domingo, 22 de junho de 2008

No filme "Um tira da Pesada" o personagem principal não é gordão.
Sendo assim, eu não entendi a piada.

sábado, 7 de junho de 2008

Outro dia me falaram que eu não podia ficar invisível, porque não existe nada invisível.
Só que daí eu me lebrei que, na verdade, existe um monte de coisa invisível.
Por exemplo, o ar é invisível.
A água (quando você está dentro dela) também é invisível.
Eu acho que o que torna essas coisas invisíveis é alguma propriedade química, física, matemática e língua portuguesa da matéria.
Daí eu cheguei a uma conclusão:
Se o corpo humano é composto de 70% de água, eu deveria ser meio invisível.
Outra coisa interessante: uma vez eu peguei uma borracha e tentei me apagar.
Isso também não deu certo.
Daí eu usei corretivo e fiquei branco.
No final das contas, eu acho que esse negócio de invisibilidade nem existe de verdade.

sábado, 31 de maio de 2008

Hoje teve um treinamento de incêndio aqui na delegacia.
Daí é claro que eu aproveitei pra gozar um pouco.
Sempre que tem esse tipo de treinamento aqui, é o chefe que dá a ordem pra todo mundo sair correndo. Na verdade ele fala: "Está ocorrendo um incêndio no prédio! Saiam todos com calma pelas saídas de emergência!"
Só que dessa vez eles não saíram com tanta calma assim. Deixa eu contextualizar:
Na semana passada o detetive Morley e o detetive Kelso entraram em um baile Fanc e apreenderam um monte de coisa, tipo drogas, prostitúteras e cds piratas (que tá na moda agora).
Só que o negócio mais legal que eles apreenderam foi uma máquina de fazer fumaça.
Bom, daí vocês meio que já entenderam mais ou menos o que eu fiz.
Em primeiro lugar, eu já sabia que ia ter treinamento de incêndio.
Em segundo lugar, fazia tempo que eu não gozava. (ficar muito tempo sem gozar faz mal pra saúde)
Daí eu liguei a máquina de fumaça bem na hora que o chefe falou do incêndio no microfone.
Em poucos centésimos de segundo toda a delegacia ficou cheia de fumaça.
Aí é claro que eu saí gritando "foooogooo!"
Enquanto todo mundo corria eu aproveitei pra pegar a cerveja que o Morley e o Kelso apreenderam e levei pra minha viatura.
Depois apareceu a rede globo e filmou tudo e eu falei que eu fui um herói, porque eu fiquei no incêndio até o último minuto.
Daí o chefe perguntou pra mim como que o fogo apagou sozinho tão rápido e sem causar danos.
Eu respondi que foi um cara que eu tinha prendido na rua XIII de manhã, ele comia fogo.
Daí, dentro da delegacia, ele sofreu uma combustão humana espontânea.
Vai ter meio que uma investigação sobre isso.

domingo, 25 de maio de 2008

Ontem eu fui no cinema assistir aquele filme novo do Schwarzenegger: "Indiana Jones e a Última Gozação"
Daí eu meio que me lembrei que bem antigamente existia um negócio chamado cinerama. Daí eu achava que só passava filmes de corridas de carro.
Eu acho que, no futuro, não vai ter mais cinema. Vai ser tipo um teatro e os atores serão enviados por email, igual o teletransporte do senhor Scotty (Cristofer Lambert).
Vai ser bem legal quando eu puder fazer o download do Schwarzenegger na minha própria casa. Daí, depois que acabar o filme, eu vou poder usar ele pra assustar os vizinhos.
Pensando bem, eu acho que esse tipo de tecnologia poderia ser usada pela polícia. Imagina se eu pudesse me teletransportar diretamente pra dentro do local do crime!
Ou, melhor ainda, se eu pudesse me teletransportar pra dentro da casa do bandido!
Eu vou conversar com o chefe sobre essa possibilidade.

domingo, 4 de maio de 2008

Quando eu era criança eu achava que todo japonês era ninja.
Mas era apenas um erro de construção frasal.
Agora que eu sou adulto, eu sei que, na verdade, todo ninja é japonês.

domingo, 27 de abril de 2008

Outro dia mandaram uma carta-bomba aqui pra delegacia. Isso foi meio engraçado, porque, além de nunca ter acontecido antes, era destinada ao chefe.
Daí é claro que eu aproveitei e falei que antigamente eu era do esquadrão anti-bomba. Daí eles deixaram o problema (ou será que eu deveria chamar de gozação?) na minha mão.
Voltando ao começo da história, a carta chegou na delegacia juntamente com um monte de outras cartas que também, a princípio, não eram suspeitas.
Só que o Tumor, que era pra ter sido programado somente pra detectar drogas, detectou a bomba.
Eu sabia que era uma bomba, porque, quando ele detecta drogas, ele late assim: "Barf, Barf!"
Quando explode uma bomba perto dele, ele faz: "Ui, ui, ui, ui, ui!"
E foi bem isso que ele fez.
Daí, ovbiamente eu não tinha treinamento anti-bomba.
Só que eu já tinha visto na TV várias vezes que, quando tem uma bomba, a polícia pega uma bomba bem maior e explode a bomba anterior.
Daí eu fui falar com o detetive Morley e o detetive Kelso, porque eles já tinham alguma experiência em explosões.
Eles tinham um acervo de pólvora e bombinhas menores e me deram uma sacola gigante só com produtos inflamáveis. Eles me deram umas instruções sobre a melhor sequência de substâncias para causar uma explosão digna de tela quente. Daí eles me falaram que era melhor explodir num lugar bem longe, senão os vizinhos iam reclamar do barulho.
Daí, perto da minha casa, tem um terreno vazio. Tem vizinhos em volta, mas eles não poderiam saber que era eu que ia explodir a bomba.
Daí eu botei em mim mesmo uma barba de mentira e um pano na cabeça, pra parecer que eu era o Obama Simm Baden. Dessa forma eu não iria levantar suspeitas.
Daí eu cavei um buraco, enterrei a carta-bomba junto com as outras bombas e deixei um rastro de pólvora que ia até o lado de fora do terreno. (eu queria fazer igual naqueles desenhos animados do John e Terry)
Daí eu joguei o fósforo no rastro (igual naquele filme do John Travolta) e causei uma explosão igualzinha a daquele filme do John Travolta.
Foi uma pena que não deu pra ver a explosão fora do meu bairro.