Ontem eu tive que fazer uma tocaia pra pegar um bandido.
Foi legal.
Foi assim: Eu sabia que o bandido ia sempre jantar num restaurante hipotético. Daí eu queria me fantasiar de garçom e gozar com a cara do bandido. E deu certo.
Eu cheguei e entreguei o cardápio pra ele dizendo: "O senhor vai ganhar uma cerveja de graça".
Ele deu um sorriso e falou que sim.
Daí eu fui na cozinha pegar uma cerveja. Eu tomei ela toda.
Aí me deu sono e eu fui no carro dormir um pouco. Porque afinal, eu tinha que ter forças pra poder gozar com o bandido e depois mandar ele pra cadeia.
Daí quando eu acordei já era de dia. Então, já que não tinha dado certo, hoje eu fui tentar fazer a gozação de novo.
Eu entrei lá no restaurante disfarçado de garçom de novo.
Mas aí chegou o gerente e ele disse que não.
Acho que tinha que pedir autorização pra ele antes.
Acabou não dando certo.
Daí eu desesti e fui embora.
sexta-feira, 6 de junho de 2003
quinta-feira, 5 de junho de 2003
Hoje o chefe disse que eu estou a ponto de ser despedido.
Daí eu disse que era mentira dele.
Ele falou que a minha conduta não se encaixa nas normas da polícia de Curitiba. Eu sei que no fundo ele acha eu legal.
Daí eu fui comer no Habid´s com o Gonzales.
Eu decidi experimentar um prato chamado "quibe".
Era exótico.
Exótico demais.
Daí eu passei mal e tive que ir no banheiro. O banheiro era legal porque tinha uma máquina que você botava a mão embaixo e saía ar.
Era tecnologia de última ponta. Devia ter um desse na minha casa, pra quando eu tiver que secar alguma coisa molhada.
Quando eu voltei pra mesa o Gonzales tinha comido o resto do meu "quibe". O "quibe" era ruim, mas era meu. Eu fiquei brabo com o Gonzales. Mas nem tanto, porque eu sabia que mais tarde eu ia gozar com ele de novo, como sempre.
Daí ele falou que não tinha dinheiro. Eu também não tinha.
Eu tive que improvisar.
Eu peguei a minha arma e gritei: "Vocês já viram aquele filme do Chuck Norris, o Bulb Fiction? Vai acontecer que nem naquele filme!"
Daí eu fui embora.
Daí eu disse que era mentira dele.
Ele falou que a minha conduta não se encaixa nas normas da polícia de Curitiba. Eu sei que no fundo ele acha eu legal.
Daí eu fui comer no Habid´s com o Gonzales.
Eu decidi experimentar um prato chamado "quibe".
Era exótico.
Exótico demais.
Daí eu passei mal e tive que ir no banheiro. O banheiro era legal porque tinha uma máquina que você botava a mão embaixo e saía ar.
Era tecnologia de última ponta. Devia ter um desse na minha casa, pra quando eu tiver que secar alguma coisa molhada.
Quando eu voltei pra mesa o Gonzales tinha comido o resto do meu "quibe". O "quibe" era ruim, mas era meu. Eu fiquei brabo com o Gonzales. Mas nem tanto, porque eu sabia que mais tarde eu ia gozar com ele de novo, como sempre.
Daí ele falou que não tinha dinheiro. Eu também não tinha.
Eu tive que improvisar.
Eu peguei a minha arma e gritei: "Vocês já viram aquele filme do Chuck Norris, o Bulb Fiction? Vai acontecer que nem naquele filme!"
Daí eu fui embora.
Ontem de noite tinha uma barata lá na delegacia. Ela era bem grande. Eu tentei pisar encima dela, só que ela fugiu.
Ela entrou na máquina que vende guloseimas. A máquina tem um vidro, dava pra enxergar a barata lá dentro.
Ela começou a comer as guloseimas.
Daí o Gonzalez falou pra mim que os gatos comem baratas.
Daí eu fui ver se tinha um gato no telhado da delegacia. Tinha. Eu peguei ele e levei pra dentro. Ele não gostou e começou a me arranhar.
Daí eu dei uma porrada nele e ele ficou quieto.
Quando eu cheguei lá dentro, até o chefe já estava preocupado com a barata.
Daí eu mostrei pro gato que tinha uma barata dentro da máquina.
Eu tentei colocar o gato lá dentro por aquele buraco que sai a guloseima. Não deu. Ele fez miaaaauuu.
Daí chegou um cara com a chave que abre a máquina.
Ele abriu e a barata saiu correndo.
Eu coloquei o gato no chão.
Daí a barata correu pra um lado e o gato correu pro outro.
O gato voltou pro telhado.
Daí eu aproveitei que a máquina estava aberta e peguei um monte de guloseima.
Ela entrou na máquina que vende guloseimas. A máquina tem um vidro, dava pra enxergar a barata lá dentro.
Ela começou a comer as guloseimas.
Daí o Gonzalez falou pra mim que os gatos comem baratas.
Daí eu fui ver se tinha um gato no telhado da delegacia. Tinha. Eu peguei ele e levei pra dentro. Ele não gostou e começou a me arranhar.
Daí eu dei uma porrada nele e ele ficou quieto.
Quando eu cheguei lá dentro, até o chefe já estava preocupado com a barata.
Daí eu mostrei pro gato que tinha uma barata dentro da máquina.
Eu tentei colocar o gato lá dentro por aquele buraco que sai a guloseima. Não deu. Ele fez miaaaauuu.
Daí chegou um cara com a chave que abre a máquina.
Ele abriu e a barata saiu correndo.
Eu coloquei o gato no chão.
Daí a barata correu pra um lado e o gato correu pro outro.
O gato voltou pro telhado.
Daí eu aproveitei que a máquina estava aberta e peguei um monte de guloseima.
segunda-feira, 2 de junho de 2003
Quando eu tiver dinheiro, eu vou comprar uma daquelas câmeras bem pequenas, de passar vídeo pela internet, e vou instalar na minha viatura. Daí, quando entrarem no meu blog, vai aparecer a minha imagem, ao vivo.
Quando eu prender um bandido, eu vou tirar a câmera da viatura e vou colocar dentro da cela. Vai ser um reality show do bandido. Às vezes vai aparecer o Gonzalez.
Daí, só pra gozar dele, toda vez que ele aparecer eu vou deixar a imagem bem rapidinha.
Eu vou achatar a imagem também, pra ele ficar mais gordo.
Quando eu aparecer na imagem, ela vai estar esticada, pra eu ficar mais magro. Eu vou ter mais cabelo também.
Quando eu for mostrar o meu carro por fora, eu vou filmar a BMW do chefe. Ninguém vai perceber.
Às vezes, quando eu estiver dirigindo, eu vou deixar a imagem rapidinha, pra parecer que eu estou fazendo manobras radicais.
Pena que eu não tenho dinheiro pra comprar uma web cam.
Quando eu prender um bandido, eu vou tirar a câmera da viatura e vou colocar dentro da cela. Vai ser um reality show do bandido. Às vezes vai aparecer o Gonzalez.
Daí, só pra gozar dele, toda vez que ele aparecer eu vou deixar a imagem bem rapidinha.
Eu vou achatar a imagem também, pra ele ficar mais gordo.
Quando eu aparecer na imagem, ela vai estar esticada, pra eu ficar mais magro. Eu vou ter mais cabelo também.
Quando eu for mostrar o meu carro por fora, eu vou filmar a BMW do chefe. Ninguém vai perceber.
Às vezes, quando eu estiver dirigindo, eu vou deixar a imagem rapidinha, pra parecer que eu estou fazendo manobras radicais.
Pena que eu não tenho dinheiro pra comprar uma web cam.
domingo, 1 de junho de 2003
Oi! Aqui é o Gonzales! Eu finalmente tive acesso ao blog do Ramirez! Eu agora vou poder explicar pra vocês umas coisas do tipo: Como ele é, quem ele é, e principalmente, PORQUÊ ele é do jeito que é!
Tudo começou em 1964, em pleno programa espacial da NASA... Não, peraí... Deixa eu falar tudo desde o começo.
Tudo começou em 1946, um ano após o término da guerra. O sargento Francesco Funzarelli, que era do exér ///////// losfffffffffffffff
ssofbh0ap[0e89dnhj-
..........fr't
ertj
rrrrrrr
r
Tudo começou em 1964, em pleno programa espacial da NASA... Não, peraí... Deixa eu falar tudo desde o começo.
Tudo começou em 1946, um ano após o término da guerra. O sargento Francesco Funzarelli, que era do exér ///////// losfffffffffffffff
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