sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Eu ando meio preocupado com esse negócio de grampo no telefone.
Quem faz isso é a Amin, que é tipo o FDI do Brasil.

Grampear o telefone dos outros abre margem pra um monte de gozação. Se o cara da pizzaria grampeasse o meu, ia ficar puto toda vez que eu ligasse pra outra pizzaria.
Daí haveria retaliação.
Com dejetos em cima da pizza que eu viesse a pedir.
Eu sei porque é algo que eu faria.

Particularmente, seria legal se eu trabalhasse na Amin.

Mas eu tenho medo.

domingo, 2 de novembro de 2008

Hoje vai ter corrida aqui em Curitiba. Daí vai ter o Chumáquer e o Barriguello.
Vai ter também aquele narrador que fala: "Hoje não, hoje não! Hoje siiiimmm..."
Daí eu me lembrei daquela vez que tinha aquele piloto que parece com o Leôncio do pica pau. O Mâncio.
Naquela vez que ele tava gordo e não cabia no carro.
Eu acho que nas corridas de formula 1 tinha que ter a polícia andando junto na pista, pra garantir a segurança.
Daí a viatura ia ser igual ao carro de Formula 1, só que com um giroflex em cima e a palavra "RONE" escrita do lado.
Daí, naquela vez que o padre escocês atravessou correndo na pista, a polícia ia passar e ia dar um fragrante nele.
Daí, como eu sou um gozador, ia ter também uma multa por excesso de velocidade. Todo o dinheiro ia ficar comigo.

sábado, 11 de outubro de 2008

Ei! Eu meio que fui eleito vereador!

domingo, 5 de outubro de 2008

Coisas que eu tenho medo (categoria TV e vídeo):
- Aquela menina que apresenta o programa no SBT ligar pra mim.
- Quando a imagem fica em câmera lenta e o som também.
- Aquele filme que o olho do Schwarzenegger sai pra fora.
- Bítou-Djúis
- Quando o dedo do E.T. acende.
- Fofão.
- Professor Tibúrcio.
- Geléia (só quando ele aparece pela primeira vez no filme).
- Mestre Yoda (porque ele é parecido com o E.T.).
- Chucky (se ele não fosse parecido com o Fofão, eu não teria medo dele).
- Satã Ghost.
- Quando o trem passa em cima do Chatran.

sábado, 27 de setembro de 2008

A polícia de Curitiba suspeita que um bandido esteja passando ordens pra bandidos soltos, subordinados, de dentro do presídio, o Centro de Tiragem, que fica em Biraquara, na Região Metropolistana de Curitiba.

Eu acho que a frase anterior foi a mais longa que eu já escrevi na vida.

Mas enfim. Um bandido falando com os outros de dentro da cadeia, por telefone celular, é uma coisa grave. Que fere o artigo 1 do Código Penal. Se ele estivesse ligando pra outros bandidos que também estivessem na cadeia, não teria problema.
Como não era o caso, é uma coisa ilegal, já que ele podia informar a bandidos de fora onde o carcereiro escondia a chave das celas.
Daí ia ser o caos.

Sorte que a polícia tem um policial como eu.
Quando eu soube dessa suspeita eu quis acabar com isso, sozinho.
Mas isso não quer dizer que eu não tenha usado o Gonzales, no procedimento que eu armei.

Os bandidos lá em Biraquara tem um negócio chamado visita íntima. É um troço que serve pra umas mulheres entrarem lá e mexerem com o emocional dos bandidos, pra "amolecer" eles. É uma coisa íntima. Algumas até levam cerveja pra eles, o que até é algo que eu acho certo.

Daí eu vesti o Gonzales de mulher e fiz ele entrar, pela visita íntima, pra se encontrar com esse bandido suspeito. Eu botei uma peruca ruiva nele e gozei.
Mas enfim. Ontem ele se infiltrou na visita íntima. Tinha dado certo.
Eu tava do lado de fora do presídio, esperando a hora que o Gonzales saísse de lá com o bandido algemado. Daí pra mim era fácil: era só pegar o bandido e prender ele. Botando ele de novo lá dentro do presídio. Seria uma operação genial.

Eu esperei uns 30 minutos. Daí eu recebi uma ligação no meu celular.
Era o Gonzales. Ele disse, meio rindo: "Adivinha de onde eu tô falando? Do celular do bandido, que tá aqui na minha frente! Ele me emprestou!"
Daí eu fiquei com medo. Eu achei que aquilo ia acabar colocando eu e o Gonzales na cadeia. Podia ter grampo.

Mas quando eu ia começar a falar pro Gonzales algemar o bandido, o Gonzales começou a ficar meio tenso.
Ele disse que o bandido queria enfiar um negócio nele.
E eu acho que era no fiofó.
Seria, no caso, desacato à autoridade.

Daí eu tive que abortar a operação policial. Até porque nessa hora eu já tinha percebido que eu tinha deixado a minha arma em casa. Eu disse pro Gonzales passar o celular pro bandido, pra quem eu disse: "Oi, tudo bem? Semana que vem essa mulher aí vai encontrar de novo com o senhor. Eu sou o pai dela. Ela queria muito conhecer o senhor. Bom, tchau, tchau".
Isso foi um blefe. Pra na semana que vem eu tentar prender ele de novo, usando o mesmo plano.

Daí eu entrei no carro e fui pra casa.
Eu acho que o Gonzales voltou de ônibus.
E isso é bom, porque Curitiba tem um sistema de ônibus modelo.
Se bem que lá era Biraquara.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Por essa vocês não esperavam!
Uma foto minha com o Fozzy!