domingo, 9 de dezembro de 2007

Eu me lembro que, uma vez, bem antigamente, antes mesmo até da copa de 70, eu vi o William Shatner.
O William Shatner é aquele cara que fzia o papel do capitão Dim no Guerra nas Estrelas (a nova geração).
Bom, então naquela época eu era mais jovem. Mas não muito. Daí eu ainda meio que não era da polícia.
Daí um dia eu tava andando pela rua XIII (na época ainda passava carro pela rua XII), daí eu avistei o gozador tentando comprar um café no edifício Tijuana. O edifício Tijuana sempre foi um point da cidade. Naquela época ainda não existia o Shopping Italia.
Bom, daí o capitão meio que não conseguia pedir o café, porque ele não fala português. Daí eu resolvi ajudar, né, porque vai que ele tá com pressa? Talvez ele tivesse atrasado pra uma reunião da Frota Estrelar, talvez a Interpraize estivesse sendo atacada pelos Klingons, ou seja, é um universo de infinitas possibilidades.
Daí eu cheguei lá e me apresentei: "Oi, eu sou o Ramirez. Eu sou desse planeta mesmo, apesar de não parecer. Olha só, eu sei falar umas palavras em Klingon..."
Na hora que eu comecei a falar em Klingon, ele saiu correndo.
Eu acho que a comandante Zumura chamou ele pelo comunicador.
Daí eu pensei na possibilidade de toda a tripulação da Interpraize estar em Curitiba e eu não saber disso.
Eu me lembro que eu esperei um pouco pra ver se o cara da orelha ia aparecer também, mas não.
Eu acho que ele e o doutor Magroy não faziam parte do grupo avançado.
Quer saber? Eu realmente não acredito nesse negócio de força e lado negro.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Então, tá chegando a época e eu vou explicar como surgiu o panetone.
Bem antigamente, lá onde viviam os povos bárbaros, na Prussia, eu acho, tinha um cara que era bem barbudo e tinha uma roupa vermelha.
Além de barbudo, ele era gordo.
Esse cara era assim porque ele fazia comida para os vikings, que precisavam se alimentar para lutar. E é claro que, de toda a comida que ele fazia, 10 % era dos vikings e 95% era ele mesmo que comia.
Daí, um dos vikings falou que a comida não dava energia suficiente pros soldados. Então o cara inventou um pão que era um concentrado de peptídeos (energia, pros leigos).
E assim, todos viveram felizes para sempre.

sábado, 24 de novembro de 2007

É uma pena que hoje em dia não existe mais "arquivo z". Eu gostava de assistir porque era quase que igual à polícia de verdade. Só que eles faziam investigações parapsicológicas, que não é o meu caso.
Se o "arquivo z" fosse um filme de comédia da sessão da tarde, o nome ia ser: "Uma Investigação do Outro Mundo".
Daí eu meio que inventei possíveis nomes pra um filme da polícia, com eu mesmo no papel principal, que seria meio de comédia e que ia passar na sessão da tarde:
- Um Tira em Curto Circuito
- Deu a Louca na PM
- Um Esquadrão Anti-Bomba pra lá de Bagdá
- Escolinha de Polícia
- As Gêmeas na Febem
- Se a Minha Viatura Falasse

sábado, 27 de outubro de 2007

Outro dia aconteceu comigo igual ao que acontecia com o Magaiver.
Eu tava andando pelo centro, daí, de repente, do nada, de forma súbita, os bandidos me pegaram e me seqüestraram.
Era um sequestro relâmpago. Eu até meio que fiquei com medo de levar um choque.
Bom, daí, ovbiamente, eles não sabiam que eu era da polícia. Senão não seria um seqüestro, seria uma prisão. Eu acho.
Bom, daí eles me levaram pro banco pra tirar dinheiro do meu cartão. Foi nesse ponto que eu vi que a gozação ia começar, porque eu não tenho dinheiro.
Daí eles apontaram a arma pra mim e falaram: "Tira toda a tua grana da máquina, tiozão!"
Daí eu passei o cartão e mandei a máquina dar todo o meu dinheiro da conta. Saiu 3 reais.
Só que os bandidos acharam que era a máquina que tava de gozação, e não eu.
Daí, ao invés de me matar, eles me levaram pro cativeiro.
E foi aí que começou o meu momento Magaiver, porque eu fiquei amarrado em um quartinho com vários ítens de uso doméstico que poderiam ser usados pra facilitar a minha fuga.
Pra começar, eu me desamarrar foi fácil, porque quando eu era mais jovem, na época da copa de 50, eu era escoteiro. Sem gozação. Daí eu sabia fazer e desfazer os nós com as mãos atadas.
Depois eu procurei um item pra usar pra abrir a porta ou a janela.
Tinha um tijolo e uma corda.
Daí eu amarrei a corda no tijolo e fiquei girando ele em cima da minha cabeça. Quando ele atingiu velocidade de escape suficiente, eu soltei na direção da janela.
Na primeira tentativa eu errei.
Eu tentei mais umas 5 vezes. Não deu.
Daí a porta abriu e eram os bandidos.
Daíe eu lancei o tijolo neles e acertei.
Ovbiamente eeu aproveitei e fugi.
Fim.

domingo, 21 de outubro de 2007

O detetive Morley e o detetive Kelso me aprontaram uma gozação das grandes de novo.
Primeiro eles passaram a semana inteira falando que era pra eu parar de fumar, porque fazia mal pra saúde.
É claro que eu argumentei que eu tava salvando o meio ambiente, porque eu tava jogando todo o bióxido de carbono dentro de mim, e não na atfosmera.
Então, hoje de manhã, eles inexplicavelmente trocaram o meu cigarro normal por um cigarro de hélio. Sem eu perceber.
Daí eu tava fumando e, de repente, tocou o telefone. Era a delegada.
Daí eu falei "Alô!", só que a minha voz estava gozada, por causa do hélio.
Só que eu não sabia que era o hélio, então eu peguei o cigarro e fumei mais, pra ver se a minha voz voltava ao normal. Daí a minha voz ficou pior.
A delegada falou: "Isso é algum tipo de gozação?"
Como a delegada é gostosa, eu tive que fingir que eu era outra pessoa. Daí eu falei: "Não, não! Aqui é a tia da limpeza. O Ramirez não está. Quer que eu chame o chefe?"
Daí a delegada falou que ia ligar mais tarde.
Agora eu acho que eu vou fumar mais e passar alguns trotes.

domingo, 14 de outubro de 2007

Um, dois, três, PIM!

Genial!