terça-feira, 6 de janeiro de 2004

A palavra de hoje é giroflex.

Giroflex é aquele negócio com uma luz que gira que fica em cima da viatura.

As pessoas confundem o giroflex com a sirene. Nãããããoooo...

O giroflex faz luz e a sirene faz barulho.

Geralmente o giroflex vem grudado na viatura.

Às vezes não. Daí ele vem com um fio pra ligar no negócio de acender cigarro dentro do carro.

A pronúncia correta é: "gí-rô-fléx"

Tem que falar o "fléx" com mais força, daí fica "girofléx".

Eu acho que isso, na gramática da língua portuguesa, é uma meióclise.

domingo, 4 de janeiro de 2004

Eu vou fazer um roteiro de um filme sobre mim mesmo.

Eu vou escrever tudo nesse post, já como a versão definitiva.

Não precisa nem dizer que vai ter gozação.

Daí eu vou mandar pra Roliúd.

Quem vai me interpretar vai ser o Charles Bronson, e o Gonzales será o Déni DeVitro.



O filme tem que começar com uma ariranha gigante atacando a cidade.

Daí o chefe diz: "Droga, é melhor chamar o Ramirez".

Aparece o Shopping Itália, com a ariranha subindo em cima.

Vai ser legal.

Eu acho que o filme vai se chamar: "Inspetor Ramirez - Em busca da mentira". Eu não sei porque, mas parece um bom título. Ou não.

Daí vai ter uma sequência.

No próximo filme alguém pode pensar em sequestrar o meu carro.

Mas não dá, é impossível.

No final de todos os filmes alguma coisa sempre vai explodir e vai voar um monte de fandangos pra todos os lados. Se não for fandangos vai ser cerveja.

Voltando ao assunto, a ariranha vai tentar fazer cocô em cima do meu carro de cima do shopping Itália, e como ela é gigante, talvez o cocô também seja. Ela faz isso pra tentar me impedir, não pra gozar de mim.

Mas não pode.

Daí o cocô cai em cima do ônibus.

Vai ser uma daquelas cenas que a platéia vai dizer "Uh".

Tem que ter um velho no meu filme. Ele vai aparecer e me dar um conselho sábio. Ele vai ter uma barba também.

Daí o meu carro voa e solta um raio leizer na ariranha, e ela diz: "Ai".

A ariranha pega uma estação tubo, bota um carro dentro dela e assopra em uma das extremidades. Que nem uma zarambatana.

Daí o carro sai voando e quase bate em mim.

Mas vai ser de mentirinha.

Tem que ter uma cena que alguém dá dinheiro pra mim.

Talvez também apareçam outros personagens daqui da delegacia.

O Tumor vai ser feito de efeitos especiais, que nem o Scubidu.

Pode ser o mesmo ator que faz o Scubidu.

Daí eu consigo destruir o reator e salvo a ariranha gigante.

O povo de Curitiba tem que aplaudir e o prefeito, que é o Jaime Lermer, vai aparecer e me dar a chave da cidade, que vai ser bem grande.

Daí eu tranco a cidade pra ninguém mais entrar e o filme acaba.

Algumas palavras que eu escrevo no meu blog geram dúvidas.

A partir de hoje eu vou explicar tudo.

A primeira palavra é Tumor.

Tumor é o nome do cão da delegacia. Ele cheira as coisas pra ver se tem drogas dentro. Ele pode detectar bombas também.

A pronúncia do nome dele é tipo assim: tú-môr

A parte do "tú" tem que falar com mais força. Daí fica "túmor".

Eu acho que o nome disso é hiato.

sábado, 3 de janeiro de 2004

Tem fantasma na minha casa. Ou não.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2004

Ontem o Gonzalez me disse que teve uma época que eu tinha amnésia.

Eu não me lembro.

Ele deve estar ficando doido.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2004

Ontem de noite caiu um foguete na minha casa. Ele fez fiiiiiuuuu...

Eu acho que foi um pivete da rua que soltou o foguete.

Lá na delegacia caiu um monte de foguete também.

O Tumor ficou assustado e entrou pela janela.

Daí ele fez cocô pela delegacia inteira.

Quando o chefe chegou lá hoje de manhã, ele ligou pra mim.

Mas não é minha responsabilidade.

Daí eu fingi que não tava em casa.