Hoje eu me lembrei daquele episódio dos Trepalhões que explodia uma bomba.
Daí todo mundo ficava com a cara preta, menos o Mussum.
Ele ficava com a cara branca.
Deve ter sido uma piada intelectual, porque eu não entendi.
quinta-feira, 13 de novembro de 2003
segunda-feira, 10 de novembro de 2003
Ontem de noite acabou o fandangos lá em casa.
Eu estava comendo na hora que acabou.
Daí eu tive que tentar fazer mais.
Eu peguei o pacote pra ver se tinha a receita.
Não tinha.
Daí eu percebi que eu ia ter que inventar um fandangos completamente novo e revolucionário.
Eu mesmo ia fazer o salgadinho e o pacote.
Daí eu ia vender.
Primeiro eu peguei um pouco de milho, porque tava escrito na embalagem que o fandangos é feito de milho.
Daí eu peguei um pouco de leite, pra espremer com o milho e fazer uma papa.
Eu joguei um pouco de cerveja também.
Daí eu comecei a amassar.
Não tava sólido o suficiente.
Daí eu joguei um pouco de sal. Na verdade não era tão pouco assim.
Daí ficou com a textura certa. Ou não.
Eu comecei a espremer pra ficar com o mesmo formato do fandangos real.
Daí eu coloquei no microondas.
Os fandanguinhos começaram a crescer.
Eles ficaram gigantes.
Daí eu tirei do microondas.
Eles continuaram gigantes.
Só que eles tavam moles e molhados.
Daí eu coloquei eles numa churrasqueira.
Passou uns 30 minutos e eles ficaram igual ao fandangos de verdade.
Daí eu peguei um monte de sacola do mercadorama que eu tenho guardada lá em casa.
Eu coloquei os fandangos novos dentro das sacolas e amarrei elas.
Daí eu peguei uma caneta e risquei a parte da sacola que tava escrito "mercadorama" e escrevi fandangos em baixo.
Eu vou vender fandangos na delegacia.
Eu estava comendo na hora que acabou.
Daí eu tive que tentar fazer mais.
Eu peguei o pacote pra ver se tinha a receita.
Não tinha.
Daí eu percebi que eu ia ter que inventar um fandangos completamente novo e revolucionário.
Eu mesmo ia fazer o salgadinho e o pacote.
Daí eu ia vender.
Primeiro eu peguei um pouco de milho, porque tava escrito na embalagem que o fandangos é feito de milho.
Daí eu peguei um pouco de leite, pra espremer com o milho e fazer uma papa.
Eu joguei um pouco de cerveja também.
Daí eu comecei a amassar.
Não tava sólido o suficiente.
Daí eu joguei um pouco de sal. Na verdade não era tão pouco assim.
Daí ficou com a textura certa. Ou não.
Eu comecei a espremer pra ficar com o mesmo formato do fandangos real.
Daí eu coloquei no microondas.
Os fandanguinhos começaram a crescer.
Eles ficaram gigantes.
Daí eu tirei do microondas.
Eles continuaram gigantes.
Só que eles tavam moles e molhados.
Daí eu coloquei eles numa churrasqueira.
Passou uns 30 minutos e eles ficaram igual ao fandangos de verdade.
Daí eu peguei um monte de sacola do mercadorama que eu tenho guardada lá em casa.
Eu coloquei os fandangos novos dentro das sacolas e amarrei elas.
Daí eu peguei uma caneta e risquei a parte da sacola que tava escrito "mercadorama" e escrevi fandangos em baixo.
Eu vou vender fandangos na delegacia.
sexta-feira, 7 de novembro de 2003
Ontem a equipe policial da delegacia teve que ir para o porto de Paranaguá inspecionar uns conteiners.
Eu fui junto e levei o Tumor.
Ele começou a cheirar tudo, pra tentar detectar drogas.
Daí eu apontei os conteiners e falei pra ele: "agora eu vou soltar você da coleira pra você cheirar os conteiners".
Daí eu soltei ele.
Ele saiu correndo na direção dos conteiners.
Mas ele não parou.
Tinha o oceano atlântico lá na frente.
Daí ele pulou.
Ele começou a nadar.
Eu acho que ele queria viajar.
Mas não dava.
Daí o Gonzalez entrou num barquinho e começou a remar pra perseguir o Tumor.
Ele conseguiu.
Daí ele tentou pegar o Tumor da água e colocar ele no barquinho.
Não deu certo.
O Tumor é muito pesado.
Daí os dois caíram na água.
Eles ficaram se debatendo por um tempo.
Daí o Tumor ficou com fome e voltou nadando.
Daí eu peguei ele e disse: "feio!"
Ele ficou triste.
Não era a minha intenção.
Daí eu coloquei ele no carro e a gente voltou pra Curitiba.
Eu fui junto e levei o Tumor.
Ele começou a cheirar tudo, pra tentar detectar drogas.
Daí eu apontei os conteiners e falei pra ele: "agora eu vou soltar você da coleira pra você cheirar os conteiners".
Daí eu soltei ele.
Ele saiu correndo na direção dos conteiners.
Mas ele não parou.
Tinha o oceano atlântico lá na frente.
Daí ele pulou.
Ele começou a nadar.
Eu acho que ele queria viajar.
Mas não dava.
Daí o Gonzalez entrou num barquinho e começou a remar pra perseguir o Tumor.
Ele conseguiu.
Daí ele tentou pegar o Tumor da água e colocar ele no barquinho.
Não deu certo.
O Tumor é muito pesado.
Daí os dois caíram na água.
Eles ficaram se debatendo por um tempo.
Daí o Tumor ficou com fome e voltou nadando.
Daí eu peguei ele e disse: "feio!"
Ele ficou triste.
Não era a minha intenção.
Daí eu coloquei ele no carro e a gente voltou pra Curitiba.
terça-feira, 4 de novembro de 2003
domingo, 2 de novembro de 2003
Hoje eu gozei um monte.
Eu consegui um giroflez novo, que faz um barulho bem mais alto que o antigo.
O giroflex antigo eu acoplei na minha mesa, no meu gabinete.
Daí toda vez que eu interrogar alguém, ou quiser gozar, eu ligo o giroflex da mesa.
Vai ser legal.
Mas enfim.
O giroflex novo é maior e mais barulhento, o que torna difícil o fato dele congelar no inverno.
Hoje eu saí para testar o novo som dele.
Eu ia andando com o carro até achar uma pessoa gozada, daí deixava o carro em ponto morto e me aproximava da pessoa. Daí quando eu chegava bem perto eu ligava o giroflex.
Teve um cara que me xingou, daí eu tive que prender ele.
Ele me chamou de um nome feio.
Mas era mentira dele.
Depois eu fui comer no Habid's.
Eu tive a idéia de ligar o giroflex na entrada do draive-tru, pra ver se aquela máquina que fala comigo se assustava.
Daí eu fiquei com medo e fui embora.
Eu consegui um giroflez novo, que faz um barulho bem mais alto que o antigo.
O giroflex antigo eu acoplei na minha mesa, no meu gabinete.
Daí toda vez que eu interrogar alguém, ou quiser gozar, eu ligo o giroflex da mesa.
Vai ser legal.
Mas enfim.
O giroflex novo é maior e mais barulhento, o que torna difícil o fato dele congelar no inverno.
Hoje eu saí para testar o novo som dele.
Eu ia andando com o carro até achar uma pessoa gozada, daí deixava o carro em ponto morto e me aproximava da pessoa. Daí quando eu chegava bem perto eu ligava o giroflex.
Teve um cara que me xingou, daí eu tive que prender ele.
Ele me chamou de um nome feio.
Mas era mentira dele.
Depois eu fui comer no Habid's.
Eu tive a idéia de ligar o giroflex na entrada do draive-tru, pra ver se aquela máquina que fala comigo se assustava.
Daí eu fiquei com medo e fui embora.
sábado, 1 de novembro de 2003
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