Ontem de tarde o Tumor comeu um OVNI.
Ele estava sobrevoando a delegacia e, de repente, ele caiu.
Daí o Tumor viu que isso era uma ameaça em potencial para os terráqueos e comeu o UFO.
Foi nesse momento que eu comecei a achar que na realidade isso não era realmente um disco voador real. De outro planeta.
Parecia mais algum tipo de gozação dos pivetes que estavam jogando bola de papel higiênico molhado na delegacia na semana passada.
Bom, daí o Tumor teve indigestão e eu tive que levar ele no veterinário.
Eu falei pro doutor que era possível que ele tivesse engolido aquelas bactérias marcianas junto com o disco voador. E bactéria pode dar diarréia.
Daí o doutor falou que não era pra eu se preocupar que ele ia remover as bactérias usando o teletransporte. Daí ele saiu dando risada.
Ainda bem que eu não acredito em alienígenas.
sábado, 6 de janeiro de 2007
sábado, 30 de dezembro de 2006
Hoje eu vou explicar como que surgiu o ano novo.
Bom, em primeiro lugar, todo mundo sabe que o planeta terra é um lugar bem antigo, né?
Então, mais ou menos uns 200 milhões de anos atrás aconteceu uma desástrofe. Foi quando caiu um meteoro na região metropolitana de Curitiba e os dinossauros morreram.
Daí todo mundo achou que o mundo ia acabar. Mas era mentira.
Tinha um cara chamado Maomé que falou pra todo mundo que ia ficar tudo bem.
Daí esse cara construiu um barco e colocou todos os animais da fauna e da flora intestinal brasileira dentro, porque ele sabia que ia ter uma enchente.
Daí teve uma enchente.
Só que todos os animais que ele pegou aqui no Brasil (as girafas, os rinocerontes, os pandas, os pinguins, os mamutes, etc.) sobreviveram e foram parar em outros países.
Daí aconteceu o seguinte:
A enchente parou. Só que em alguns lugares do Brasil continuou acontecendo enchentes periódicas. Daí, lá em São Paulo, toda vez que acontecia uma enchente, as pessoas saiam correndo da água.
Geralmente acontecia isso bem no último dia de dezembro.
Daí o Maomé falou que toda vez que terminar esse dia que todo mundo corre ia ter um ano novo.
E foi assim que surgiu o ano novo.
Bom, em primeiro lugar, todo mundo sabe que o planeta terra é um lugar bem antigo, né?
Então, mais ou menos uns 200 milhões de anos atrás aconteceu uma desástrofe. Foi quando caiu um meteoro na região metropolitana de Curitiba e os dinossauros morreram.
Daí todo mundo achou que o mundo ia acabar. Mas era mentira.
Tinha um cara chamado Maomé que falou pra todo mundo que ia ficar tudo bem.
Daí esse cara construiu um barco e colocou todos os animais da fauna e da flora intestinal brasileira dentro, porque ele sabia que ia ter uma enchente.
Daí teve uma enchente.
Só que todos os animais que ele pegou aqui no Brasil (as girafas, os rinocerontes, os pandas, os pinguins, os mamutes, etc.) sobreviveram e foram parar em outros países.
Daí aconteceu o seguinte:
A enchente parou. Só que em alguns lugares do Brasil continuou acontecendo enchentes periódicas. Daí, lá em São Paulo, toda vez que acontecia uma enchente, as pessoas saiam correndo da água.
Geralmente acontecia isso bem no último dia de dezembro.
Daí o Maomé falou que toda vez que terminar esse dia que todo mundo corre ia ter um ano novo.
E foi assim que surgiu o ano novo.
sábado, 23 de dezembro de 2006
sábado, 16 de dezembro de 2006
Ontem eu fui na farmácia comprar um remédio.
Daí, na hora que eu tava entrando, tinha uma mulher fazendo propaganda de um remédio.
Só que ela escolhia os clientes que ela queria vender o remédio.
Eu, como sou sortudo, fui um dos escolhidos.
Daí ela me mostrou uma caixinha com remedinhos azuis.
Ela me disse bem assim: "O senhor tá com cara que precisa tomar isso aqui! Pega aí uma amostra grátis, daí, se funcionar, o senhor compra mais."
Ovbiamente eu não pude rejeitar uma amostra grátis. Mesmo sem saber o que era o remedinho.
Daí eu perguntei o que era.
Ela falou bem assim: "A, sabe, né? Pra levantar o negócio."
Daí eu falei: "Como assim?"
Daí ela disse: "Exatamente!"
Eu não entendi.
Daí eu perguntei onde tinha medicamentos transgenéricos.
Daí ela que não entendeu.
Bom, eu acho que esse remedinho azul deve servir pra dor de cabeça também.
Daí, na hora que eu tava entrando, tinha uma mulher fazendo propaganda de um remédio.
Só que ela escolhia os clientes que ela queria vender o remédio.
Eu, como sou sortudo, fui um dos escolhidos.
Daí ela me mostrou uma caixinha com remedinhos azuis.
Ela me disse bem assim: "O senhor tá com cara que precisa tomar isso aqui! Pega aí uma amostra grátis, daí, se funcionar, o senhor compra mais."
Ovbiamente eu não pude rejeitar uma amostra grátis. Mesmo sem saber o que era o remedinho.
Daí eu perguntei o que era.
Ela falou bem assim: "A, sabe, né? Pra levantar o negócio."
Daí eu falei: "Como assim?"
Daí ela disse: "Exatamente!"
Eu não entendi.
Daí eu perguntei onde tinha medicamentos transgenéricos.
Daí ela que não entendeu.
Bom, eu acho que esse remedinho azul deve servir pra dor de cabeça também.
domingo, 10 de dezembro de 2006
Eu me lembro de uma vez, nos anos 70, que teve um festival de músicas aqui em Curitiba.
Era um negócio meio Ripi, daí eu tive que ir fazer o policiamento. Porque eu sabia que ia ter drogas alucinógenas, tipo a maconha.
E ia ter bastante sexo também. O que é mais perigoso que a maconha.
Ia ter róquenrou. Que é um tipo de música.
Bom, daí eu não preciso nem dizer que os maconheiros apareceram com vários pacotes de outras coisas.
Foi a maior apreensão de cerveja que eu já fiz em toda a minha vida. E maconha.
Eu tenho até hoje umas amostras guardadas na minha casa.
Eu tenho uns autógrafos guaradados também daquele dia:
Um do Ozzy, um do Jimmy, um do Serguei, que é aquele metaleiro brasileiro, um do Dick Magger, um do Frank Sinatra, um do Roberto Carlos, um do Ronaldinho, um do Pelé, um do Valderrama, do Maradona não, um do Silvio Santos e outro do Faustão.
Do que que eu tava falando mesmo?
Ah, sim, úúúúdstóc.
Era um negócio meio Ripi, daí eu tive que ir fazer o policiamento. Porque eu sabia que ia ter drogas alucinógenas, tipo a maconha.
E ia ter bastante sexo também. O que é mais perigoso que a maconha.
Ia ter róquenrou. Que é um tipo de música.
Bom, daí eu não preciso nem dizer que os maconheiros apareceram com vários pacotes de outras coisas.
Foi a maior apreensão de cerveja que eu já fiz em toda a minha vida. E maconha.
Eu tenho até hoje umas amostras guardadas na minha casa.
Eu tenho uns autógrafos guaradados também daquele dia:
Um do Ozzy, um do Jimmy, um do Serguei, que é aquele metaleiro brasileiro, um do Dick Magger, um do Frank Sinatra, um do Roberto Carlos, um do Ronaldinho, um do Pelé, um do Valderrama, do Maradona não, um do Silvio Santos e outro do Faustão.
Do que que eu tava falando mesmo?
Ah, sim, úúúúdstóc.
domingo, 26 de novembro de 2006
Hoje de manhã aconteceu uma coisa bizarra na delegacia.
Tipo igual o que acontecia no arquivo Z, com o agente Boulder.
Chegou um bandido pra mim encaminhar pra cela. Até aí tudo normal.
Daí tem o procedimento padrão de sempre.
Primeiro eu tenho que tirar aquelas fotos, uma de frente e outra de lado do bandido.
Daí, pra variar, eu gozei.
Eu mandei o bandido fazer várias poses diferentes, de orientação sexual duvidosa.
Bom, daí eu tive que fazer a segunda parte, que é tirar as impressões digitais.
Daí eu peguei a mão do bandido e carimbei cada dedo.
Quando eu cheguei no final, tinha um dedo a mais. Sem gozação! Eu contei de novo, um, dois, três, quatro, cinco e seis!
Daí eu fui correndo contar pra alguém.
Primeiro eu achei o detetive Kelso no corredor. Eu falei pra ele e ele não acreditou. Daí ele meio que caiu na risada depois de alguns segundos.
Depois eu contei pro detetive Morley e ele me falou que era pra eu tomar cuidado que isso é sexualmente transmissível. Daí ele deu risada também. Eu não entendi.
Daí eu comecei a achar que era tudo meio que tipo uma conspiração. Igual no Arquivo Z.
Eu comecei a ficar com medo que fosse aparecer aquele cara que fuma, que eu tenho medo na TV, o Tuberculoso.
Só que ele não apareceu.
Depois eu fui descobrir que isso era normal e que tava todo mundo me gozando na verdade.
O médico da delegacia me falou que o bandido tinha um negócio chamado pterodactilia.
Deve ser uma dessas doenças novas causadas pelo aquecimento global.
Tipo igual o que acontecia no arquivo Z, com o agente Boulder.
Chegou um bandido pra mim encaminhar pra cela. Até aí tudo normal.
Daí tem o procedimento padrão de sempre.
Primeiro eu tenho que tirar aquelas fotos, uma de frente e outra de lado do bandido.
Daí, pra variar, eu gozei.
Eu mandei o bandido fazer várias poses diferentes, de orientação sexual duvidosa.
Bom, daí eu tive que fazer a segunda parte, que é tirar as impressões digitais.
Daí eu peguei a mão do bandido e carimbei cada dedo.
Quando eu cheguei no final, tinha um dedo a mais. Sem gozação! Eu contei de novo, um, dois, três, quatro, cinco e seis!
Daí eu fui correndo contar pra alguém.
Primeiro eu achei o detetive Kelso no corredor. Eu falei pra ele e ele não acreditou. Daí ele meio que caiu na risada depois de alguns segundos.
Depois eu contei pro detetive Morley e ele me falou que era pra eu tomar cuidado que isso é sexualmente transmissível. Daí ele deu risada também. Eu não entendi.
Daí eu comecei a achar que era tudo meio que tipo uma conspiração. Igual no Arquivo Z.
Eu comecei a ficar com medo que fosse aparecer aquele cara que fuma, que eu tenho medo na TV, o Tuberculoso.
Só que ele não apareceu.
Depois eu fui descobrir que isso era normal e que tava todo mundo me gozando na verdade.
O médico da delegacia me falou que o bandido tinha um negócio chamado pterodactilia.
Deve ser uma dessas doenças novas causadas pelo aquecimento global.
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