sábado, 9 de fevereiro de 2013

Léptóp (parte 2)

Então, daí eu resolvi tentar uma táctica rai-téc:
Eu peguei a minha filmadora Fílips, e entrei no gabinete do chefe.
Daí eu fui correndo até o Léptóp, pra chegar lá antes de passar mal.
Quando eu cheguei lá, eu apertei Réc na filmadora e apontei pro Léptóp, ao mesmo tempo que eu abri e fechei bem rápido a tela.
Daí o chefe deu a descarga e eu saí correndo.
Depois (agora que vem a genialidade do meu plano) eu liguei a filmadora Fílips e apertei Plêy.
Na hora que apareceu a tela do chefe, eu apertei Pauze.
Pra minha surpresa, a imagem ficou toda borrada, impossibilitando a leitura.
Daí eu levei essa imagem pro pessoal do laboratório da delegacia dar uma tratada.
Eles me perguntaram o que era e eu respondi: "Isso é um texto confidencial. Vocês não podem ver."
Daí eu fui embora.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Diabo da Tasmania

O fim de ano está aí e é bem nessa época que surgem todas aquelas preocupações de quem vai viajar.
Na semana passada eu viajei para Anhanhanhenha, interior de São Paulo. Daí, no caminho, tinham desenhos nas plantações.
Isso foi perigoso.
Quando eu cheguei em Anhanhanhenha, eu não me lembrava mais o que eu tinha ido fazer lá.
Isso tinha duas possíveis explicações:
1) Eu sofri uma lavagem cerebral.
2) Eu não tinha mesmo planejado o que eu ia fazer lá.
Bom, daí eu voltei pra Curitiba.
Quando eu cheguei em casa, eu percebi que um pedaço da porta tinha sido mastigado.
Isso é condizente com um ataque de Chupacabra.
Outra coisa que me deixou preocupado foi que Tumor, o cão policial, não tava mais lá dentro.
Eventualmente eu encontrei o Tumor a cerca de 500 metros da casa, desorientado e mastigando um sapato novo que eu ganhei do Papai Noel.
Esses são sinais clássicos de abdução aliemnígena.
Por sorte, ele só comeu um pé do sapato.
Devido a esses fenómenos intrigantes, eu resolvi não ir até a delegacia.
Quando eu entrei do lado de dentro da casa, eu cheguei à constatação de que todo o meu fandangos tinha sido furtado, porque tinha pacotes vazios por todo lado.
Eu constatacionei também que quem roubou os fandangos não roubou os meus cigarros, nem os meus dinheiros, nem os meus electrodomésticos.
Outro sinal de intrusão aliemnígena.
Conclusão: Eu deveria ter comido todo o meu Fandangos antes de viajar.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O Novo Léptóp do Chefe

Estamos na era digital, daí o chefe resolveu trocar o computador antigo dele por um Léptóp, que é portáctil e ele pode carregar pra qualquer lugar.
Isso já faz uma semana.
Só que uma coisa me deixa com a pulga atrás da orelha:
Toda vez que o chefe me chama no gabinete dele pra me dar um esporro, ele fecha o Léptóp bem na hora que eu chego.
Daí tem várias explicações possíveis:
1) Ele faz isso pra economizar energia, porque ele fala bastante tempo.
2) Ele faz isso pra não voar perdigotos na tela, porque ele fala gritando comigo.
3) Ele tem algo altamente confidencial na tela do computador e ele não quer que eu veja.

Eu acredito na opção C.
Sendo assim, já faz alguns dias que eu tô tentando descobrir o que o chefe tem na tela do Léptóp.
Na primeira tentativa, eu esperei o chefe ir no banheiro e entrei correndo no gabinete dele.
Daí eu fui na ponta dos pés, pra não fazer barulho.
Só que eu fui imaginando várias coisas que poderia ter na tela dele na hora que eu abrisse o Léptóp:
- Pornografia
- Fotos de procurados pelo FBI (isso eu vi uma vez e é bem gozado)
- Site do "Enlarge Your Penis"
- Site do Dunha
Daí é obvio que eu comecei a rir e a passar mal.
Daí, quando eu finalmente consegui abrir o Léptóp, eu ouvi o barulho da descarga e tive que sair correndo.
Eu consegui ver que era um monte de texto, só que não deu tempo de ler.
Na semana que vem eu explico como foi a minha segunda tentativa.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Fim do Mundo

Então, eu esqueci que o mundo ia acabar, consequentemente, eu esqueci de aproveitar as últimas oportunidades de gozar na cara de todo mundo. Porque o mundo ia acabar e não ia ter conseqüências.
Daí eu resolvi fazer um meteoro bem grande, de papel higiênico.
A bola de papel higiênico tinha cerca de 1 metro de diâmetro.
Eu tentei fazer maior, só que daí ela não conseguia se manter no formato esférico.
O ideal era ter 50 metros de diâmetro.
Só que eu não usei água pra dar liga, como manda o manual da bola de papel higiênico.
Eu usei álcool, afinal, meteoro pega fogo.
A idéia era a seguinte:
Prender o meteoro em um balão, que ia subir até a troposfera, com uma bomba caseira que iria explodir cerca de 15 minutos após a decolagem, desintegrando o balão e incendiando a bola de papel higênico, que ia cair, com a força da gravidade.
Daí vocês perguntam: "Mas por que uma bomba caseira?"
Daí eu respondo: "Porque eu sou ecologicamente correcto e eu sei que o balão causa danos ao meio ambiente."
Enfim, daí o papel higiênico ia cair pegando fogo, com a aparência de um meteoro de verdade, vindo na direção da delegacia (porque ele decolou da delegacia) dando o maior susto nas pessoas que acreditam em fim do mundo (o Gonzalez). Mas, sem causar nenhum dano (eu acho) à delegacia, porque bolas de papel higiênico são inofensivas.
Deu errado.
O balão só conseguiu subir cerca de 15 metros e ficou flutuando em cima da delegacia.
Foi gozado, porque a bola ficou presa embaixo dele, balançando.
Daí o chefe foi me perguntar o que era aquilo e eu falei que era um OSNI, um Objeto Sexual Não Identificado.
Daí passou o tempo da bomba e ela explodiu.
A bola de papel higiênico não pegou fogo, mas caiu no telhado da delegacia.
Isso fez um barulho molhado.
Daí o balão em chamas (que não se desintegrou) caiu em cima dos restos da bola, ocasionando um incêndio no telhado da delegacia.
Vocês acham que eu me dei mal?
Nããããããooooo.
Estava tudo sob controle, porque eu tinha deixado outra bomba caseira na caixa de água da delegacia.
Daí eu detonei a bomba, a caixa de água explodiu e o fogo apagou.
Eu sei o que deu errado no meu meteoro.
Foi o sistema de propulsão.
Na semana que vem eu vou tentar fazer outro meteoro, usando foguetes.

Oscar 2013

O meu personagem favorito de "Guerra nas Estrelas" é o Tio Baca.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Duro de Matar parte 2 - o Retorno

Então, daí eu cheguei no computador central do prédio.
É nesse lugar que fica o controle dos elevadores, do ar condicionado, das portas giratórias, dos alarmes, dos escudos defletores, dos torpedos fotônicos e do teletransporte.
Daí eu olhei nas gravações das câmeras de segurança pra descobrir se eu achava a imagem do carro dos bandidos chegando no estacionamento.
E eu consegui.
Daí eu anunciei no sistema de som que o carro deles tinha parado em local proíbido e que ia ser guinchado.
Nessa hora eu vi em outra câmera de segurança que um dos bandidos saiu correndo na direção do estacionamento.
Daí eu comecei a controlar as portas para que todas fechassem na cara dele.
A última porta era giratória.
Daí eu fiz ela girar em uma velocidade inimaginável, para que o bandido pensasse: "Ei, isso é perigoso."
Depois eu botei alguns barulhos de animais no sistema de som, só pra descontrair.
Por último, eu liguei todas as luzes bem forte e anunciei no sistema de som que aquilo era uma abdução aliemnígena.
E, por incrível que pareça, tem uma loja que vende roupas de mergulho no shopping italia.
Daí eu entrei nessa loja e me fantasiei de aliemnígena:
Tá bom, eu sei que essa roupa não engana ninguém, mas vocês, telespectadores, tem que lembrar que eu configurei o sistema de luz do shopping pra ficar tudo louco.
E eu não fui até os bandidos me apresentar como um ser intergaláctico, porque isso não ia deixar eles com medo. Eu acho.
Eu fiquei aparecendo e desaparecendo em alguns cantos, pra eles acharem que era uma alucimnação. Aliemnígena.
Daí perdeu a graça e eu fui embora.
Fin.