sábado, 28 de março de 2015

Festival de Teatro de Curitiba (Phestiwål Thöatrum Curitovis)

Como sempre eu não posso deixar de enfatizar o momento do ano que eu mais tenho medo.
Dessa vez eu vou colocar, além das fotos, um breve histórico do Festival de Teatro de Curitiba:
Em 1329 (data do descobrimento de Curitiba), um grupo de imigrantes da Europa ocidental chegou para colonizar a pequena vila indígena que na época ainda se chamava apenas Ritiba.
Naquela época os índios Astecas conheciam tudo: astronomia, idolatria, pizzaria, prostitutaria, etc.
E eles ensinaram tudo isso pros imigrantes.
Os imigrantes, por outro lado, introduziram o conceito de theatro na cultura indígena.
Eles introduziram outras coisas nos índios também. É por esse motivo que a cidade passou a se chamar Curitiba.
E foi nesse contexto que surgiu o Festival de Theatro de Curitiba.
A primeira peça de theatro foi realizada com os próprios indígenas:
Desde então, o festival vem seguindo esse mesmo padrão estético assustador.
A tradição se mantém até hoje, como veremos nas imagens a seguir:




















Agora, não me perguntem o motivo, mas eu tenho mais medo desse aqui:


Obrigado.

sábado, 21 de março de 2015

Química

Se existe o bromato, o brometo e o bromito, então por que não existe o bromoto e o bromuto?

sábado, 14 de março de 2015

Como fabricar um microondas usando ítens da sua própria casa (exceto o próprio microondas)

Como todo mundo sabe, o princípio básico do microondas é o calor.
"Ou seja, dá pra fazer um microondas usando apenas uma caixa de papelão com fogo dentro?"
Nãããããoooo.
Pra esquentar o microondas por dentro é necessário algum elemento radioactivo, como o Cesium.
"Tá bom, Ramirez, ninguém tem Cesium em casa. Esse negócio só existe na tabela periódica."
É claro que ninguém tem Cesium em casa, mas tem um outro elemento radioactivo que é abundante na casa de todo mundo. O Radio.
Pra fazer um microondas você precisa de uma TV e um radio.
A TV precisa ser daquelas de tubo, assim:

O radio precisa ser toca-fitas, assim:

Eu tenho absoluta certeza de que vocês vão acabar jogando fora esses equipamentos, substituindo por coisas mais modernas, tais como o Laser Disc:

Então, ao invés de jogar fora esses equipamentos, nós vamos desmontá-los, separando as seguintes peças:
1) A casca da TV:

2) O tubo de raios catódicos (acelerador de partículas) da TV:

3) O motor que faz a fita girar dentro do radio:
4) Alguns fios que sobraram:

Como proceder:
1) Primeiro é necessário mudar a posição do tubo de raios catódicos (acelerador de partículas) da TV.
Na configuração original, ele fica atrás do aparato, projetando os raios na tela que fica na frente.
Na nossa configuração, ele deve ser colocado em cima da casca da TV, bem no meio.

2) Na parte de baixo da TV, também no meio, você vai colocar o motor da fita. Certifique-se de que a parte pontuda (que gira) fique apontada pra cima, de frente pros raios catódicos.

3) Agora você puxa os fios do tubo e do motor por fora da casca da TV (senão eles vão cozinhar lá dentro) e emenda eles atrás do aparato.

4) Por último, pra testar, vamos colocar um frango dentro do nosso microondas caseiro. Encaixe a bunda do frango na ponta do motor, pra ele girar.

5) Ligue na tomada.

A configuração final deve ficar mais ou menos assim:
O meu frango explodiu.
Lembrem-se sempre de ligar o aparato em uma tomada de 110 volts e não de 220.
Obrigado.

sábado, 7 de março de 2015

Digestão

É melhor ter uma diarréia do que uma noiterréia.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Gozação Tecnológica Implacável

Ontem fugiu um bandido da penitenciária de detenção máxima de Curitiba.
Até aí tudo bem, porque isso sempre acontece.
O problema é que o nome do bandido (pessoal, isso não é o apelido de traficante dele, é o nome de verdade) era Chaquira.
Daí é claro que eu me prontifiquei pra ir prender esse bandido, porque daí eu ia poder gozar na hora da prisão.
A propósito, se um bandido já está na cadeia, daí ele foge, daí a polícia vai lá e prende ele novamente, isso é uma prisão?
Bom, isso é uma questão filosófica que não dá tempo de discutir agora, senão o chefe vai sair do banheiro e vai me dar uma mijada porque eu tô escrevendo no blógue.
Enfim, apesar de os bandidos fugirem com freqüência, agora existe um dispositivo rai-téc que os carcereiros instalam nele pra rastrear. É um GPS, só que de gente. Fica preso na perna do bandido.
Eu colocaria só uma coleira, mas daí o pessoal dos direitos humanos vai lá na delegacia encher o saco, então o bandido fica com o GPS.
Eu chamo de GLS, só pra gozar com os bandidos.
Tem alguns bandidos que gostam, daí eu fico com medo.
Bom, daí eu fui então capturar o fujão.
Foi bem fácil, justamente por causa do GLS.
Uma vez adaptei um magneto na minha viatura, com outras finalidades, mas daí eu descobri que o GLS do bandido é atraído pelo magneto.
A propósito, eu só não programo a minha viatura pra ir sozinha atrás do bandido, porque senão o meu trabalho policial vai perder a graça.
Enfim, daí eu localizei o bandido com muita facilidade e aprontei um monte de gozações com ele.
Primeiro eu fui bem devagar com a viatura atrás dele, sem fazer nenhum barulho.
Daí, quando eu tava bem perto, eu liguei a sirene.
Ele deu um pulo.
Daí ele tentou fugir, só que eu imediatamente liguei o magneto.
Isso fez com que ele fosse puxado de volta na direção do carro com uma força inimaginável.
Daí eu fui dirigindo de volta até a delegacia com o bandido grudado na viatura.
Sim, a eletromagnese é um negócio gozado.
Eu pensei uma vez em instalar um magneto beeeeem mais potente na viatura, pra atrair até mesmo bandidos sem o GLS.
Mas como funcionaria, Ramirez?
Simples: o corpo humano é feito de sangue, que por sua vez é feito de ferro (canto central da tabela periódica).
O ferro é atraído pelo magneto. Simples assim.
Só que, se eu ligar tal equipamento, eu também serei atraído pelo magneto.
Isso não vai ser gozado.
Enfim, o nome do bandido era Chaquira.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Petrobras - polêmica e paradoxos

Quando eu ando pra frente com o meu carro, o tanque de combustível esvazia.
Seria muito bom (e também muito gozado) se toda vez que eu andasse de marcha ré com o meu carro o tanque de combustível enchesse novamente.
Só que isso não acontece.
Seria um mero defeito de fabricação ou uma conspiração da Petrobras pra fazer eu gastar cada vez mais dinheiro?