Ontem o detetive Morley e o detetive Kelso me armaram uma gozação que passou dos limites.
De alguma forma eles conseguiram ligar o meu carro e sair andando com ele numa hora que eu não tava olhando.
Daí eles pegaram todo o dinheiro que tinha no carro (eu acho que era uns 50 centavos) e gastaram tudo em chiclete.
Depois que eles comeram o chiclete, eles colaram embaixo dos bancos.
Daí eles pegaram uma fita que tinha dentro do meu toca-fitas (com as músicas do Ray Conniff) e trocaram por uma fita que tinha a voz deles dizendo que o carro estava sobre o controle deles.
Eles podiam ter parado a gozação aí. Mas não pararam.
Daí eles pegaram o Tumor, do lado de fora da delegacia, subornaram ele com comida e levaram ele pra casa do Gonzalez.
Daí eles pegaram um púdou (que é aquele cachorro pequeno, branco e peludo) e colocaram no lugar do Tumor.
Daí eles alteraram a minha sirene pra ela fazer um barulho mais agudo. Ao invés de fazer "uuuuuuuuuuu", ela fez "iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii".
Eles trocaram o giroflex por um menor, que combinava com o barulho.
Daí eles instalaram umas lâmpadas que faziam a parte de baixo do meu carro ficar azul de noite.
Eles sincronizaram essas lâmpadas com a sirene, pra quando ela fizesse barulho elas piscassem.
Daí eles colocaram um alto-falante igual ao do carro do sonho em cima do carro.
Daí eles estacionaram no lugar que tava antes (pra eu não perceber que o carro tinha saído) e instalaram uma câmera de vídeo secreta, pra filmar a minha reação.
Só que daí deu errado pra eles, porque eu só percebi que o carro tava alterado hoje de manhã, depois que a fita de vídeo já tinha acabado.
Daí eu meio que gozei deles.
Só que eu perguntei por que eles tinham feito isso e eles me disseram que era por causa do meu cabelo.
Pode ter sido gozação.
terça-feira, 16 de março de 2004
domingo, 14 de março de 2004
Hoje eu fui cortar o meu cabelo.
Era porque ele tava comprido.
Tava bem feio, porque eu tenho mais cabelo na parte de baixo da cabeça do que em cima. Que nem aquele cara do Arquivo X.
Então.
Eu cheguei lá no barbeiro.
Não era um barbeiro.
Era um cabeileileiro.
Daí eu tenho preconceito.
Ele me mostrou as coisas que ele podia fazer no meu cabelo.
Eu me lembro que eu não tinha gostado de nada.
Daí eu achei que era gozação da pesada.
Ele falou que não.
E era mentira.
Mesmo o cabeileileiro sendo um bandido gozador e mentiroso eu deixei que ele cortasse o meu cabelo.
Policial não tinha desconto.
Depois que o serviço dele terminou ele me disse que eu fiquei com cara de "moderninho".
Daí eu fiquei com medo.
Amanhã eu vou pra delegacia ver o que eles falam do meu cabelo.
Eu temo.
Era porque ele tava comprido.
Tava bem feio, porque eu tenho mais cabelo na parte de baixo da cabeça do que em cima. Que nem aquele cara do Arquivo X.
Então.
Eu cheguei lá no barbeiro.
Não era um barbeiro.
Era um cabeileileiro.
Daí eu tenho preconceito.
Ele me mostrou as coisas que ele podia fazer no meu cabelo.
Eu me lembro que eu não tinha gostado de nada.
Daí eu achei que era gozação da pesada.
Ele falou que não.
E era mentira.
Mesmo o cabeileileiro sendo um bandido gozador e mentiroso eu deixei que ele cortasse o meu cabelo.
Policial não tinha desconto.
Depois que o serviço dele terminou ele me disse que eu fiquei com cara de "moderninho".
Daí eu fiquei com medo.
Amanhã eu vou pra delegacia ver o que eles falam do meu cabelo.
Eu temo.
Ontem tava passando as tartarugas ninjas na TV.
Daí eu assisti.
Daí eu vi aquela cena que o mestre Sfíncter fala que eles tem que praticar a arte da invisibilidade.
Eu quero aprender a arte da invisibilidade.
Daí tem aquela cena que um dos tarugos pega aquele negócio ninja que tem tipo umas cordinhas com dois quibes pendurados e fica sacudindo pelo corpo para assustar os bandidos.
Eu quero um negócio desse também.
O nome do filme era: "As Tartarugas Ninjas II - O Segredo do Ozzy"
Daí eu assisti.
Daí eu vi aquela cena que o mestre Sfíncter fala que eles tem que praticar a arte da invisibilidade.
Eu quero aprender a arte da invisibilidade.
Daí tem aquela cena que um dos tarugos pega aquele negócio ninja que tem tipo umas cordinhas com dois quibes pendurados e fica sacudindo pelo corpo para assustar os bandidos.
Eu quero um negócio desse também.
O nome do filme era: "As Tartarugas Ninjas II - O Segredo do Ozzy"
sexta-feira, 12 de março de 2004
A minha paciência está se esgotando.
E o meu dinheiro também.
Ontem eu fui no cinema e perguntei se policial tinha desconto.
Não tinha.
Daí eu apresentei a minha carteirinha de estudante. Eu coloquei o dedo na frente da parte que dizia a data de fabricação.
Eles não aceitaram.
Daí eu falei que tinha um bandido dentro do cinema e que eu precisava entrar para prender ele.
Não colou.
Daí eu disse que eu era idoso (eles não tinham como duvidar disso) e que, de acordo com o estatútero do idoso, eu tinha direito a assistir o filme de graça.
Mas eles falaram que eu tinha que pagar a metade do ingresso.
Eu tive que aceitar, porque talvez cobrassem metade da pipoca também.
Eu queria assistir aquele filme que aquele cara dos caça-fantasmas vai pro Japão aprender a virar um ninja.
Eu acho que tinha muita ação no filme, afinal, ele se passa na terra dos samurais.
Mas eu não me lembrava o nome do filme.
Daí eu fui embora.
E o meu dinheiro também.
Ontem eu fui no cinema e perguntei se policial tinha desconto.
Não tinha.
Daí eu apresentei a minha carteirinha de estudante. Eu coloquei o dedo na frente da parte que dizia a data de fabricação.
Eles não aceitaram.
Daí eu falei que tinha um bandido dentro do cinema e que eu precisava entrar para prender ele.
Não colou.
Daí eu disse que eu era idoso (eles não tinham como duvidar disso) e que, de acordo com o estatútero do idoso, eu tinha direito a assistir o filme de graça.
Mas eles falaram que eu tinha que pagar a metade do ingresso.
Eu tive que aceitar, porque talvez cobrassem metade da pipoca também.
Eu queria assistir aquele filme que aquele cara dos caça-fantasmas vai pro Japão aprender a virar um ninja.
Eu acho que tinha muita ação no filme, afinal, ele se passa na terra dos samurais.
Mas eu não me lembrava o nome do filme.
Daí eu fui embora.
terça-feira, 9 de março de 2004
domingo, 7 de março de 2004
Eu estava de férias.
Eu voltei pra Curitiba hoje.
Isso é bom, porque eu não gosto de sair de Curitiba.
Mas como era férias eu tinha que viajar.
Daí eu me lembrei daquele episódio do Chavez que é em Alcapulco, que é tipo as férias dele também.
Aí eu fui dirigindo até lá.
As minhas férias foram que nem as do Chavez.
Só que tinha um detalhe: Lá era o Méchico, e não a Bolívia, como eu suspeitava.
Daí eu não tive como prender o Paulo Escobar.
Mas não tem problema.
Eu levei o Tumor junto. E ele passou mal.
Acho que foi por causa dos Trópricos de Aquário.
Ou não.
Ah! E a cerveja de lá era diferente também. O nome era Zol.
Como eu tenho preconceito, eu acabei não bebendo.
Isso foi ruim.
Mas o legal é que lá tem uma comida chamada Tracos, que é típica da região.
Foi os colonizadores orientais que inventaram quando invadiram a cidade dos índios Anhanhembis.
E essa comida é que nem Doritos.
Logo, Doritos é o prato principal da culinária do Méchico.
É que nem a limonada é aqui no Brasil.
Eu vou ver se tem cerveja em casa.
Eu voltei pra Curitiba hoje.
Isso é bom, porque eu não gosto de sair de Curitiba.
Mas como era férias eu tinha que viajar.
Daí eu me lembrei daquele episódio do Chavez que é em Alcapulco, que é tipo as férias dele também.
Aí eu fui dirigindo até lá.
As minhas férias foram que nem as do Chavez.
Só que tinha um detalhe: Lá era o Méchico, e não a Bolívia, como eu suspeitava.
Daí eu não tive como prender o Paulo Escobar.
Mas não tem problema.
Eu levei o Tumor junto. E ele passou mal.
Acho que foi por causa dos Trópricos de Aquário.
Ou não.
Ah! E a cerveja de lá era diferente também. O nome era Zol.
Como eu tenho preconceito, eu acabei não bebendo.
Isso foi ruim.
Mas o legal é que lá tem uma comida chamada Tracos, que é típica da região.
Foi os colonizadores orientais que inventaram quando invadiram a cidade dos índios Anhanhembis.
E essa comida é que nem Doritos.
Logo, Doritos é o prato principal da culinária do Méchico.
É que nem a limonada é aqui no Brasil.
Eu vou ver se tem cerveja em casa.
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