O fim de ano está aí e é bem nessa época que surgem todas aquelas preocupações de quem vai viajar.
Na semana passada eu viajei para Anhanhanhenha, interior de São Paulo. Daí, no caminho, tinham desenhos nas plantações.
Isso foi perigoso.
Quando eu cheguei em Anhanhanhenha, eu não me lembrava mais o que eu tinha ido fazer lá.
Isso tinha duas possíveis explicações:
1) Eu sofri uma lavagem cerebral.
2) Eu não tinha mesmo planejado o que eu ia fazer lá.
Bom, daí eu voltei pra Curitiba.
Quando eu cheguei em casa, eu percebi que um pedaço da porta tinha sido mastigado.
Isso é condizente com um ataque de Chupacabra.
Outra coisa que me deixou preocupado foi que Tumor, o cão policial, não tava mais lá dentro.
Eventualmente eu encontrei o Tumor a cerca de 500 metros da casa, desorientado e mastigando um sapato novo que eu ganhei do Papai Noel.
Esses são sinais clássicos de abdução aliemnígena.
Por sorte, ele só comeu um pé do sapato.
Devido a esses fenómenos intrigantes, eu resolvi não ir até a delegacia.
Quando eu entrei do lado de dentro da casa, eu cheguei à constatação de que todo o meu fandangos tinha sido furtado, porque tinha pacotes vazios por todo lado.
Eu constatacionei também que quem roubou os fandangos não roubou os meus cigarros, nem os meus dinheiros, nem os meus electrodomésticos.
Outro sinal de intrusão aliemnígena.
Conclusão: Eu deveria ter comido todo o meu Fandangos antes de viajar.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
O Novo Léptóp do Chefe
Estamos na era digital, daí o chefe resolveu trocar o computador antigo dele por um Léptóp, que é portáctil e ele pode carregar pra qualquer lugar.
Isso já faz uma semana.
Só que uma coisa me deixa com a pulga atrás da orelha:
Toda vez que o chefe me chama no gabinete dele pra me dar um esporro, ele fecha o Léptóp bem na hora que eu chego.
Daí tem várias explicações possíveis:
1) Ele faz isso pra economizar energia, porque ele fala bastante tempo.
2) Ele faz isso pra não voar perdigotos na tela, porque ele fala gritando comigo.
3) Ele tem algo altamente confidencial na tela do computador e ele não quer que eu veja.
Eu acredito na opção C.
Sendo assim, já faz alguns dias que eu tô tentando descobrir o que o chefe tem na tela do Léptóp.
Na primeira tentativa, eu esperei o chefe ir no banheiro e entrei correndo no gabinete dele.
Daí eu fui na ponta dos pés, pra não fazer barulho.
Só que eu fui imaginando várias coisas que poderia ter na tela dele na hora que eu abrisse o Léptóp:
- Pornografia
- Fotos de procurados pelo FBI (isso eu vi uma vez e é bem gozado)
- Site do "Enlarge Your Penis"
- Site do Dunha
Daí é obvio que eu comecei a rir e a passar mal.
Daí, quando eu finalmente consegui abrir o Léptóp, eu ouvi o barulho da descarga e tive que sair correndo.
Eu consegui ver que era um monte de texto, só que não deu tempo de ler.
Na semana que vem eu explico como foi a minha segunda tentativa.
Isso já faz uma semana.
Só que uma coisa me deixa com a pulga atrás da orelha:
Toda vez que o chefe me chama no gabinete dele pra me dar um esporro, ele fecha o Léptóp bem na hora que eu chego.
Daí tem várias explicações possíveis:
1) Ele faz isso pra economizar energia, porque ele fala bastante tempo.
2) Ele faz isso pra não voar perdigotos na tela, porque ele fala gritando comigo.
3) Ele tem algo altamente confidencial na tela do computador e ele não quer que eu veja.
Eu acredito na opção C.
Sendo assim, já faz alguns dias que eu tô tentando descobrir o que o chefe tem na tela do Léptóp.
Na primeira tentativa, eu esperei o chefe ir no banheiro e entrei correndo no gabinete dele.
Daí eu fui na ponta dos pés, pra não fazer barulho.
Só que eu fui imaginando várias coisas que poderia ter na tela dele na hora que eu abrisse o Léptóp:
- Pornografia
- Fotos de procurados pelo FBI (isso eu vi uma vez e é bem gozado)
- Site do "Enlarge Your Penis"
- Site do Dunha
Daí é obvio que eu comecei a rir e a passar mal.
Daí, quando eu finalmente consegui abrir o Léptóp, eu ouvi o barulho da descarga e tive que sair correndo.
Eu consegui ver que era um monte de texto, só que não deu tempo de ler.
Na semana que vem eu explico como foi a minha segunda tentativa.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Fim do Mundo
Então, eu esqueci que o mundo ia acabar, consequentemente, eu esqueci de aproveitar as últimas oportunidades de gozar na cara de todo mundo. Porque o mundo ia acabar e não ia ter conseqüências.
Daí eu resolvi fazer um meteoro bem grande, de papel higiênico.
A bola de papel higiênico tinha cerca de 1 metro de diâmetro.
Eu tentei fazer maior, só que daí ela não conseguia se manter no formato esférico.
O ideal era ter 50 metros de diâmetro.
Só que eu não usei água pra dar liga, como manda o manual da bola de papel higiênico.
Eu usei álcool, afinal, meteoro pega fogo.
A idéia era a seguinte:
Prender o meteoro em um balão, que ia subir até a troposfera, com uma bomba caseira que iria explodir cerca de 15 minutos após a decolagem, desintegrando o balão e incendiando a bola de papel higênico, que ia cair, com a força da gravidade.
Daí vocês perguntam: "Mas por que uma bomba caseira?"
Daí eu respondo: "Porque eu sou ecologicamente correcto e eu sei que o balão causa danos ao meio ambiente."
Enfim, daí o papel higiênico ia cair pegando fogo, com a aparência de um meteoro de verdade, vindo na direção da delegacia (porque ele decolou da delegacia) dando o maior susto nas pessoas que acreditam em fim do mundo (o Gonzalez). Mas, sem causar nenhum dano (eu acho) à delegacia, porque bolas de papel higiênico são inofensivas.
Deu errado.
O balão só conseguiu subir cerca de 15 metros e ficou flutuando em cima da delegacia.
Foi gozado, porque a bola ficou presa embaixo dele, balançando.
Daí o chefe foi me perguntar o que era aquilo e eu falei que era um OSNI, um Objeto Sexual Não Identificado.
Daí passou o tempo da bomba e ela explodiu.
A bola de papel higiênico não pegou fogo, mas caiu no telhado da delegacia.
Isso fez um barulho molhado.
Daí o balão em chamas (que não se desintegrou) caiu em cima dos restos da bola, ocasionando um incêndio no telhado da delegacia.
Vocês acham que eu me dei mal?
Nããããããooooo.
Estava tudo sob controle, porque eu tinha deixado outra bomba caseira na caixa de água da delegacia.
Daí eu detonei a bomba, a caixa de água explodiu e o fogo apagou.
Eu sei o que deu errado no meu meteoro.
Foi o sistema de propulsão.
Na semana que vem eu vou tentar fazer outro meteoro, usando foguetes.
Daí eu resolvi fazer um meteoro bem grande, de papel higiênico.
A bola de papel higiênico tinha cerca de 1 metro de diâmetro.
Eu tentei fazer maior, só que daí ela não conseguia se manter no formato esférico.
O ideal era ter 50 metros de diâmetro.
Só que eu não usei água pra dar liga, como manda o manual da bola de papel higiênico.
Eu usei álcool, afinal, meteoro pega fogo.
A idéia era a seguinte:
Prender o meteoro em um balão, que ia subir até a troposfera, com uma bomba caseira que iria explodir cerca de 15 minutos após a decolagem, desintegrando o balão e incendiando a bola de papel higênico, que ia cair, com a força da gravidade.
Daí vocês perguntam: "Mas por que uma bomba caseira?"
Daí eu respondo: "Porque eu sou ecologicamente correcto e eu sei que o balão causa danos ao meio ambiente."
Enfim, daí o papel higiênico ia cair pegando fogo, com a aparência de um meteoro de verdade, vindo na direção da delegacia (porque ele decolou da delegacia) dando o maior susto nas pessoas que acreditam em fim do mundo (o Gonzalez). Mas, sem causar nenhum dano (eu acho) à delegacia, porque bolas de papel higiênico são inofensivas.
Deu errado.
O balão só conseguiu subir cerca de 15 metros e ficou flutuando em cima da delegacia.
Foi gozado, porque a bola ficou presa embaixo dele, balançando.
Daí o chefe foi me perguntar o que era aquilo e eu falei que era um OSNI, um Objeto Sexual Não Identificado.
Daí passou o tempo da bomba e ela explodiu.
A bola de papel higiênico não pegou fogo, mas caiu no telhado da delegacia.
Isso fez um barulho molhado.
Daí o balão em chamas (que não se desintegrou) caiu em cima dos restos da bola, ocasionando um incêndio no telhado da delegacia.
Vocês acham que eu me dei mal?
Nããããããooooo.
Estava tudo sob controle, porque eu tinha deixado outra bomba caseira na caixa de água da delegacia.
Daí eu detonei a bomba, a caixa de água explodiu e o fogo apagou.
Eu sei o que deu errado no meu meteoro.
Foi o sistema de propulsão.
Na semana que vem eu vou tentar fazer outro meteoro, usando foguetes.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Duro de Matar parte 2 - o Retorno
Então, daí eu cheguei no computador central do prédio.
É nesse lugar que fica o controle dos elevadores, do ar condicionado, das portas giratórias, dos alarmes, dos escudos defletores, dos torpedos fotônicos e do teletransporte.
Daí eu olhei nas gravações das câmeras de segurança pra descobrir se eu achava a imagem do carro dos bandidos chegando no estacionamento.
E eu consegui.
Daí eu anunciei no sistema de som que o carro deles tinha parado em local proíbido e que ia ser guinchado.
Nessa hora eu vi em outra câmera de segurança que um dos bandidos saiu correndo na direção do estacionamento.
Daí eu comecei a controlar as portas para que todas fechassem na cara dele.
A última porta era giratória.
Daí eu fiz ela girar em uma velocidade inimaginável, para que o bandido pensasse: "Ei, isso é perigoso."
Depois eu botei alguns barulhos de animais no sistema de som, só pra descontrair.
Por último, eu liguei todas as luzes bem forte e anunciei no sistema de som que aquilo era uma abdução aliemnígena.
E, por incrível que pareça, tem uma loja que vende roupas de mergulho no shopping italia.
Daí eu entrei nessa loja e me fantasiei de aliemnígena:
Tá bom, eu sei que essa roupa não engana ninguém, mas vocês, telespectadores, tem que lembrar que eu configurei o sistema de luz do shopping pra ficar tudo louco.
E eu não fui até os bandidos me apresentar como um ser intergaláctico, porque isso não ia deixar eles com medo. Eu acho.
Eu fiquei aparecendo e desaparecendo em alguns cantos, pra eles acharem que era uma alucimnação. Aliemnígena.
Daí perdeu a graça e eu fui embora.
Fin.
É nesse lugar que fica o controle dos elevadores, do ar condicionado, das portas giratórias, dos alarmes, dos escudos defletores, dos torpedos fotônicos e do teletransporte.
Daí eu olhei nas gravações das câmeras de segurança pra descobrir se eu achava a imagem do carro dos bandidos chegando no estacionamento.
E eu consegui.
Daí eu anunciei no sistema de som que o carro deles tinha parado em local proíbido e que ia ser guinchado.
Nessa hora eu vi em outra câmera de segurança que um dos bandidos saiu correndo na direção do estacionamento.
Daí eu comecei a controlar as portas para que todas fechassem na cara dele.
A última porta era giratória.
Daí eu fiz ela girar em uma velocidade inimaginável, para que o bandido pensasse: "Ei, isso é perigoso."
Depois eu botei alguns barulhos de animais no sistema de som, só pra descontrair.
Por último, eu liguei todas as luzes bem forte e anunciei no sistema de som que aquilo era uma abdução aliemnígena.
E, por incrível que pareça, tem uma loja que vende roupas de mergulho no shopping italia.
Daí eu entrei nessa loja e me fantasiei de aliemnígena:
Tá bom, eu sei que essa roupa não engana ninguém, mas vocês, telespectadores, tem que lembrar que eu configurei o sistema de luz do shopping pra ficar tudo louco.
E eu não fui até os bandidos me apresentar como um ser intergaláctico, porque isso não ia deixar eles com medo. Eu acho.
Eu fiquei aparecendo e desaparecendo em alguns cantos, pra eles acharem que era uma alucimnação. Aliemnígena.
Daí perdeu a graça e eu fui embora.
Fin.
sábado, 29 de dezembro de 2012
Duro de Matar
Rá!
Vocês acharam que eu tinha morrido.
Só que não.
E dessa vez eu tô falando com os bandidos, que tentaram me matar de verdade.
Deixa eu esclarecer aqui para os meus telespectadores:
Eu tava de férias.
De verdade.
Pode telefonar pra delegacia e perguntar pro chefe se achar que eu tô mentindo.
Bom, daí, pra quem não sabe, mesmo quando um policial está de férias, ele continua sendo um policial.
Ou seja, eu posso usar a minha arma na hora que eu quiser.
Daí, bem no começo das minhas férias, eu tive que ir até o Shopping Itália comprar os presentes de natal pro Gonzalez, pro detetive Morley e pro detetive Kelso.
Pro chefe não.
Por sorte, antes de eu conseguir comprar qualquer coisa, o prédio foi invadido por bandidos.
Daí eu fiz igual naquele filme do Chuck Norris,"Duro de Morrer", e me escondi dentro do cano de ar condicionado.
Só que, como eu tava de férias, ao invés de prender os bandidos, eu resolvi dar vários sustos neles.
Teve uma hora que um dos bandidos entrou no banheiro. Daí eu tava escondido no teto.
Nessa hora eu comecei a fazer barulho de fantasma, tipo assim: "uuuuuuuuuu....".
Daí o bandido foi embora.
Teve outra hora que eu consegui subir no teto do elevador. Daí, quando o bandido entrou, eu fingi que eu era a voz electrônica do elevador.
Daí eu falei: "Especifique o andar, por favor."
O bandido respondeu: "15"
Daí eu respondi: "Entendido, 40"
Daí o bandido respondeu: "Não, eu disse 15!"
Daí eu respondi: "Falha de algoritmo, cair, cair, cair..."
É obvio que o bandido ficou com medo e resolveu ir pela escada.
Teve um outro bandido que entrou numa loja que tinha um cofre.
Na hora que ele tentou abrir o cofre, eu falei: "A senha, por favor!"
O dono da loja tava junto e se assustou também.
Daí o bandido falou: "Abra esse cofre já, senão eu vou atirar!"
Daí eu respondi: "Código errado! Código errado! Seqüência de auto-destruíção ativada!"
Daí eu comecei uma contagem regressiva e todo mundo saiu correndo da loja.
Ainda bem que, pra contribuir para a piada, eu tinha uma bomba de pequenas proporções que eu sempre carrego comigo.
Daí eu joguei essa bomba por um buraco do ar condicionado e saí correndo.
A explosão só destruiu metade da loja e não teve nenhum ferido.
A partir desses dados é possível concluir que a minha piada foi politicamente correta.
Daí eu consegui chegar no computador central do prédio, que é onde começou a gozação de verdade.
Só que essa parte da história eu só vou continuar no ano que vem.
Obrigado.
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