sábado, 7 de maio de 2016

Perseguição policial futurista rai-téc

Vocês lembram no filme "De Volta pro Futuro", naquela cena de perseguição policial em que os bandidos fogem usando skates flutuantes?
Então, como nós já estamos no futuro, os skates flutuantes meio que existem de verdade, só que eles custam muito caro, por causa da inflação, da crise e da taxa de juros:
Ah, e o equipamento só funciona em uma superfície que possa ser elecrtomagnecticamente carregada. Essa informação é importante, porque, daqui a alguns parágrafos, ela vai fazer eu gozar com o bandido.
Bom, então, nesse fim de semana o pessoal do "De Volta pro Futuro" montou uma pista pra população de Curitiba dirigir esse negócio lá no calçadão da Rua XIII.
É claro que eu tava lá, pra pegar um autógrafo do Dr. Emmett Braun (que por sinal nem apareceu no evento).
Só que, daí, o bandido também tava lá.
É obvio que o objetivo do bandido (roubar o skate flutuante) era muito mais atingível que o meu (autógrafo).
Só que, como eu tava meio puto por causa do não atingimento do meu objetivo, obviamente eu não ia deixar o bandido atingir o dele.
Bom, daí o pessoal tava lá, demonstrando o equipamento e tal. De repentemente, eles chamaram um voluntário da platéia, que por coincidência era o bandido e rolou aquela mesma história de sempre, o bandido saiu dirigindo o skate, blá, blá, blá… Todo mundo sabe o que os bandidos fazem, eu não preciso mais explicar.
Obviamente eu tive que pegar outro skate flutuante e sair dirigindo atrás dele.
Foi bem légal eu poder participar assim do filme "De Volta pro Futuro".
Chegou um momento em que, por causa da ausência total de atritum, eu e o bandido estávamos nos deslocando em super velocidade. Foi exatamente nesse momento que a pista electromagnéctica terminou.
É claro que isso fez com que o skate encostasse no chão, arremessando eu e o bandido a uns 15 metros de distância.
Aqui cabe um addendum: Quando se trata de colisões e acidentes que causem lesões no corpo, eu tenho muito mais preparo físico do que qualquer bandido.
Daí o bandidum ficou meio atordoado, mesmo assim ele tentou usar o skate dele pra bater em mim.
Eu, mais do que rapidamente, peguei o meu skate para bloquear o golpe.
O legal disso tudo é que, quando usados como arma, os skates flutuantes produzem um som muito parecido com os sabres de luz do "Guerra nas Galáxias".
Daí eu comecei a bater no bandido com o skate e falar umas frases do filme, por exemplo: "Venha para o lado branco da força."
Se a gente for analisar bem, o "Guerra nas Galáxias" é um filme meio racista.
As expressões corretas deveriam ser "O lado bom da força" e "O lado ruim da força", sem uma cor específica pra cada um.
Tá aí, esse vai ser o tema da minha campanha política para ser prefeito de Curitiba.
Eu vou proibir esse filme em Curitiba até que o George Lucas mude toda a terminologia de todos os filmes da saga.
Eu quero ser um prefeito mais humanista.
Bom, concluindo, daí eu dei mais uma cacetada no bandido e fui embora.

sábado, 30 de abril de 2016

Mistérios da Língua Portuguesa - Parte 1

A carteira.
Vocês se lembram, na escolinha, quando a professora mandava a gente sentar na carteira?
Então, sempre que acontecia isso, eu imediatamente tirava a carteira do bolso, jogava no chão e sentava em cima dela.
Daí a professora brigava comigo e os meus coleguinhas faziam búlin.
Depois de muito tempo eu fui descobrir que, na realidade, a carteira não era uma carteira. Ela era uma carteira.
Isso me causou uma confusão mental que foi o fator determinante na minha reprovação em matemática naquele ano.
Fin.

sábado, 23 de abril de 2016

Momento Poético

Diante do precipício, o hai cai.

sábado, 16 de abril de 2016

Cidadão Honorário

No papel de vereador de Curitiba, eu me auto nomeio cidadão honorário da cidade.
Eu abro mão de todos os benefícios econômicos que poderiam estar atrelados ao cargo, visto que o município se encontra em alta crise financeira. Eu exijo, porém, que me entreguem uma chave gigante em uma cerimônia, porque eu acho isso gozado.
Se ninguém providenciar isso, eu vou dar entrada no processo de cidadania honorária na cidade de Anhanhanhenha, interior de São Paulo.
Obrigado.

sábado, 9 de abril de 2016

Inter-Delegacias

Outro dia eu tinha sugerido usar o ômnibus inter 2 de Curitiba para transportar os bandidos até a delegacia, porque esse ômnibus é mais lotado e tal.
Mas aquele plano era na minha função de policial.
Na minha função de vereador, eu vou criar o ômnibus Inter-Delegacias.
Em Curitiba já existe o Interbairros e o Inter-Hospitais. Então, por que não o Inter-Delegacias?
Ele não serviria somente pra transportar os bandidos, mas também pra transportar as vítimas, que precisam ir até as delegacia fazer o boletim de ocorrência.
É claro que vai ter uma grade separando a parte dos bandidos da parte das vítimas.
Eu meio que considero também a possibilidade de somente os bandidos precisarem pagar a passagem.
Isso vai depender do preço do barril do petróleo.
Obrigado.

sábado, 2 de abril de 2016

Filosofia Biológica - parte 2

Se as mitocôndrias existissem de verdade, elas não se chamariam "mito" côndrias.
Obrigado.