Eu sempre pensei na possibilidade de que a minha vida talvez não esteja acontecendo de verdade.
Talvez tudo seja um filme e eu seja um personagem desse filme.
No meu trabalho policial eu encontrei algumas evidências que comprovam essa minha teoria:
1) Toda vez que acontece um crime, eu vou até a CENA do crime. Todas as pessoas que estão assistindo o meu filme no DVD podem também pular até essa CENA usando o controle remoto.
2) Ainda na CENA do crime, eu eventualmente preciso coletar impressões digitais. O DVD é digital. Hoje em dia, as salas de cinema são equipadas com projetores digitais. Se o meu filme estiver disponível em algum serviço de Strímin, é digital.
3) Nessa semana o chefe fez uma reunião para estabelecer os PLANOS de trabalho. Ele não usou um Pauer Point. Ele só abriu uma maleta em cima da mesa com vários papéis. Durante a reunião ele foi retirando papéis e entregando para os policiais. A cada 5 minutos ele abria a maleta com os planos. Assim, ele foi alternando entre PLANO aberto e PLANO fechado.
Tá bom, o item 3 foi meio forçado.
Mas isso foi para deixar os meus telespectadores com uma perspectiva forçada do trabalho policial.
Obrigado.
sábado, 22 de agosto de 2020
sábado, 15 de agosto de 2020
Geometria
Como eu sou policial, eu posso ter um cone de trânsito escondido na viatura, pra usar nas mais variadas funções.
O que eu mais gosto de fazer é estacionar a viatura em um lugar aleatório e colocar o cone na rua, bem no cantinho.
“Mas, Ramirez? Que sentido faz colocar o cone em uma posição que não faz com que o transito pare ou desvie?”
Ráááá, mas, na verdade, o transito precisa desviar sim, mas só um pouquinho. Isso acontece porque, como o cone está bem no cantinho, mas, ainda assim, na rua, os motoristas não têm absoluta certeza de que os carros cabem. Daí todo mundo precisa desviar só um pouquinho.
Isso complica o transito muuuuuuuuito mais do que se eu bloquear a pista inteira.
Daí eu só fico lá olhando as pessoas se atrapalhando com o cone.
Tem gente que xinga o objectum, mesmo ele sendo inanimadum.
Isso é mais gozado ainda.
Na semana que vem eu vou pegar uma outra forma geométrica qualquer e pintar com as cores do cone de trânsito. Daí eu vou colocar bem no meio da rua.
As pessoas vão ficar com a pulga atrás da orelha.
E os automóveis vão ficar com a pulga atrás do retrovisor.
Obrigado.
O que eu mais gosto de fazer é estacionar a viatura em um lugar aleatório e colocar o cone na rua, bem no cantinho.
“Mas, Ramirez? Que sentido faz colocar o cone em uma posição que não faz com que o transito pare ou desvie?”
Ráááá, mas, na verdade, o transito precisa desviar sim, mas só um pouquinho. Isso acontece porque, como o cone está bem no cantinho, mas, ainda assim, na rua, os motoristas não têm absoluta certeza de que os carros cabem. Daí todo mundo precisa desviar só um pouquinho.
Isso complica o transito muuuuuuuuito mais do que se eu bloquear a pista inteira.
Daí eu só fico lá olhando as pessoas se atrapalhando com o cone.
Tem gente que xinga o objectum, mesmo ele sendo inanimadum.
Isso é mais gozado ainda.
Na semana que vem eu vou pegar uma outra forma geométrica qualquer e pintar com as cores do cone de trânsito. Daí eu vou colocar bem no meio da rua.
As pessoas vão ficar com a pulga atrás da orelha.
E os automóveis vão ficar com a pulga atrás do retrovisor.
Obrigado.
sábado, 8 de agosto de 2020
Bonificação Máxima
Eu acho justo, que, no ato de uma prisão ou, até mesmo, da investigação/solução de um crime, eu receba, além do meu salário normal, uma gorjeta. Por parte do bandido.
Obrigado.
Obrigado.
sábado, 1 de agosto de 2020
Coisas Que Eu Tenho Medo - Categoria Brinquedos Para Bebês
Na realidade eu tenho medo de todos os brinquedos de bebês, porque eles são fabricados para não serem ingeridos pelo orifício bucal, mas possuem formatos estranhos, alienígenas, que podem ser inseridos em qualquer orifício dos adultos, por causa das dimensões maiores.
Uma vez eu prendi um sequestrador que usava esses brinquedos nas vítimas, como instrumentos de tortura.
Além disso, muitos desses objetos piscam, produzem ruídos e, até mesmo, se mexem, por conta própria.
Apesar dessa questão importante dos orifícios em alguns brinquedos, eu tenho também muito medo daqueles outros, que são rostos deformados que acendem, piscam e cantam.
Abaixo, algumas imagens assustadoras:
Bons sonhos!
Uma vez eu prendi um sequestrador que usava esses brinquedos nas vítimas, como instrumentos de tortura.
Além disso, muitos desses objetos piscam, produzem ruídos e, até mesmo, se mexem, por conta própria.
Apesar dessa questão importante dos orifícios em alguns brinquedos, eu tenho também muito medo daqueles outros, que são rostos deformados que acendem, piscam e cantam.
Abaixo, algumas imagens assustadoras:
Bons sonhos!
sábado, 25 de julho de 2020
Trotsky
Eu só escrevi a palavra “Trotsky”, com essa graphia, porque eu sabia que, no atual contexto geopolítico, isso ia fazer as pessoas clicarem e ia aumentar a minha audiência.
Eu só queria dizer que, outro dia, eu fui passar um trotsky no telefone, daí, pra isso, eu telefonei, de dois telefones diferentes, pra duas pessoas diferentes.
Daí eu coloquei os telefones de frente um pro outro, pras pessoas acharem que eram ambas vítimas do meu trotsky.
Só que esse trotsky era genial, porque, ao mesmo tempo, ambas as duas duplas de pessoas também eram as autoras da gozação.
O meu objectivum era fazer com que as pessoas conversassem de maneira que nenhuma soubesse que não foi a outra, nem ela mesma, que telefonou. Entenderam?
Só que eu cometi um equívoco.
Ao invés de colocar a parte que fala de um telefone na parte que escuta do outro, eu juntei as partes iguais.
Daí as vítimas só acharam que o telefone tocou e ficou mudo.
Eu faço isso com bastante frequência, então, já deve ter acontecido com vocês leitores desse blógue.
Fiquem espertos. Se o telefone tocar e ficar mudo, era só eu tentando passar um trotsky.
Obrigado.
Eu só queria dizer que, outro dia, eu fui passar um trotsky no telefone, daí, pra isso, eu telefonei, de dois telefones diferentes, pra duas pessoas diferentes.
Daí eu coloquei os telefones de frente um pro outro, pras pessoas acharem que eram ambas vítimas do meu trotsky.
Só que esse trotsky era genial, porque, ao mesmo tempo, ambas as duas duplas de pessoas também eram as autoras da gozação.
O meu objectivum era fazer com que as pessoas conversassem de maneira que nenhuma soubesse que não foi a outra, nem ela mesma, que telefonou. Entenderam?
Só que eu cometi um equívoco.
Ao invés de colocar a parte que fala de um telefone na parte que escuta do outro, eu juntei as partes iguais.
Daí as vítimas só acharam que o telefone tocou e ficou mudo.
Eu faço isso com bastante frequência, então, já deve ter acontecido com vocês leitores desse blógue.
Fiquem espertos. Se o telefone tocar e ficar mudo, era só eu tentando passar um trotsky.
Obrigado.
sábado, 18 de julho de 2020
Pegadinha / Gozação / Trama Sem Graça de Hollywood
Sempre que eu prendo um bandido bem difícil de prender, eu gosto de chegar na delegacia com ele e já aprontar uma gozação.
Uma gozação que eu gosto muito é colocar um capacete assim:
Na realidade são 2 capacetes. Um vai na minha cabeça e o outro vai na cabeça do bandido.
Eu explico pro bandido que isso serve pra eu poder ler os pensamentos dele. Daí ele não precisa passar por julgamento. Isso economiza dinheiro. Público.
Daí eu ligo um fio que sai do capacete do bandido e entra no meu. Capacete.
Daí eu ligo o meu capacete na tomada. Isso dá um choque em mim e no bandido.
Eu vou melhorar o meu sistema pra dar um choque só no bandido.
Apesar de que eu já fiz essa gozação tantas vezes que eu nem sinto mais o choque. Só o bandido se assusta.
Teve um bandido que achou que o equipamento servia pra eu transferir a mente dele pra dentro do meu corpo e a minha mente pro corpo dele.
Eu disse que não. A máquina não serve para transferir mente. É para saber se a pessoa mente.
Fin.
Uma gozação que eu gosto muito é colocar um capacete assim:
Na realidade são 2 capacetes. Um vai na minha cabeça e o outro vai na cabeça do bandido.
Eu explico pro bandido que isso serve pra eu poder ler os pensamentos dele. Daí ele não precisa passar por julgamento. Isso economiza dinheiro. Público.
Daí eu ligo um fio que sai do capacete do bandido e entra no meu. Capacete.
Daí eu ligo o meu capacete na tomada. Isso dá um choque em mim e no bandido.
Eu vou melhorar o meu sistema pra dar um choque só no bandido.
Apesar de que eu já fiz essa gozação tantas vezes que eu nem sinto mais o choque. Só o bandido se assusta.
Teve um bandido que achou que o equipamento servia pra eu transferir a mente dele pra dentro do meu corpo e a minha mente pro corpo dele.
Eu disse que não. A máquina não serve para transferir mente. É para saber se a pessoa mente.
Fin.
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