Hoje eu aprendi a usar o Fotoxóp.
Daí é claro que eu decidi sacanear uma foto do chefe.
Eu meio que tive que pedir ajuda pra um estagiário aqui da delegacia, mas consegui atingir o meu objetivo: diminuir bastante a boca do chefe na foto.
É claro que eu sei que isso não vai fazer ele berrar menos comigo.
Mas, subiliminariamente, isso pode ter algum efeito. Que nem quando aqueles caras espetam agulha no boneco que tem a cara de alguém.
Eu tenho medo que façam um boneco desse de mim.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Na semana passada eu descobri que se eu fosse no hospital e falasse que eu tava com uma doença chamada anorecsia, eles me dariam comida de graça.
A princípio, me pareceu uma idéia bem legal e gozada, porque, além de comer de graça, eu ia ganhar um atestado médico pra não ir trabalhar.
Daí eu fui executar o meu plano.
Primeiro eles não acreditaram em mim, porque eles falaram que o tamanho da minha barriga não era condizente com a de uma pessoa amnorécsica.
Depois de muita explicação, eu consegui convencer os médicos de que a minha barriga era grande por causa da cerveja. (o que não deixa de ser verdade)
Só que, daí, quando eu achava que ia começar a gozar, a gozação se voltou contra mim.
A enfermeira voltou com os resultados dos meus exames e falou pra mim que eu tinha que ser internado imediatamente.
Daí eu meio que ganhei um soro.
Depois eu dormi.
Quando eu acordei, eu estava com uma sensação gozada nas pernas. Daí eu pensei nas seguintes possibilidades:
- A enfermeira abusou sexualmente de mim enquanto eu dormia (o que ia ser legal)
- O médico abusou sexualmente de mim (o que não ia ser legal)
- Botaram implantes cimbernéticos nas minhas pernas
- Botaram implantes cimbernéticos em todos os lugares, menos nas pernas
- Eu fui sequestrado por extra-terrestres
- Eu fui amputado
- Deram banho em mim
- Trocaram as minhas calças
O fato de eu não acreditar em extra-terrestres já elimina 90 por cento dessas possibilidades.
Bom, daí o médico chegou e falou pra mim que era pra eu me cuidar mais.
Daí ele me mostrou a chapa de raio x que a enfermeira mostrou pra ele antes. Daí ele disse:
"O senhor tem muita sorte de ter vindo aqui no hospital. Tá vendo essas manchas pretas aqui no raio x? São balas. Estavam todas alojadas nas suas pernas."
Daí eu perguntei:
"Balas, tipo, de tiro?"
Daí ele respondeu:
"Sim, de tiro. São 15 no total, de tamanhos variados. Na que estava mais enferrujada está escrito 1970. Mas não se preocupe, conseguimos remover todas elas."
Daí eu pensei:
"Mas peraí. Eu não posso ter levado tantos tiros. Em todos os tiroteios que eu participei, eu tava usando colete a prova de balas."
Nesse momento eu comecei a reconsiderar a possibilidade de vida extra-terrestre.
Bom, resumindo, eu consegui aquele negócio de comer de graça, só que deu tudo errado, porque a comida do hospital é ruim e eles não servem cerveja.
A princípio, me pareceu uma idéia bem legal e gozada, porque, além de comer de graça, eu ia ganhar um atestado médico pra não ir trabalhar.
Daí eu fui executar o meu plano.
Primeiro eles não acreditaram em mim, porque eles falaram que o tamanho da minha barriga não era condizente com a de uma pessoa amnorécsica.
Depois de muita explicação, eu consegui convencer os médicos de que a minha barriga era grande por causa da cerveja. (o que não deixa de ser verdade)
Só que, daí, quando eu achava que ia começar a gozar, a gozação se voltou contra mim.
A enfermeira voltou com os resultados dos meus exames e falou pra mim que eu tinha que ser internado imediatamente.
Daí eu meio que ganhei um soro.
Depois eu dormi.
Quando eu acordei, eu estava com uma sensação gozada nas pernas. Daí eu pensei nas seguintes possibilidades:
- A enfermeira abusou sexualmente de mim enquanto eu dormia (o que ia ser legal)
- O médico abusou sexualmente de mim (o que não ia ser legal)
- Botaram implantes cimbernéticos nas minhas pernas
- Botaram implantes cimbernéticos em todos os lugares, menos nas pernas
- Eu fui sequestrado por extra-terrestres
- Eu fui amputado
- Deram banho em mim
- Trocaram as minhas calças
O fato de eu não acreditar em extra-terrestres já elimina 90 por cento dessas possibilidades.
Bom, daí o médico chegou e falou pra mim que era pra eu me cuidar mais.
Daí ele me mostrou a chapa de raio x que a enfermeira mostrou pra ele antes. Daí ele disse:
"O senhor tem muita sorte de ter vindo aqui no hospital. Tá vendo essas manchas pretas aqui no raio x? São balas. Estavam todas alojadas nas suas pernas."
Daí eu perguntei:
"Balas, tipo, de tiro?"
Daí ele respondeu:
"Sim, de tiro. São 15 no total, de tamanhos variados. Na que estava mais enferrujada está escrito 1970. Mas não se preocupe, conseguimos remover todas elas."
Daí eu pensei:
"Mas peraí. Eu não posso ter levado tantos tiros. Em todos os tiroteios que eu participei, eu tava usando colete a prova de balas."
Nesse momento eu comecei a reconsiderar a possibilidade de vida extra-terrestre.
Bom, resumindo, eu consegui aquele negócio de comer de graça, só que deu tudo errado, porque a comida do hospital é ruim e eles não servem cerveja.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Há pouco tempo foi o aniversário do Detetive Morley.
Daí todo mundo na delegacia foi comer pizza no Homem Pizza. Apesar do Detetive Morley não comer pizza.
Quando falaram que a gente tava indo pro restaurante do Homem Pizza eu fiquei meio apreensivo. Um cara com um nome desses parecia ser um vilão, tipo o Moringa.
Mas aí disseram que ele era bonzinho.
Tava legal. Eu deixei uma meleca de nariz grudada em baixo da mesa.
Deve ter dado prejuízo; o Homem Pizza deve ter que contratar um cara pra limpar essas coisas.
Bom, todo mundo comeu bastante.
Daí veio a sacanagem: disseram que, agora que eu era vereador, eu teria que pagar a conta de todo mundo.
Eu disse que não.
O resto do pessoal insistiu.
Eu quase mostrei a minha arma.
Mas todo mundo era policial e também tinha arma.
Houve mal-estar.
No fim, era tudo gozação deles.
Por sinal, eu não expliquei como foi esse negócio de eu ter me elegido vereador.
Daí todo mundo na delegacia foi comer pizza no Homem Pizza. Apesar do Detetive Morley não comer pizza.
Quando falaram que a gente tava indo pro restaurante do Homem Pizza eu fiquei meio apreensivo. Um cara com um nome desses parecia ser um vilão, tipo o Moringa.
Mas aí disseram que ele era bonzinho.
Tava legal. Eu deixei uma meleca de nariz grudada em baixo da mesa.
Deve ter dado prejuízo; o Homem Pizza deve ter que contratar um cara pra limpar essas coisas.
Bom, todo mundo comeu bastante.
Daí veio a sacanagem: disseram que, agora que eu era vereador, eu teria que pagar a conta de todo mundo.
Eu disse que não.
O resto do pessoal insistiu.
Eu quase mostrei a minha arma.
Mas todo mundo era policial e também tinha arma.
Houve mal-estar.
No fim, era tudo gozação deles.
Por sinal, eu não expliquei como foi esse negócio de eu ter me elegido vereador.
domingo, 28 de dezembro de 2008
Só hoje, já praticamente no finalzinho, é que eu parei pra pensar: "mas em que diabos de década nós estamos?"
Afinal, quando eu nasci, na década de 30, já existia esse negócio de década.
Daí teve a década de 40 (marcada pela guerra mundial), a década de 50 (Pelé), a década de 60 (Ozzy), a década de 70 (minha viatura), a década de 80 (Shopping Italia), a década de 90 (Idade Moderna) e tipo hoje.
Peraí. Já entendi.
Vai começar tudo de novo.
Afinal, quando eu nasci, na década de 30, já existia esse negócio de década.
Daí teve a década de 40 (marcada pela guerra mundial), a década de 50 (Pelé), a década de 60 (Ozzy), a década de 70 (minha viatura), a década de 80 (Shopping Italia), a década de 90 (Idade Moderna) e tipo hoje.
Peraí. Já entendi.
Vai começar tudo de novo.
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