. Daí eu fui esperto e achei uma solução. Eu comprei os ingredientes e fui fabricar cerveja em casa mesmo.
Primeiro, a cerveja acabou na minha casa. Seria uma situação normal se eu não tivesse dinheiro pra comprar mais. Só que eu tinha.
Daí eu peguei o meu dinheiro e saí pra comprar.
Aqui em Curitiba tem um mercado chamado Super Dick. Daí eu entrei no mercado e não tinha cerveja. Eu fiquei preocupado.
Daí eu saí e fui procurar outro mercado.
Tem um que é de outro país, o nome dele é Wal Market. O país de onde ele veio é o Alasca.
Daí nesse mercado também não tinha. Eu fiquei mais preocupado.
Daí eu liguei pro Gonzalez e perguntei se ele tinha cerveja na casa dele. Não tinha.
Eu comecei a perceber que tinha uma conspiração acontecendo.
Era impossível que não tivesse mais cerveja na cidade inteira.
Daí eu fui ver se tinha alguma festa acontecendo em algum lugar, pra eu chegar dizendo que eu era da polícia e que eu ia apreender a cerveja. A festa tinha. Era num lugar chamado floresta, só que com menos árvores do que o nome sugere.
Mas não tinha cerveja. Era só vinho.
Daí eu fiquei perplexo.
Eu pensei em várias possibilidades:
1) Toda a cerveja de Curitiba foi levada para outra dimensão.
2) Eu fui levado para outra dimensão, mas a cerveja não.
3) Alguém tinha tomado toda a cerveja.
4) A cerveja tinha ficado proíbida.
5) Estavam de sacanagem comigo.
Daí eu fui no Shopping Itália, que é um lugar que sempre tem um monte de coisa. Tinha tudo, menos cerveja.
Eu estava prestes a chorar por causa disso. Mas eu resolvi não chorar.
Eu decidi que era um momento de teste com a minha pessoa. Era pra saber como eu iria me virar em uma situação quase sem solução. Daí eu fui esperto e achei uma solução. Eu comprei os ingredientes e fui fabricar cerveja em casa mesmo.
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